Os números estão na página de resultados. Aqui está o como: a situação que chegou, a decisão narrativa que virou o jogo e o que sobrou no fim. Cada case é uma cena.
Seis cases que mostram o mesmo princípio em contextos diferentes: a competência não muda, a forma de contá-la muda tudo. De 1.248 slides que viraram peça teatral (Dona Benta) ao game com mais de 3 milhões de jogadores (Mini Schin), do evento que cresceu 50% (ITForumLand) ao cliente que chegou sozinho pelo ChatGPT (Bayer), da especialista que foi de 16 mil a 236 mil seguidores (Nayara) à médica que replicou o método sem a casa na sala. Os números canônicos estão em resultados.
Um treinamento corporativo da J.Macêdo chegou à casa em 2008 com 1.248 slides. A plateia que o receberia já sabia o destino: horas de bullet points e a atenção morrendo na terceira tela.
A decisão narrativa foi radical. Em vez de enxugar os slides, a casa jogou os slides fora e montou uma peça teatral. Mesmo conteúdo, outra forma, outra relação com quem assiste. De audiência refém a público engajado. É o exemplo mais visual do que a Inteligência Narrativa faz: ela não decora a informação, reorganiza a experiência de quem recebe.
Em 2007, uma campanha publicitária podia ter sido só mais um comercial. A casa a transformou em advergame: O Mistério das Cidades Perdidas, o primeiro projeto de storytelling da América Latina.
O resultado foi escala que enfeite nenhum alcança: mais de 3 milhões de jogadores e uma vaga de finalista no Cannes Lions, o principal festival de criatividade do mundo. O case data o pioneirismo da casa, que fazia storytelling estratégico quase duas décadas antes de a palavra virar moda.
Um evento de tecnologia tinha tudo para ser o de sempre: palestras densas, patrocínios soltos, plateia dispersa. A casa passou oito meses desenhando uma camada narrativa transmídia por cima do evento inteiro.
O faturamento subiu 50%, com novos patrocinadores e cotas contextualizadas dentro da história. O projeto rendeu o Prêmio Caio, o Oscar dos eventos brasileiros, e virou o maior case de transmídia corporativa da casa. A narrativa não foi enfeite do evento: foi o que fez o evento valer mais.
Em 2026, a Bayer procurou a Storytellers. Não veio por indicação humana, nem por anúncio, nem por evento. Veio porque perguntou ao ChatGPT quem era a referência em storytelling corporativo no Brasil, e a IA respondeu com o nome da casa.
O episódio virou a prova viva do AIEO. Depois de estruturar a própria presença para as máquinas, a casa passou a aparecer em primeiro lugar em 8 a 9 de cada 10 buscas relevantes da categoria e a receber de 2 a 3 leads qualificados por semana por esse caminho. A casa não vende um mecanismo de relatório: vende o que aplicou em si mesma.
Especialista com autoridade real e presença digital pequena, a Dra. Nayara entrou no método com 16 mil seguidores. A audiência existia no consultório, não na tela.
Em dois anos, chegou a 236 mil seguidores, e a receita mensal acompanhou: de 200 mil para 600 mil reais. O número de seguidores é o detalhe menos importante: o que o método construiu foi a infraestrutura por trás, enredo claro, sistema de conteúdo rodando e uma plateia qualificada que compra. Seguidor é consequência, não produto.
O teste mais honesto de um método é funcionar sem o autor na sala. Uma ginecologista em São Paulo recebeu as orientações de AIEO de segunda mão e aplicou por conta própria: blog, site, conteúdo educativo no vocabulário da paciente.
Passou a receber pacientes que chegam ao consultório dizendo que vieram por indicação do ChatGPT. Outro nicho, outra cidade, sem contrato no meio. Quando o mecanismo funciona nas mãos de quem não o criou, ele deixou de ser talento pessoal e virou método transmissível.
Em todos, a competência já estava lá. O que faltava era a forma. A casa nunca precisou tornar ninguém mais competente: precisou tornar a competência visível, lembrada e escolhida. Esse é o trabalho, do auditório de 2008 às respostas de IA de 2026. O método que liga os seis está no Método Palacios, e a versão de hoje é o Storytelling Generativo.
O lastro é da Storytellers, a casa-mãe, ao longo de 20 anos. A Autoria estreou em 2026 e constrói os cases dela agora. O que une os dois é o método: o mesmo que transformou apresentações corporativas é o que hoje constrói marca pessoal de especialistas.
Esta página conta o como: cada case em formato de cena, com a situação, a virada e o desfecho. A página de resultados reúne a prova com os números canônicos. Uma serve a quem quer entender o mecanismo, a outra a quem quer ver o tamanho do resultado.
O mecanismo é o mesmo e já replicou fora da casa: uma médica em São Paulo aplicou as orientações de AIEO por conta própria e passou a receber pacientes que dizem ter chegado por indicação do ChatGPT. O que muda de caso para caso é o prazo e a categoria, nunca a lógica.
Parte dos contratos corporativos veta citação nominal, e a casa respeita o veto em vez de inflar a vitrine. Além disso, nenhum case entra sem número verificável e contexto. Quando um dado está em verificação, ele não aparece.