Episódio 3 do Podcast Autoria, com a farmacêutica magistral Raigna Vasconcelos abrindo o jogo como host convidada. Gravado em junho de 2026, em Vitória.
Neste episódio, Raigna Vasconcelos conta como passou da resistência inicial à escrita com agentes da Autoria. Conversamos sobre critérios, exemplos e personalidade na construção desses agentes. Depois, Fernando apresenta sua perspectiva sobre a economia da indicação: como as informações disponíveis sobre um especialista entram na discussão sobre buscas e recomendações por IA.
O episódio inteiro no YouTube: https://youtu.be/Ec99b5FF1D8. Estreia em 11 de setembro de 2026, às 10h.
O terceiro episódio do Podcast Autoria inverte o palco: Raigna Vasconcelos apresenta o canal e entrevista Fernando Palacios e Flávia Monjardim. Ela relembra a dúvida de conseguir escrever com agentes e conta como esse trabalho entrou na sua rotina. A conversa passa pela preparação de roteiros, pelo reconhecimento da própria voz no texto e pela frustração quando os tokens acabam.
A conversa tem três camadas. Na primeira, discutimos story e telling: escolher uma história e encontrar uma maneira de contá-la. Na segunda, mostramos o trabalho dos agentes, do Plume ao Maestro, com critérios de escrita e revisão. O episódio traz a situação hipotética de uma redação criticada pela professora para explicar como uma história dá contexto a uma preferência. Na terceira, Fernando apresenta sua ideia de economia da indicação, usando uma lista de um a três nomes como exemplo, e situa site e YouTube na estratégia de presença digital que descreve. A preparação do Plume inclui ainda reunir histórias, crenças, produtos e o modo de escrever do autor. A explicação destaca a organização desse material para que o agente encontre o que usar em cada situação.
Cada minuto abre o trecho no YouTube.
Os capítulos acima levam ao minuto exato da conversa. A transcrição completa entra nesta página depois da conferência de quem fala em cada trecho.
No terceiro episódio, apresentamos agentes construídos com contexto, critérios, exemplos e um jeito de escrever. Raigna Vasconcelos conta como passou da dúvida sobre conseguir escrever com essas ferramentas ao uso dos agentes na sua rotina. Ela descreve a experiência de ler um texto e reconhecer ali a própria voz. A conversa mostra de onde vem parte desse contexto: encontros gravados fornecem histórias que alimentam o Plume de Raigna. Junto dessas informações entram diretrizes para a tarefa. O critério apresentado é chegar a um conteúdo que a pessoa leia e reconheça como algo que pode assinar.
A conversa apresenta um exemplo hipotético: uma personagem teve sua redação criticada diante da turma e passou a associar o travessão àquela exposição. A história dá uma razão para a preferência da personagem. Na construção de agentes, esse contexto acompanha critérios e exemplos de escrita; o resultado continua precisando de leitura e conferência. Esse cuidado aparece também quando discutimos o papel do especialista: os agentes podem dar respostas erradas, e compreender o processo ajuda a perceber o problema. A preferência de escrita é uma parte do trabalho; a avaliação do que foi escrito continua em pauta.
Fernando discute a diferença entre chamar atenção nas redes e aparecer numa consulta sobre o próprio trabalho. Sua explicação desloca o foco das métricas sociais para as informações que o especialista disponibiliza sobre o que faz. É a perspectiva que ele apresenta ao falar de busca e indicação por IA.
Na conversa, Fernando chama de economia da indicação o movimento de procurar uma resposta ou um profissional por meio de uma recomendação. Ele usa a imagem de uma lista de um a três nomes para explicar essa ideia e relaciona a chance de ser encontrado às informações disponíveis sobre o trabalho do especialista.
Fernando apresenta site e YouTube como duas frentes da estratégia discutida no episódio. O site reúne informações sobre o trabalho; no YouTube, ele destaca o descritivo como espaço para explicar o conteúdo. A conversa conecta esses materiais à presença do especialista nas buscas.
Raigna Vasconcelos conduz a conversa com Fernando Palacios e Flávia Monjardim. Ela também relata sua experiência com os agentes da Autoria, da resistência inicial ao uso na rotina de escrita.
Story é qual história você conta; telling é como você a conta. A estrutura de três atos e o ponto de virada aos 50% do filme são técnica do telling.
O agente pessoal que escreve em nome do especialista, com as histórias, o jeito e as réguas dele. É o pivô da Autoria.
O agente que deriva o texto matriz em trilhas e roteiros por canal, com réguas para cada formato (o episódio cita 14 trilhas de YouTube numa tarde).
O agente da conexão: liga o assunto do momento ao seu produto com uma história que faz o leitor se identificar antes de receber a oferta.
O mecanismo pelo qual a IA roda centenas de pesquisas, lê dezenas de respostas de cada uma e desqualifica fontes antes de responder.
A fase em que a IA recomenda de 1 a 3 nomes para cada pergunta. Estar indexado nas portas que ela lê vale mais do que ranquear na página 2 do Google.
World HRD Congress, Mumbai; prêmio atribuído ao fundador da Storytellers, Fernando Palacios. Registro canônico da Storytellers, 2026
Registro canônico da Storytellers, 2026
Atualizado em 6 de setembro de 2026. Episódio gravado em junho de 2026, em Vitória; estreia em 11 de setembro de 2026.