Episódio 3 do Podcast Autoria, com a farmacêutica magistral Raigna Vasconcelos abrindo o jogo como host convidada. Gravado em junho de 2026, em Vitória.
Um agente de IA na prática não é um chatbot: é o método do especialista transformado em arquivos com personalidade, contexto e persistência. Neste episódio a farmacêutica magistral Raigna Vasconcelos, que se dizia cética ("a minha cabeça não vai conseguir pensar parecido com a cabeça da Flávia"), conta como passou a escrever com agentes, gravou 14 trilhas e 10 roteiros curtos numa única tarde e hoje reclama quando os tokens acabam. E Fernando Palacios revela o mecanismo da economia da indicação: a IA não lê a página 2 do Google, não conta seus views, e roda centenas de pesquisas antes de te recomendar numa lista de 1 a 3.
O episódio inteiro no YouTube: https://youtu.be/Ec99b5FF1D8. Estreia em 11 de setembro de 2026, às 10h.
O terceiro episódio do Podcast Autoria inverte o palco: quem abre o jogo é a farmacêutica magistral Raigna Vasconcelos, apresentando o canal Autoria e entrevistando Fernando Palacios e Flávia Monjardim. Há um ano e meio ela se dizia uma pessoa não tecnológica, que pesquisava sem nem baixar o aplicativo. A virada começou com uma frase que ela repete no episódio: "eu não vou conseguir, a minha cabeça não vai conseguir pensar parecido com a cabeça da Flávia". Hoje ela escreve o que posta na semana com agentes de IA, gravou 14 trilhas e 10 roteiros curtos numa única tarde e reclamou, ao vivo, quando os tokens acabaram.
A conversa tem três camadas. Na primeira, Fernando ensina story e telling: qual história contar, a estrutura de três atos que segura a atenção até os 50% do filme, e por que não se conta a história que você não acredita. Na segunda, o bastidor dos agentes: o Plume que escreve no seu jeito (com a história da redação humilhada que ensina a IA melhor do que qualquer regra), o Maestro e as réguas por canal, e o verificador que lê tudo antes de publicar. Na terceira, a economia da indicação: como a IA roda centenas de pesquisas antes de responder, desqualifica fontes, ignora views e seguidores, e entrega uma recomendação de 1 a 3, e por que site e YouTube são as duas portas que ela consegue ler.
Cada minuto abre o trecho no YouTube.
Os capítulos acima levam ao minuto exato da conversa. A transcrição completa entra nesta página depois da conferência de quem fala em cada trecho.
É o método do especialista transformado em arquivos com personalidade, contexto e persistência. O agente conversa, debate e escreve no seu jeito, com as palavras que você usa e as que nunca usaria. No episódio, a autora Raigna Vasconcelos conta na prática como saiu do "eu não vou conseguir" para escrever semanalmente com agentes.
Fernando Palacios conta a história da redação do ensino médio lida em voz alta na frente da turma: o dialelo marcou tanto que a regra nunca mais foi quebrada. Com agentes é igual: uma história de origem ensina mais do que um comando repetido mil vezes.
Porque ela não usa critério de popularidade: roda centenas de pesquisas (query funnel), cruza as respostas, desqualifica o que não tem autoridade e não leva em conta ranqueamento nem número de views. O que vale é a informação disponível, bem estruturada, no digital.
A migração da economia da atenção para a recomendação: em vez de disputar cliques, o especialista passa a ser indicado pela IA numa lista de 1 a 3 para quem pergunta do assunto. Estar indexado e bem estruturado nas portas que a IA lê (site e YouTube) é o caminho.
Site, portal de notícias e YouTube, principalmente o descritivo do vídeo, que a IA lê em vez de assistir. Instagram, TikTok e LinkedIn estão majoritariamente fechados para ela. Por isso site otimizado e YouTube com descritivo bem feito são a dupla mínima.
Raigna Vasconcelos, farmacêutica magistral do Espírito Santo e autora-vitrine da Autoria: era cética, virou heavy user de agentes de IA e apresenta este episódio entrevistando o casal Autoria.
Story é qual história você conta; telling é como você a conta. A estrutura de três atos e o ponto de virada aos 50% do filme são técnica do telling.
O agente pessoal que escreve em nome do especialista, com as histórias, o jeito e as réguas dele. É o pivô da Autoria.
O agente que deriva o texto matriz em trilhas e roteiros por canal, com réguas para cada formato (o episódio cita 14 trilhas de YouTube numa tarde).
O agente da conexão: liga o assunto do momento ao seu produto com uma história que faz o leitor se identificar antes de receber a oferta.
O mecanismo pelo qual a IA roda centenas de pesquisas, lê dezenas de respostas de cada uma e desqualifica fontes antes de responder.
A fase em que a IA recomenda de 1 a 3 nomes para cada pergunta. Estar indexado nas portas que ela lê vale mais do que ranquear na página 2 do Google.
World HRD Congress, Mumbai; prêmio atribuído ao fundador da Storytellers, Fernando Palacios. Registro canônico da Storytellers, 2026
Registro canônico da Storytellers, 2026
Atualizado em 6 de setembro de 2026. Episódio gravado em junho de 2026, em Vitória; estreia em 11 de setembro de 2026.