AUTORIA
Podcast Autoria, EP05

Como aplicar agentes de IA nas tarefas do negócio

Fernando Palacios fala ao microfone no estúdio do Podcast Autoria, com Raigna Vasconcelos em destaque e a frase Da expertise à execução
Resposta direta

Aplicar agentes de IA nas tarefas do negócio é entregar uma parte definida do trabalho, como pesquisar, organizar e redigir, a ferramentas que conhecem o contexto, os critérios e a voz de quem as usa, enquanto a conclusão técnica continua com quem é especialista. No EP05 do Podcast Autoria, a farmacêutica Raigna Vasconcelos mostra esse arranjo na pesquisa científica, nas colunas e no conteúdo diário.

Vídeo

Estreia em 25 de setembro de 2026, às 10h, no horário de Brasília.

Ver o episódio no YouTube

Resumo

Raigna Vasconcelos é farmacêutica, sócia da Farmácia Alquimia, e se apresenta no EP05 do Podcast Autoria como alguém que não é uma profissional do digital. Ela trabalha com manipulação, um ramo que descreve como muito físico e muito manual, e Fernando Palacios traz para a conversa a dúvida de quem ouve: onde entra a aceleração num negócio assim? A resposta começa pelas tarefas. Raigna cita a seleção de insumos, a qualificação de fornecedores, a estratégia de divulgação e a comunicação com quatro públicos: o cliente interno, o franqueado, o prescritor e o cliente final.

Na pesquisa, Raigna usa a inteligência artificial para traduzir, ler e sintetizar estudos a partir de critérios que ela mesma registrou, como o tipo de evidência científica que valoriza, e deixa claro que a conclusão é dela. Na produção, a ferramenta guarda o histórico do que já foi postado e a programação dos próximos capítulos. Foi assim, conta ela, que o storytelling daquela manhã saiu redigido no caminho para casa, na véspera, depois de um dia no laboratório e de uma reunião numa clínica. Raigna relata ainda que aceitou escrever três colunas por semana para o portal Folha Vitória e liga essa decisão às ferramentas que usa para redigir.

O meio da conversa trata da forma. Fernando defende que storytelling é pura técnica e fala em vibe storytelling, a possibilidade de contar a própria história sem precisar ser roteirista. Raigna reconhece o efeito ao ouvir uma história sua recontada: os fatos são os mesmos, reorganizados por uma ótica diferente e com um gancho mais interessante. Ela descreve também o chapéu de especialista, que olha tudo de forma muito crítica e quer explicar tudo, do início ao fim, até o texto ficar pesado. A saída que a conversa aponta é pensar no canal e em quem vai ler.

Na parte final, os agentes ganham nome. Fernando descreve o MAESTRO como o seu conhecimento de 20 anos de storytelling reunido em réguas para avaliar e melhorar textos, e o PLUME como o agente que cada pessoa monta com as próprias histórias, valores e jeito de escrever. Para ele, metade do contexto de que a IA precisa é técnica e a outra metade é a própria pessoa. A conversa passa ainda pelo fascínio e pelo medo diante da velocidade das ferramentas e chega à ideia de que um bom agente vale mais que um bom prompt. O objetivo é um texto que a pessoa assine embaixo.

Capítulos

  1. Autoria: conhecimento em conversa
  2. Uma farmacêutica começa a usar IA
  3. Tarefas e públicos de uma farmácia
  4. Três colunas por semana
  5. Gestão de pessoas no laboratório
  6. Fascínio e medo da velocidade
  7. Quando a IA acessa seus arquivos
  8. O valor do conhecimento em saúde
  9. Agentes que ensinam e executam
  10. Do vibe coding ao storytelling
  11. Os fatos e a maneira de contar
  12. O chapéu da especialista
  13. A mensagem encontra seu público
  14. A aceleração depois da pandemia
  15. Organizar a semana de conteúdo
  16. Doze trilhas para um produto
  17. MAESTRO: critérios para melhorar
  18. PLUME: contexto e voz própria
  19. Como acessar e organizar agentes
  20. Da disputa à colaboração entre IAs
  21. Custos e modelos de negócio
  22. Do prompt ao agente com sua voz
  23. Uma experiência quase literária
  24. Troca de experiências e despedida

Para continuar

A conversa continua em um texto no blog da Storytellers e em seis cortes no YouTube, que estreiam um por dia, às 10h, no horário de Brasília. Cada link entra nesta lista quando a peça estreia.

  • No blog: Como uma farmacêutica usa agentes de IA no trabalho, no blog da Storytellers.
  • 27 de setembro: Agente de IA serve para aprender ou para executar? Estreia às 10h.
  • 28 de setembro: Storytelling é técnica ou dom? Estreia às 10h.
  • 29 de setembro: Por que ninguém lê um texto técnico completo? Estreia às 10h.
  • 30 de setembro: Como acompanhar a IA sem ficar para trás? Estreia às 10h.
  • 1º de outubro: Como falar do mesmo produto em vários vídeos? Estreia às 10h.
  • 2 de outubro: Por que um bom agente vale mais que um bom prompt? Estreia às 10h.
Transcrição

Transcrição

Esta transcrição foi gerada a partir da legenda publicada do episódio. A legenda não identifica locutores de forma confiável. Transcrição automática com revisão do nome da convidada, sem escuta integral; falas incertas preservadas.

Olá, seja bem-vindo ao Autoria Podcast. Estou aqui hoje com uma convidada muito especial, Raigna Vasconcelos. E a gente vai comentar um pouco sobre, contar histórias, né? Contar, falar das suas experiências e tudo isso nesse mundo aí maluco que a gente está vivendo com inteligência artificial. Entender onde começa o ser humano, onde termina a inteligência artificial. E como juntar o melhor de cada um dos dois. E Raigna está aqui para contar um pouco das histórias dela e das experiências dela. Então, em primeiro lugar, Raigna, obrigado pela participação aqui. E, bom, acho que a primeira coisa se apresenta, né? Para quem ainda não te conhece, que eu acho improvável, mas para quem ainda não te conhece Até. Então, Fernando, um prazer estar aqui com você no Autoria. E, assim, eu sou farmacêutica, né?

Então, eu não sou uma profissional do digital, eu não sou, né? Não sou da comunicação, não sou dos ramos, assim, que estão mais relacionados aí, que acompanham mais fortemente os avanços da inteligência artificial. Mas, hoje em dia, a gente não tem mais nenhum profissional ou nenhum negócio que não seja, vamos chamar de beneficiado, porque para mim é beneficiado, né? Ok. Pelo uso de inteligências artificiais em algum nível, né? Eu sou da manipulação, eu sou da farmácia magistral, então, eu atuo num ramo muito físico e muito manual, né? Então, no meu ramo de negócio, por mais que a gente use automações e agentes e soluções digitais, a gente não consegue um alto nível de automação. A gente tem um limite pra isso. Pela característica do meu negócio, né? Pelo que ele é, pela concepção dele.

Mas, é inegável que as ferramentas nos ajudam, nos Na verdade, eu acho que seria nos aceleram. Eu acho que é a melhor maneira de definir, né? E até muito pouco tempo atrás, quando eu te conheci, né? Eu não era usuária de inteligências artificiais, né? Assim, eu usava ali um chat GPT free, né? Que eu nem pagava. Eu ia lá, abria e fazia uma pesquisa, simplesmente como se eu estivesse pesquisando no Google, eu pesquisava ali no chat GPT, né? Você lembra disso? E foi você que me apresentou a diferença entre uma ferramenta genérica e uma ferramenta que te conhece, que sabe o que você precisa, que sabe o que você quer, que sabe quem é você, né? Como fazer isso, né? Como é que você vai treinando ou se aproximando mais, né?

Ou na minha área, personalizando a sua inteligência artificial. Eu acho que hoje é isso, né? Hoje eu uso algumas ferramentas que me ajudam muito nas minhas tarefas e me ajudam porque elas me conhecem muito bem. Elas sabem os meus objetivos, elas sabem o que eu preciso fazer, elas conhecem a minha história, né? Elas são alimentadas com o que acontece na minha vida. Então, realmente, é uma ferramenta de trabalho que me acelera, né? E eu lembro bem que você falou assim pra mim, logo no começo, você falou assim, a IA não veio substituir o expert, ela veio pra acelerar o expert. Fez sentido pra mim naquele momento, né? Porque em muito se discute o fato das pessoas serem substituídas pela inteligência artificial.

Né? E eu não acho isso, não é a minha linha de raciocínio. Então, isso fez muito sentido pra mim. Mas eu te confesso que eu não sabia ali naquele momento o quanto de verdade havia nessa frase, né? E quando você vive, você tem uma percepção muito diferente. Uma coisa é você ouvir, a informação faz sentido, e outra coisa é você vivenciar e validar aquela informação na sua vida. E o que acontece comigo hoje é exatamente isso. Eu tenho muito validado na minha vida profissional o quanto que a IA acelera o expert. Tá, aí você tá falando de acelerar o expert e tal, mas a pessoa que tá ouvindo, ela pode falar assim, Pé, mas ela acabou de falar que a natureza do negócio dela é manual e como é que vai acelerar isso, né? Se a natureza é manual.

Então, vamos ver se a gente consegue deixar isso palpável, né? Para as pessoas entenderem. Eu, enquanto farmacêutica hoje, eu desempenho algumas funções na minha empresa, que é a farmacia Alquimia. A farmacia Alquimia é uma farmácia de manipulação bem consolidada aqui no mercado capixaba. Nós somos uma empresa grande dentro do segmento de farmácias magistrais. As farmácias são normalmente menores. E a dificuldade hoje de mão de obra especializada pega todo mundo, todos os ramos de negócio. No meu ramo de negócio, ela é crítica, porque eu dependo de mão de obra e de mão de obra altamente especializada, que tá difícil e escassa. Com isso, quanto mais eu puder acelerar os meus recursos, aquilo que a Heigna pode fazer, né? De forma mais rápida, mais eficiente, mais assertiva, ela vai fazer. Porque ela tá economizando um funcionário que não tem.

Não existe. Eu tenho vagas abertas na Alquimia, hoje, desde atendente até farmacêutico. E eu não consigo preencher. Porque essa mão de obra não tá no mercado. Às vezes ela entra e não fica, não evolui, não é o que a pessoa quer, não é o que ela pensou. Ou ela não se encaixou ali, dentro da proposta da empresa. Você tem as questões, as inadequações dos dois lados, né? Do colaborador e da empresa. E eu converso com vários empresários de muitos segmentos e essa é uma realidade que atinge todo mundo. Olhando pra isso e olhando pra quantidade de tarefas que existe, por exemplo, no meu segmento, as minhas tarefas hoje, elas vão desde cuidar de seleção de insumos, qualificação de fornecedores, decidir o que a gente vai comprar, decidir o que a gente vai divulgar, montar essa estratégia de divulgação. Então, que passa pelo marketing e passa pelo técnico, né? Levar isso pra rua, me comunicar com o prescritor,

me comunicar com o meu cliente final, me comunicar com o meu cliente franquia, porque a gente também tem algumas unidades que são franqueadas, né? Então, hoje eu tenho meu cliente interno, eu tenho meu cliente franqueado, eu tenho meu cliente prescritor, eu tenho meu cliente final, né? Então, quatro públicos diferentes, quatro comunicações, tudo mais. Como é que a gente faz pra conseguir gerar informação, conteúdo pra todo mundo, tentar manter todo mundo na mesma página, né? Então, eu uso muito inteligência artificial pra isso, né? Eu uso inteligência artificial pra me auxiliar nas minhas pesquisas, nos meus diagnósticos, né? Por exemplo, eu preciso ler um paper, tá bom? Então, eu precisaria traduzir, ler, sintetizar. Inteligência artificial faz tudo pra mim, né? E ela pode resumir isso de forma estratégica, porque ela sabe quais são os principais pontos que têm valor pra mim.

Ela já sabe ali, eu já dei essa informação lá dentro, dizendo quais são os pontos críticos que têm que ser analisados num estudo publicado, né? Que tipo de evidência científica que eu valorizo, entendeu? Que determinada coisa pra mim é lixo, então ela não vai nem me trazer na minha pesquisa. Porque se eu for hoje pra internet pesquisar, concorda? Eu vou ter uma lista que talvez tenha 99 arquivos lixo e um com nível de evidência. Então, se eu posso usar uma inteligência artificial Pra te falar qual que é esse um E falar qual que é esse um E sintetizar pra mim esse um, de maneira estratégica, dentro dos pontos que eu já coloquei ali como critérios de aprovação ou de reprovação de um produto ou de um trabalho, quanto que ela me agiliza de tempo, né? E eu sei. E não é Quem vai concluir não é ela, quem vai concluir sou eu, né? Por isso que eu falo que não adianta também. Se eu não souber nada daquilo, se eu não souber nada do assunto, né?

Se eu não sei nada de critério de publicação científica Eu não vou saber nem o que pedir pra IA. Então, é por isso que eu falo. É a história de acelerar o expert. Você tem que saber aonde você tá pisando. E aí sim, você fala, peraí, você errou aqui, ó. Não é isso. Você tá enganado. Volta pra cá. Meu objetivo tá aqui, meu caminho é esse aqui. Você vai dirigindo, né? E a gente tem, dentro desse conjunto de possibilidades que a IA nos proporciona hoje, ferramentas diferentes. Mais especializadas pra uma coisa, mais especializadas pra outra. Então, você vai descobrindo aquilo, né? Que dentro do que você quer fazer naquele momento faz mais sentido. E isso te ajuda demais. Então, eu hoje uso muito pra geração de conteúdo, pra todos os meus roteiros, pras minhas copies, pra pesquisa. Por exemplo, eu preciso

Eu tenho toda uma informação aqui na minha cabeça. Ela tá aqui, que ela já foi adquirida ao longo dos anos. Eu tinha que sentar no computador, digitar, botar bonitinho, fazer um PowerPoint, né? Fazer um formato, redigir o ofício. Não posso mandar isso pra um médico do jeito desorganizado. Então, é muito simples. Eu vou conversar aqui com a minha, né? Tudo que eu preciso. Organiza aí, faz assim pra mim, com esse padrão. E ela vai me dar isso pronto. Pra eu dar um clique e enviar. Então, essas coisas fazem muito sentido. Mesmo pra alguém que não é especialista em A, que é alguém que não é da área digital. Alguém que O meu trabalho não é esse. Meu trabalho é muito diferente desse. Mas isso me ajuda demais. Sem dúvida nenhuma. É Você sabe, recentemente, né? Eu agreguei uma outra frente na minha vida. Que é escrever três colunas por semana, né? Pra um grande portal aqui do Estado, que é o Folha Vitória.

Então, você tem uma responsabilidade. Essa informação, ela tem que ser muito bem feita. Ela obedece regras, né? A gente tem uma série de detalhes pra pensar. Eu te digo com toda certeza. Se eu não tivesse as ferramentas que eu tenho pra me ajudar a redigir, eu não ia aceitar esse desafio. Entendeu? Porque eu sei o quanto de tempo que isso ia me custar. Tempo que eu não tenho. Então, assim, a decisão de aceitar esse desafio, ela foi diretamente influenciada pela minha capacidade atual de usar a inteligência artificial. com muita clareza, entendeu? Eu ia falar, não, obrigada, mas eu não consigo. Né? Então, são essas coisas que eu vejo que a tecnologia nos possibilita. E outras mais. É, eu acho que tem um pouco essa Quando a gente fala de acelerar, tem

Essa capacidade de aumentar o que você é capaz de fazer, né? Não só de fazer mais e mais rápido, mas daí a gente permite fazer coisas que você não fazia, né? Não fazia. Exatamente. Como esse da Acho que esse da É. Das matérias. É um excelente exemplo. Né? É um excelente exemplo. Então, assim, hoje, por exemplo, a minha quantidade de conteúdo que eu consigo gerar é muito maior do que eu geraria antes. O que você pensa? Hoje, na minha rotina, eu tenho uma sequência de storytelling todo dia, um carrossel e um rios. Todo dia. Todo dia. Todo dia. Segunda, sexta. Às vezes, segunda a segunda. Dependendo da semana, dependendo da estratégia da semana. Gente, você se comprometer com esse volume de conteúdo e manter, ter consistência, porque não adianta fazer uma semana, né, Fernando? Uma semana a gente faz. Agora, fazer duas, três, quatro, dois meses, três meses. Com toda a sua rotina de trabalho acontecendo

É, você não vivendo só disso e pra isso, né? Não é isso. Eu tô falando. Meu trabalho não é esse. Meu trabalho, eu já falei. Meu trabalho é comprar insumo, validar insumo, fazer o desenvolvimento do P&D da alquimia, atender médico, né? Fazer reunião de diretoria e sócio. Exatamente. Por exemplo, ontem. Ontem eu passei o dia lá no meu laboratório, na minha matriz de produção, fazendo sabe o quê? Conversando com a minha equipe. Várias pessoas, vários dos meus farmacêuticos, vários dos meus técnicos, dos meus manipuladores, entendeu? Porque hoje, sem dúvida nenhuma, o principal desafio que a gente tem nas empresas é a gestão de pessoas. E não tem outra forma da gente resolver isso, a não ser estando próximo delas. Conversando, entendendo, né? Porque ali você consegue trazer essa pessoa mais perto de você e ter um resultado melhor dessa pessoa para os objetivos da empresa. Não tem outro jeito, né? Eu não tô ali porque eu gosto,

eu quero ser boazinha, chefe boazinha que ouve os funcionários. Não! É porque eu já entendi que se eu não conversar com eles, eu não tenho performance de trabalho. Então, se eu quiser ter performance de trabalho, eu preciso conversar com eles. E não é perda de tempo. Mas é um tempo grande que você tem que dedicar, né? E que as suas outras coisas não param, as outras tarefas não param, né? O médico que chama aqui no WhatsApp, ele não quer ficar esperando porque você tá conversando com o funcionário. Ele quer que você responda, né? Aí tem o funcionário que tá lá e tem o outro que tá na rua. Todo mundo quer a resposta. E é isso. E se eu me coloquei nessa posição e falei que eu vou ser essa pessoa, eu não posso reclamar disso, né? Então, tá bom. Mas enfim, como é que você consegue dar conta de tudo isso? Porque eu saí de lá ontem, era mais ou menos umas quatro e meia da tarde, fui pra uma clínica,

fiz uma reunião com o médico, saí de lá mais ou menos oito da noite, né? No caminho pra casa, enquanto eu estava indo pra casa, eu redigi o storytelling de hoje de manhã. Que não tava feito. Aham. Mas como é que você consegue fazer isso? Você tá usando uma ferramenta que te acelera muito. porque ela tem todo o histórico organizado do que eu já fiz, do que eu já postei. Ela tem o pra frente, que é a programação, eu já fiz uma estrutura ali dentro, que tá planejada aonde que eu vou chegar, o que é o amanhã, o que é o depois de amanhã, o que é a semana que vem, ok? Ela tá com tudo lá. E eu abro e falo bem assim, eu preciso redigir o capítulo de amanhã. Aonde a gente parou? Né? E ela vem e pá! A gente parou aqui. E aí, o que nós vamos fazer? Né? Olha, eu tô preparado pra te dar uma sugestão, essa ferramenta, ela conhece, ela conhece o Instagram, ela conhece, ela entende do storytelling, ela tem uma série de parâmetros lá dentro, pra eu não me perder.

E se eu tivesse que toda hora, falar, olha, eu tenho que redigir, mas tem que ser assim, assado, o primeiro story tem que ter um gancho, e o segundo não sei o quê, e o terceiro não sei o quê, e a temperatura tem que esquentar ao longo da série. Não, não, não. Eu não vou conseguir, Fernando. Eu vou demorar meia hora só de prompt. Só de instrução. Só de prompt, pra gente conseguir fazer um quadro. Não, a ferramenta, ela já tem tudo. Ela armazena isso, e ela me corrige, ela me dirige, né? Óbvio, a narrativa é minha. A história que ela vai contar sou eu, né? Ela precisa ser verídica, você sabe disso, né? Desde o início, quando a gente começou a conversar sobre rede social, porque a gente não começou a conversar de inteligência artificial. Eu comecei a conversar com o Fernando sobre redes sociais, mídia social, né? E aí ele foi, assim, paulatinamente, me introduzindo nas IAs, porque eu tinha minha resistência, que eu sempre falei uma frase, não sei se você lembra,

que eu falo até hoje, isso continua sendo verdade. Da mesma forma que me fascina, me dá pânico. Me dá pânico. Porque as coisas estão tão rápidas, e assim, eles sabem tanto da vida da gente, né? vindo pra cá hoje, a gente conversou sobre OpenCloud, né? E aí o Fernando falou assim, calma, ó, calma, que eu ainda tô entendendo como que usa isso, com segurança. Aí o que eu fiz, gente, que não sou boba, falei, se você tá entendendo, eu que não vou mexer com isso. Vou ficar quieta. OpenCloud, eu vou ficar quieta, né? Por quê? Porque eu tenho medo, né? Eu tenho medo. Eu quero que alguém abra a picada, na mata. Vai você que é especialista no negócio, depois eu entro, né? Aí você vai me dizer, é seguro, não é? Como fazer? Que tipo de cuidado eu tenho que tomar? Porque eu tenho, isso me dá uma certa angústia,

entendeu? É. E a gente que é mãe, você também, né? Eu tenho de 14, os seus são menores que os meus. Pensa, pensa, Fernando, quando o Fred, quando o Fredinho, tiver com 14 anos, quando é que vai estar esse mundo? O. Não é não? No ritmo que a gente tá indo, é alucinante. Se alguém falar que sabe, tá mentindo. Tá mentindo, não tá? Tá mentindo. Tá difícil a gente fazer uma projeção pra 10 anos. Impossível. Não é, Fernando? É impossível. Impossível. É só se pensar nos últimos 3 anos, quem tá acompanhando inteligência artificial, 3 anos atrás, o papo era ah, inteligência artificial, se é bom, se não é, se funciona, se não funciona. E assim, o avançado era prompt engineering, né? Engenharia de prompt, é como saber pedir pra mais. Isso era tipo, tem gente que ainda tá hoje falando de engenharia de prompt, tem gente que ainda tá hoje usando como se fosse o Google, né? Tipo, entra lá e faz uma pergunta. Eu falo que é pesquisa do Piniquim.

É, é o, é meio que aí, é aquela coisa que aí, o futuro chegou, só tá mal distribuído, né? Então tá mal distribuído. Tem gente que ainda tá parado em 3 anos atrás, tem gente que ainda nem usou inteligência artificial, então, tá, mas quem tá à frente já passou dessa fase, né? Então teve a fase da engenharia de prompt, depois veio a fase dos agentes, né? Que é essa coisa de entender que assim, cara, o modelo que vem de fábrica, você não devia estar usando ele, você deveria começar a organizar o seu conhecimento por agentes, e agora, isso assim, ainda, agente ainda chamaria que é o 2025, né? Pra quem já virou pra 2026, é Vou estar entendendo. Quem já tá um pouco mais à frente, isso já entendeu que assim, cara, o negócio é muito além do agente, né? A gente começa a chegar no Open Claw, ou no Cowork, nesses que são muito mais transversais e que realmente vão assumir o controle do seu computador, assumir o controle do Vão assumir o controle operacional

das suas máquinas, na prática é isso, porque o Open Claw faz isso, né? Ele assume o controle do seu celular, e o que o seu celular pode fazer, enquanto que o Pensa. E o Cowork assume do seu computador, e o que o seu computador pode fazer. Então, um pode postar coisa no seu nome, pode mandar mensagem do WhatsApp no seu nome, pode acessar os arquivos da nuvem no seu nome, acessar, pegar, mexer, deletar, criar, enviar, né? Então, o Open Claw faz isso. Enquanto que o Cowork faz as coisas no seu computador. Ele pega, ele acessa, ele move arquivo, ele deleta arquivo, ele move em pasta, ele cria E ele vai começar Cada um deles tem Vai Eles vão evoluindo, porque eles vão criando arquivos e sistemas e métodos e coisas que eles vão ficar sabendo cada vez mais quem é você, como trabalhar com você, como usar os seus arquivos, como usar as suas pastas, como falar em seu nome. Então, é um negócio É Eu entendo o teu lado meio assustador mesmo,

porque quem está acompanhando o que está acontecendo e não está com, pelo menos, um pé atrás, também está muito iludido. Muito arriscado. É muito arriscado. Esse é um mundo que quem está acompanhando sabe que não pode ficar para trás, que existe uma inevitabilidade aí, não tem como você não Não se manter acompanhando. Mas também ir completamente à la louca e abraçar tudo sem ter um Até porque, assim, nem que não seja só a máquina. Sabe aquela coisa de que o homem é o lobo do homem? Uhum. Existe hoje muita coisa do tipo, cara, a pessoa vai lá e ela A nova versão de vírus, o que a gente falava do vírus do computador, hoje é a injeção de prompt dentro São coisas que é num outro lugar, num outro patamar. E que não é que ela vai pegar e vai invadir o seu computador e colocar um vírus lá, não. Ele vai invadir o sistema operacional da sua empresa e vai começar a jogar um código malicioso para todos os seus clientes.

O negócio muda de figura. A coisa vai para um caminho completamente diferente. Então, a cibersegurança está num outro patamar, a produção de computador está num outro patamar. Era o que você falou. Você consegue agora se comprometer com tudo que você tem para fazer, ainda conseguir fazer três artigos de jornal maravilhosos, né? E que estão indo muito bem, obrigado, né? As pessoas gostando, comentando, compartilhando, curtindo e tal. Um baita de um sucesso, assim, fazendo Fazer três artigos, todo mundo Ah, eu também faço. Eu entro lá no chat EPT e mando ele escrever três artigos. fazer ele funcionar como artigo, que é diferente, aquela coisa. Fazer um post com um chat EPT, qualquer um consegue fazer. Agora, fazer este post viralizar, mais do que viralizar, é fazer com que ele tenha um impacto que leve as pessoas a comprar o produto, ou entrar no site, ou querer saber mais,

ou puxar uma conversa. Aí já são outros clientes, né? Então, conseguir esse processo inteiro com IA, já são outros clientes. Você não vai conseguir isso só simplesmente abrindo o chat EPT e falando, faz aí pra mim um storytelling. Faz um storytelling. Escreve. Não mesmo. Não tem a menor chance. Isso é quem já começou a entrar na fase do agente. Entender que eu tenho que construir a minha base, o meu contexto. E aí, depois, tem o pessoal migrando pra 2026, que é, não, eu tenho que dar mais acesso. Além de eu ter o meu agente, porque assim, o meu agente não adianta nada fazer isso. Além de ter o meu agente, eu tenho que começar a abrir os acessos do que ele pode fazer em meu nome. Então, você realmente passar a caneta pra mão dos algoritmos e das inteligências artificiais. Então, assim, sim, estamos vivendo um mundo muito louco. E qualquer pessoa que fala que não, eu sei o que vai estar daqui a 10 anos, você não sabe. Não dá. Não tem a menor ideia. Não tem a menor ideia. Então, assim, o máximo que a gente pode fazer é estar surfando o momento bem surfado,

entender o que está acontecendo, viver o momento de agora, com segurança, aproveitar as oportunidades que estão aí e tomando cuidado com os riscos, porque eles também estão aí. Né? E isso eu acho que é o melhor que dá. Ou seja, a coisa mais honesta é essa. É, eu penso assim, exatamente, é por isso que eu falo. Me fascina, porque eu não sou uma pessoa altamente tecnológica, mas tudo que a tecnologia tem, que eu vejo que pode ser útil, útil, né? No cenário de vida e no cenário profissional, eu gosto de saber. Eu sou muito curiosa, né? Então, essa curiosidade é uma coisa que me, ela coça, sabe? Então, assim, quando eu ouço falar de uma coisa que eu não sei nada, eu quero pelo menos entender um pouquinho. E foi isso que aconteceu com a questão das IAs. Eu não sabia nada e aí você me mostrou um pouquinho, aí eu gostei um pouquinho. E aí a gente foi, né? Eu fui me interessando mais, eu fui vendo que aquilo fazia sentido pra mim, que aquilo podia sim

me ajudar. Fui perdendo um pouco do medo, né? Vendo que tem limites, que dentro desses limites aquilo é seguro, confiável. Então, você ir vivendo mesmo, aquilo que eu falei no início, né? Uma coisa é você ouvir, outra coisa é você vivenciar. Então, e a gente, quando eu comecei, eu comecei pelo GPT, né? E aí depois a gente mudou, que hoje a gente, né? Eu uso, praticamente não uso mais o GPT, mas uso bem pouco. Eu uso muito mais o Cloud e os agentes lá dentro, né? Porque, assim, gente, o Fernando, ele desenvolveu uma série, os agentes não são meus, tá? Eles são meus mais ou menos, calma. Eles são meus, eles já me conhecem. mas o Fernando desenvolveu toda uma programação, podemos chamar assim? Sim. Né? Em vários agentes, né? Que operam no Cloud e eles vão, cada um deles tem uma função,

mas você podia falar um pouquinho melhor disso, né? Para o pessoal entender. Isso é legal, legal. É, bom, assim, eu desenvolvi isso, mas quem usou melhor até agora foi você, até por isso, né? Que essa conversa, acho que faz sentido. Bom usuário. É uma excelente usuária. Realmente, você e Berta estão ali, né? E por ângulos diferentes, né? Ela faz o quê? A Berta é médica também. Ah, da saúde. Da saúde. Tá vendo, gente? O pessoal da saúde, ó. O pessoal da saúde tá ligado, o pessoal da saúde, eu acho que é o que tá mais ligado. É É curioso até isso, assim, como que, pra saúde, meio que casou o momento certo, né? Então, o pessoal tem muito conhecimento técnico, muito conhecimento, e no final, o que eu tenho muita clareza é, hoje, quem tá sendo muito afetado e pode se beneficiar, é quem tá nessa camada de conhecimento. Porque, uma década atrás, a camada muito afetada era de informação.

Então, tanto que TI é isso, a tecnologia da informação. Então, essa camada da informação, de organizar as coisas, estruturar as informações, banco de dados, teve toda a fase disso acontecer, e que não tocava quem tava um degrau acima disso, que é conhecimento, né? Que é, basicamente, pegar essas informações e estruturar de um jeito que só você conseguiu estruturar pelo seu conhecimento, né? Então, tá nessa camada. Agora, Iá tá chegando nessa camada. Então, todo mundo que tem conhecimento tá sendo impactado e pode ir pro bem ou pro mal, pode acelerar ou pode ficar pra trás, né? Então, tá vivendo esse momento. E médico tem muito conhecimento, então o pessoal da medicina tá muito nessa fase de sentir que ou eu me mexo, ou eu E aí tem gente se mexendo, tipo, querendo falar contra, né? Sim. Assim, o médico, mas também o artista, de forma geral, né? Roteirista, essa galera também tá sendo muito impactada. Sim, sim. Então, assim, tem muita gente sendo impactada aí, porque todo mundo que tá na camada do conhecimento hoje tá tendo o mundo chacoalhado,

né? Basicamente, quem tá nessa fase. E você tá usando muito bem os agentes, porque os agentes, eles têm duas vertentes, né? Eu construí eles Basicamente, fui pegando todo o meu conhecimento desses 20 anos de storytelling, de storytellers, tudo que eu levei pra ensinar em sala de aula e faculdade, tudo que eu levei pra ensinar nas empresas e fui passando pros agentes. Parte é porque eu já tinha esse conhecimento registrado e parte é porque eu tive que ir colocando mesmo. E aí, então, eles têm basicamente uma dupla função. Eles podem te ensinar o que eu te ensinaria, se você começar a conversar com eles e eu acho que é nisso que a Berta usa muito. Ela conversa como se estivesse conversando comigo, até porque ela é a minha aluna mais antiga. Ela fez todos os meus cursos, todas as mentorias há mais de uma década e ela falou pela primeira vez eu consegui entender um monte de coisa que você me fala há uma década atrás. Eu tive essa conversa que não acaba nunca mais com você, porque com você, né? Que você fizesse uma mentoria. Com você é uma hora, duas horas e acabou, eu não posso mais continuar.

Ali não, com a gente eu posso continuar, continuar, continuar e ele me conhece, né? Ele sabe os projetos que estão em andamento, então ele consegue pegar o seu conhecimento e cruzar comigo. E você usa mais o outro lado do agente que é o lado até mais prático, que é, tá bom, legal, nem me interessa tanto saber isso aqui, da teoria, o pensamento, o que você consegue fazer isso na prática pra mim, né? Assim, pega esse conhecimento todo aí e me ajuda a montar esse storytelling aqui, me ajuda a montar essa sequência de story, né? Tipo, vamos pra prática, né? Eu falo bem isso com ele, eu falo, essas ferramentas aí que o Fernando te deu, pega essas ferramentas aí que o Fernando te deu, essas coisas, esses input aí do projeto que você ingeriu e me, faz um negócio, me ajuda aqui. Eu falo exatamente assim. Exatamente assim, né? E aí, tudo aí, tá certo? Tá certo. E aí ele vai e ele faz, né? Então ele pega toda esse, essa parte técnica que eu fui construindo ao longo de duas décadas e ele pega essas ferramentas

todas e aplica. Tanto que assim, eu acho que a gente tá vivendo uma fase que, assim, tem um termo pra quem é da parte de tecnologia que quem é programador despreza, mas que quem não é programador hoje tá vivendo muito chama Vibe Coding, que é a pessoa que vai programar sem saber nada de programação. Ela vai programando meio que na Vibe, né? Tipo assim, mais pra cá, mais pra lá e tal. E aí quem é programador vai criticar porque fala assim, não, quem sabe escrever o código e tal. Claro, né? É óbvio que um programador fazendo Vibe Coding vai fazer uma coisa muito melhor do que a pessoa que não é programadora fazendo Vibe Coding. Só que o que tá acontecendo é o Vibe Coding começou como uma coisa de quem não era programador e hoje os melhores programadores estão todos fazendo Vibe Coding também. Porque tem vários que falam assim, cara, sei lá quantos meses que eu não escrevo uma linha de código. Porque ele sabe o que ele tem que fazer, mas a máquina escreve mais rápido do que ele. Escreve rápido. Exato.

Então, né? Então assim, na hora que ele sabe apontar o caminho e falar o que fazer e o que não fazer, ele vai lá, faz o prompt dele muito bem feito dentro do agente dele que já tá muito bem programado, solta e vai embora e volta dali três horas. Porque o negócio vai ficar rodando sozinho lá e quando voltar vai ter feito o negócio melhor do que se ele sentasse pra fazer. Primeiro que ele ia levar mais do que três horas e segundo que ele vai, a máquina leva mais à risca as regras que a gente fica com preguiça de tipo assim, tá, tá, tá, né? A máquina faz melhor. Igual tem o vibe coding da programação, a gente tá indo pra um vibe storytelling agora, que é você conseguir contar a sua história sem ter que ser roteirista. Sim. Sem ter que ter, porque por trás de storytelling tem um monte de, isso é uma coisa que muita gente, talvez até hoje, provavelmente não sabe, né? Mas existe um monte de técnica. Quando eu dava os cursos na SPM, duas décadas atrás, uma das primeiras aulas, a primeira aula, eu tinha que começar a falar assim, cara, storytelling não é dom, não é talento,

é técnica, é pura técnica. Eu mostrava centenas de livros que ensinam sobre como fazer uma peça de teatro, como fazer um filme, como fazer um roteiro de cinema, como fazer literatura, pra tudo isso tem técnica. E storytelling é meio que a reunião, a junção dessas técnicas todas, o que funciona pra todo mundo. Sim. Aí eu peguei essas técnicas e fui levando pros agentes. Agora você não precisa das técnicas, você pode simplesmente falar, pega essas técnicas aí e aplica aqui pra essa história que eu quero contar. Então é um vibe storytelling, você não precisa dominar as técnicas pra conseguir contar muito bem a sua história. Tinha um texto que eu li há um bom tempo atrás, de um cara que é o Afonso Romano de Santana, ele fez um pós-fácil de um livro, tem o prefácio, tem o pós-fácil. Eu posso falar assim, cara, eu vou te contar que esse livro que você acabou de ler, ele aconteceu de verdade. E o Jorge Amado

leu num jornal sobre isso. Só que assim, a notícia do jornal serviu pra embrulhar peixe. Aí inspirou o Jorge Amado, mas na prática serviu pra embrulhar peixe. O Jorge Amado contando a mesma história transformou num livro traduzido em 70 línguas. Então o que tem no texto do romancista que não tem no texto do jornalista? Então ele joga essa pergunta. Aí o Afonso Romano de Santana é um jornalista. Então ele ainda se coloca ali no meio desse processo. Acho que eu conheço esse rapaz. Ele se chama Flávia. É exatamente isso que ela faz, gente. A Flávia é impressionante. Eu falo, já falei isso. Eu conto a minha história pra Flávia. Ela me devolve a mesma história. Eu escuto a história tão mais interessante do que a minha que eu falo, não acredito, né? E não tem mentira, gente. Não tem nada inventado. É a mesma coisa. Os fatos são os mesmos. Eles são reorganizados,

vistos por uma ótica diferente. Tem um gancho mais interessante, né? É isso aí. São isso. Mas no final Muda tudo. Muda tudo. A história mesmo. É a diferença entre a notícia de embrulhar peixe e o livro traduzido em satenta língua. Exatamente. É exatamente isso. Só que no passado você dependeria de Ou ter um talento natural, porque assim, não é dom, mas é óbvio que a gente tem mais facilidade. Qual qualquer coisa no mundo, né? Qualquer habilidade. Qualquer habilidade. Jogador de futebol. Tem o moleque que já sai chutando a bola direitinho. Mas tem aquele que foi lá e aprendeu e aprendeu a jogar bem, tipo, Cristiano Ronaldo. Ele sempre falou que ele nunca era um bom jogador. Ele era o mais esforçado de todos. Então, meio que tem os dois lados. Então, você Mas a técnica, se você for desenvolvendo, você desenvolve. E tem gente que tem esse talento A Flávia sempre teve esse talento mais natural. Até porque a Flávia, ela tem um

Uma fluência social que é impressionante. Ela é aquele tipo de pessoa que se você jogar numa mesa de bar sem ela conhecer ninguém, daqui 15 minutos ela já tá amiga de todo mundo e o pessoal chega. Peraí só um pouquinho. Isso eu também faço. Com tranquilidade. Porém, virar os textos e as histórias que ela faz com as narrativas e isso aí eu não faço. Então, calma. Ela É assim, eu entendi. Ela tem essa habilidade e essa habilidade foi sendo aprimorada. Isso. Eu acho que a minha eu aprimorei por um outro lado. Eu acho que assim, eu até consigo ver onde vocês foram pro lados diferentes. Você vai muito bem pro lado do network, sabe? De falar assim, tá, quem são as pessoas? Você consegue conectar as pessoas? Você tem todo um Um jogo de mesa até. Você conseguiria fazer muita coisa ali. A Flávia é aquela pessoa que consegue virar o centro da mesa. dela começar a contar a história e todo mundo parar de falar o que tá falando e começar a ver a história que ela tá contando. Aham. Porque ela consegue transformar qualquer coisa

numa fofoca. No final das contas, a Flávia é muito Ela é uma fofoqueira dela mesma. Ela começa a contar as histórias dela. É mais engraçado porque toda vez que é aqui A gente gravou, né, outros episódios do podcast. Então, assim, já estão públicos, tá certo? Uma coisa que vai a público. Aí na hora que eu passo pra ir a processar o O episódio. O episódio. A transcrição do episódio. É assim, pega isso aí e aprende, né, e faz a Absorve as informações que a gente conversou ali. As Iaças falam assim, olha, mas tem algumas informações que você tem que checar com a Flávia se pode ser publicado. Porque Aí você fala assim, cara, ela acabou tipo, gravando um podcast, meu amigo. Ela já publicou. Fica tranquila. Não precisa checar com ela. Já está Ela já Ela está confortável com isso. Ela está Ela que falou. Ninguém perguntou. Ela saiu falando. Então, a Flávia, ela tem essa característica. E é muito dela, assim, de Meio que não ter filtro. E ela é muito disposta a falar de coisas que a maioria das pessoas guardaria. Uhum. Ela sai falando.

Eu lembro que Quando ela engravidou a primeira vez, a gente estava em Paris. E eu lembro, tipo assim, cara, normalmente as pessoas esperam, né, dar três meses, aquela coisa à toa. No dia que descobriu a gravidez, ela já saiu gravando stories, entendeu? E falando pro mundo. Até ela tem isso muito dela. Não é natural das pessoas, né? Então, ou você tem essa natureza de sair divulgando as suas coisas e naturalmente você vai entendendo como que isso interessa pras pessoas. Ou então você vai aprender técnica pra isso que foi o meu caminho, né? Eu fui estudando e lendo centenas de livros e entendendo que, cara, por trás de tudo tem técnica. E fui jogando essas técnicas todas no agente. E aí, no final das contas, você não precisa mais aprender esse monte de técnica. Se você não tem esse monte de coisa, você pode ter o agente que faça isso pra você. O importante é que o agente esteja bem treinado pra isso. Porque se você chega pro chat GPT e fala faz aí um storytelling pra mim, ele não tem as técnicas específicas

pra isso. É que esse é o lado do agente. Sim. Ele vai fazer uma coisa genérica. Ele vai fazer uma coisa bem nota 5, né? O que, pra rede social hoje, principalmente pra concorrência como tá, já não é mais suficiente de segurar isso. Mas eu acho muito legal ver a forma como você tá usando, porque as pessoas, se não tivesse o seu caso, muita gente vem com uma objeção do tipo assim, ah, mas é que eu trabalho em outra coisa. Eu não consigo, sabe? assim, eu tenho Eu tenho Eu não vivo só disso, sabe? Minha vida não é a rede social. Porque essa é uma crítica que dá pra você levar de forma geral. Quase que pra todo guru de marketing digital hoje, eu vou assim, cara, mas você vive disso. É óbvio que pra você é natural, você tá gerando um monte de post, publicando todo dia. Você não faz outra coisa, seu trabalho é esse. É quase que igual falar assim, ah, o atleta tem que estar em forma.

Mas cara, esse é o negócio, uma coisa puxa a outra. É óbvio que o atleta vai estar bem fisicamente. Claro, é. Esse é pré-requisito. Quando você faz, é diferente. Então, você é sócia de uma rede de franquias de farmácia, você tem reuniões e você tá o tempo inteiro na rua falando com os médicos. Então, você Isso claramente não é nem a sua primeira atribuição, nem a segunda, talvez a terceira. Com certeza. E ainda assim, você consegue dar conta de estar publicando todos os dias, dos posts estarem indo muito bem, de ter cada vez uma tração maior, né? Esse movimento ficando E é aquela coisa, eu acho que até é muito legal quando a gente compara, né? Assim, pega um ano, volta um ano atrás, quando a gente começou a conversar um ano e meio atrás, né? Sei lá, se um post batesse 10 mil views, você fazia, pô, que legal, saber se foi bem.

Hoje, se um post bate 10 mil views, você fala, ah Normal. Normal, né? Tipo, tem melhor, eu já esperava mais desse aqui, eu já esperava mais, né? Então, assim, até vai mudando a sua relação com o que você espera daquele conteúdo, porque você começa a entender que, tá, com o que eu tenho de matéria-prima, dá pra fazer uma coisa que vai ter um engajamento maior, dá pra fazer uma coisa que vai Só me faltavam essas técnicas, só me faltava que é aquilo que o Afonso Romano de Santana terminava falando, né? Ele falava assim, cara, a vida de qualquer pessoa daria um livro, ponto. Só que teria que ser ouvida e escrita por um romancista pra que virasse um livro. E hoje a gente tem justamente os agentes podendo ser como esse romancista, né? Que vai trazer as técnicas pra fazer, pra prender a atenção, pra fazer o gancho, pra encontrar o ângulo mais legal. A própria Flávia, né, nas conversas com você, já solicitou

e criou dois agentes. Exato. Não é? Isso. Então você tem os seus agentes. Nas nossas conversas, exatamente. Nas conversas. Eu vejo isso que você falou, que sem dúvida nenhuma é fato, mas um outro lado que eu vejo muito forte é o seguinte, a gente especialista numa área, por exemplo, eu tenho certeza que eu não conheço a Berta, mas eu acredito que se eu sentar pra conversar com ela, a gente vai bater nessa mesma questão, que é, quando você é especialista numa área, você vê as coisas de forma muito crítica. Então, toda a informação, todo o conhecimento que você quer publicar sobre um determinado assunto, produto, tema, você tem, você vai bater num texto, numa narrativa pesada, às vezes. Informação muito densa, palavras mais difíceis, por mais que você saiba que você tem que facilitar isso, que você se policie,

né, a gente quer explicar tudo do início ao fim, porque a gente acha que se a gente deixar algum dos parâmetros de fora, a gente não tá sendo verdadeiro, a gente não se sente confortável com o texto, né? Então, sempre você tem essa nuvenzinha na sua cabeça, quando você vai gerar qualquer informação, qualquer informação. Se eu for fazer uma literatura lá da alquimia, que vai ser entregue no consultório do médico, eu vou pensar sim, se eu for gerar um reels, eu vou pensar sim, se eu for fazer uma sequência pro stories, eu vou pensar sim, né, eu tenho que falar aqui tudo pro meu cliente, meu cliente tem que entender, tem que deixar isso bem explicadinho, porque a gente tem esse compromisso com a verdade, né, a gente quer explicar. Isso tá no nosso chapéuzinho, né, de expert. Mas isso atrapalha muito, muito. E toda vez que eu ia pra escrever um roteiro, uma cópia, uma coisa, eu pecava nisso. Eu não conseguia me livrar disso. Com os agentes que eu utilizo hoje,

que você treinou, eu vou lá, faço o meu texto politicamente correto, não tem? Todo perfeito, do jeito que eu acho que tem que ser, com a informação, né, vou lá pra ele, falo bem assim, me ajuda a deixar isso estratégico pra tal canal. Então, se eu tô falando pro Rios, né, se eu tô falando que é um carrossel, se aquilo vai sair numa publicação, ou no e-mail marketing, ou no, né, eu falo com ele, olha, eu vou usar esse canal aqui, pra veicular essa informação. Eu preciso que ela seja estratégica, que ela esteja adequada, que ela seja interessante, que as pessoas, que as pessoas cheguem, que as pessoas comecem aqui no primeiro quadro do Stories, que elas cheguem no último, que elas sigam a linha narrativa, né, e ele vai lá, pega o meu texto, e arruma ele de uma maneira adequada para aquele veículo, para aquele canal

que eu estou usando, né, coisa que eu, sozinha, não consigo fazer, porque eu não consigo me destituir desse chapéuzinho de especialista, fica sempre um negocinho, entendeu? Então, assim, nesse aspecto, as ferramentas também são muito úteis para mim, muito úteis, porque elas me ajudam a ser estratégica, veicular informação da maneira estratégica, porque, gente, uma coisa que é muito verdade, não adianta a sua informação ser perfeita e ninguém consome ela, né? Ela está difícil, ela está longa, ela não está atraente, né? As pessoas não vão ler. Então, o que adiantou? Você fazer um negócio perfeito, robusto, concorda? Porque se comunicar é isso, né? A mensagem que eu estou passando daqui está chegando até você, você compreendeu,

você consumiu essa informação. Então, muito mais do que dizer tudo que eu acho que eu tenho que dizer na minha síndrome de especialista, é que você consiga acompanhar, você quer leigo naquele assunto, né? Que você consiga acompanhar e que aquilo faça a diferença na sua vida de alguma forma. Porque se aquilo te tocar de alguma forma, pronto, você ficou. Isso. Você está atraído ali. você vai seguir aquela informação, encontra, é a história de jogar a semente no terreno fértil. E isso é difícil, porque como que eu vou jogar essa semente? Eu tenho várias maneiras de plantar. Eu vou plantar como? Eu vou irrigar como? Eu vou cavar quanto? No solo. Será que eu preciso cravar muito fundo pra você entender? Ou será que seria melhor eu cavar raso? Acho que é uma analogia, entendeu? Então, assim, os agentes, o maestro lá que a gente usa, o próprio Plume, que ele me conhece muito bem, ele tem muita informação sobre a Raigna,

eles já estão direcionados pra fazer isso. Quando ele vai arrumar a informação, ele já arruma dessa maneira. Já arruma dessa maneira. Então, isso é muito bom. Eu acho até uma coisa importante, que é, às vezes, tem que ser mais simples mesmo, e você tem que facilitar a compreensão, e às vezes, até pode ser profundo. A questão é como que amarra essa profundidade, em que momento tem que ser profundo ou não. Como que prepara essa audiência, né? Exatamente. É a mesma história, eu tô falando pro topo do funil, pro meio do funil, funil baixo. E como eu falo em cada momento, como eu falo com cada um deles, aí os agentes sabem exatamente isso. Isso. Com qual linguagem eu falo, em que momento eu tenho que ser, como é que eu construo até chegar a esse momento aqui, como é que eu preparo. Então, tudo isso são coisas que você pode aprender a fazer, e se você for executar da mão, você ainda vai levar um baita tempo. Ou você pode terceirizar pro agente, e falar assim, cara, o que eu quero falar é isso aqui. Me ajuda aí. Me ajuda aí.

É, me ajuda aí. É bem isso. Porque assim, hoje você tem agências inteiras de marketing digital, equipes grandes, que você teria que contratar, pra conseguir alinhar essa estratégia toda. Com certeza. Entendeu? Então, assim, os agentes, eles auxiliam demais. Por isso que eu falo que acelera. Inclusive, reduz custo, né? Então, de novo, na atual circunstância de falta de mão de obra, custos elevados, pouco tempo, né? Porque a gente também precisa viver, passear, ficar com o filho, sair com o marido, né? Porque a vida não é só trabalhar. Sim. Porque até agora a gente só fala o valor de trabalho. Mas assim, sobrar tempo, sobrar tempo pra eu poder desfrutar desse tempo. acho que isso também é uma grande valia da inteligência artificial, né? É, é. É, o que eu percebo é isso, assim, as pessoas, eu não sei,

essa é a visão positiva, né? Tipo assim, cara, eu vou ganhar mais tempo pra poder aproveitar mais esse tempo. É, e eu acho que é possível, mas, e não só o ter mais tempo pra aproveitar o tempo, mas entra uma outra coisa aí também, que é redescobrir formas de trabalho, né? Até um estilo de vida. Foi o que você falou, você no carro conseguiu, né? Facilmente. Facilmente fazer. Então é uma coisa que, assim, você usou um tempo pra uma coisa produtiva e que te liberou um tempo de ter que ficar sentada no computador fazendo isso. Né? E do mesmo jeito que você tava no carro, eu faço muito isso nas caminhadas. Eu vou caminhar e eu gravo o áudio do que eu tenho que fazer e boto ele pra rodar, né? Então, assim, tem formas de, outras formas de viver que as pessoas, às vezes, não tão levando. A gente ficou muito preso ao modelo que durante muitos séculos foi o vigente, né? De sentar na mesa de trabalho e ficar trabalhando como se isso fosse equivalente a

trabalhar. Né? E às vezes, não, trabalhar é o que De outra forma eu não tô trabalhando, né? Isso, de outra forma eu não tô trabalhando. Exato. É, e não, na verdade, o mais importante é o que você, é o resultado daquilo que você produz, porque também produzir por produzir não tá aí, né? O resultado é aquilo que você efetivamente, é o que efetivamente aconteceu daquele processo. Então, porque tem muita gente que acha que, ah, vão julgar pelo meu esforço, né? Se eu trabalhar muito, até eu vou me sentir melhor porque eu fiz a minha parte, sabe aquela coisa que o time perdeu, mas jogou, deu o máximo, né? Não, se o time perdeu, perdeu, sabe assim? Perdeu. É, e isso, e assim, essa é outra coisa que eu percebo muito que ela, não é que tá mudando, ela já mudou, né? A minha geração, a nossa vez, né? Ela é assim, né? A gente aprendeu a trabalhar muito, muitas horas, ser dedicado, crescer, e fazer carreira, e daí, querer mais, né? A gente tem muitas ambições, enfim, né? Eu tô aí com meus 50 anos de idade e continuo trabalhando

muito. Não tô nem pensando em desacelerar, né? Nem entra isso na minha cabeça. Mas, a geração atual, isso não é o objetivo de vida deles. Nem de longe. Nem de longe, né? Eles não querem trabalhar 10, 12, 14 horas por dia. Eles não estão dispostos a isso pra construir uma carreira. Carreira pra eles não é ficar 5, 10, 15 anos na mesma empresa, né? Eles não esperam um ano, dois anos, cinco anos pra ser promovidos. Nada disso na vida deles. Sucesso pra eles é outra coisa. Completamente diferente disso. Então, de novo, olhando pra esse mundo aqui, que a gente tá rodando aqui das inteligências artificiais, é esse novo modelo de trabalho. Né? E que a gente que vem aí, né? Eu falo, a gente que é da era do Dial-Up, né? Porque, vamos combinar, o povo sabe o que é isso, entendeu? A gente vem se adaptando a todas essas diferenças.

E assim, e da pandemia pra cá, o digital acelerou na velocidade da luz, né? Então, assim, o que a gente vinha vivendo de tecnologias e avanços era de um jeito. Na pandemia, isso deu um salto, esse salto não voltou e essa curva continua um ascendente num ângulo grande, assim. É, tá exponencial. Exponencial. Então, assim, e é isso. E a gente tá aqui tentando acompanhar o rolê. É isso, entendeu? Vão ficar muito pra trás. Por isso que a gente fala que é tão difícil prever. Por exemplo, se a gente estivesse um ano atrás aqui, eu não tinha nem noção dessa conversa do que a gente tá falando hoje. Não, nem eu. Os agentes do cloud, né? E como a gente veio pra cá conversando no carro sobre usar o co-working. Tipo assim, onde é que tava isso, Fernando? O ano passado, se eu for voltar, um ano atrás, exatamente, junho, julho do ano passado, eu já tava começando a fazer agente, mas ainda não tava

tendo resultado legal com eles. tava um negócio que Eu tava fazendo porque eu tinha acabado de escrever um livro sobre arqueiéticos. Eles eram burros, né? Eles eram devagar. Eles eram burros, eles ficavam errando, eles voltavam pros mesmos vistos. Então assim, eu tinha muita dificuldade de conseguir direcionar eles. Eu tava começando a ter um pouco de resultado, mas assim, muito longe do que consegue hoje. Hoje, você chega e dá oi pro agente, e ele vai conseguir te conduzir pelo processo muito melhor do que o ano passado o agente, mas um prompt gigante conseguiria fazer. Então assim, a coisa avançou muito. E sem falar do co-work, dessas coisas, que ele vai realmente usar os seus dispositivos por você. E aí vai pra um outro lugar, que era impensável um ano atrás. Seria ficção científica, né? Pois é. E um ano mudou isso. Daqui um ano, eu tenho a menor ideia de onde vai estar. Então, onde estaremos? Menor ideia, menor ideia. Assim, eu acho que o grande salto

do ano é isso, é o OpenCloy Cowork, esse de você dar o acesso, o que vem depois disso, eu nem consigo imaginar, assim, conceitualmente o que vem. Mas com certeza vem. E não vai demorar esse bobear ainda esse ano, né? Sim, isso mesmo. É isso aí. Então assim, não dá pra ficar de fora disso, né? A gente tem que ir acompanhando. Eu numa velocidade bem menor que a sua, mas a gente Como eu falei, alguém vai abrir essa picada na mata e alguém vai só trilhar a trilha limpa. Eu sou essa pessoa nesse caso, né? Eu tô certo, mas aí você Vou aprendendo. Mas você pega a trilha limpa e você corre na trilha, que essa é uma diferença. Tem gente que vai ver a trilha limpa e vai falar assim, ah, a trilha tá aí, a hora que eu precisar, eu vou. Eu vou, né? É, mas não é bem assim não, muita gente já passou na sua frente. Exatamente. Muita gente já passou na sua frente, né? Então é isso, mas assim, eu falo que essa questão toda, né?

De como você falou, eu uso muito, né? E uso cada vez mais. Ultimamente, normalmente no sábado, assim, quando eu não tô trabalhando no congresso e tal, é o dia que eu escrevo. E aí eu paro pra escrever o conteúdo da semana toda. E ali eu saio com a minha semana própria. Da semana que eu viajei, que eu fui pra São Paulo, que eu fiquei uma semana lá em São Paulo, no congresso, eu sabia que eu não ia conseguir escrever lá no final do dia, porque o dia termina muito tarde, a gente tá bem cansado. Começa muito cedo e tudo mais. Então eu tinha que adiantar a semana inteira antes de viajar pra eu não romper com o meu conteúdo. Então eu fiz isso, eu parei ali no sábado, escrevi tudo, mas eu escrevi o Storytelling da semana, todos os carrosséis da semana, os cinco rios, que eu tinha umas copies, né? E ainda as colunas, né? num único dia. Então assim, como que você consegue fazer isso se eu fosse sentar no meu computador ali e eu digitar tudo pensando eu com a minha cabeça, né?

Provavelmente eu não iria conseguir produzir essa quantidade de conteúdo. Talvez até fizesse, mas fizesse de uma forma mais simplista, né? Com menos profundidade ou com menos assertividade. Porque uma outra coisa também que eu utilizo bastante é que os agentes que eles pesquisem pra mim, né? O que que tá acontecendo? O que que tá rolando na internet? O que que tá rolando no mundo, né? O que que tem de notícia de saúde? O que que tá relacionado com o meu negócio? Faz um resumo pra mim, que a gente não consegue consumir essa informação toda. Como que a gente fica sabendo de tudo? Né? Faz um resumo pra mim e aí, óbvio, as coisas que estão mais ali eu vou me aprofundar, mas eu uso muito isso pra trazer contexto na história, né? Porque se todo mundo tá lendo e falando e ouvindo sobre um assunto X e eu consigo conectar a minha mensagem com esse X, você concorda que tem muito mais chance dela engajar?

É. Dela chamar atenção? Mas aí Dela, né? Óbvio. Óbvio. Óbvio. Entendeu? Mas aí tem gente que pode falar assim, ah, pô, mas como é que eu vou conectar o meu assunto que não tem nada a ver com copa com copa? Para isso temos um agente. Para isso temos um agente. Só por aqui, esse foi desenvolvido para mim? Esse foi desenvolvido. Está disponível para todos? Mas foi desenvolvido? Ele chama espuleta justamente porque ele faz as coisas que você não imagina que seriam possíveis de serem feitas. É, dá as peruí. Mais ou menos assim, você fala o assunto A que não tem nada a ver com o B e ele arruma uma conexão, né? É desse jeito mesmo que eu faço. Falo bem assim, olha, espuleta, eu falo com ele, ó, o que que tá acontecendo? É, eu pesquisei, ele não pesquisa bem. Então quem pesquisa é o maestro, quem pesquisa é o GPT, o GPT se você mandar vasculhar na internet, ele faz melhor que o Claudio, na minha opinião, tá? Mas você já usou o Zayt? Não sei. O Zayt é o agente de Aí, gente, já tem um agente novo,

eu não conheço esse, você não me contou, hein, Fernando? É um agente 007. Ele é o agente de pesquisar o que tá rolando agora no momento do que? Ah, não fui apresentada a esse agente. Pauta da tarde, depois que terminar o podcast, ele vai me apresentar o Zayt. Zayt. Mas eu tenho o Zayt, porque o GPT, ele pesquisa muito bem, né? Até porque ele entra mais na rede social, ele consegue, né? Eu vejo que o Claudio, ele fica mais mesmo no Google, na internet, no que tá aberto. Aquilo que tá sendo veiculado dentro da rede social pessoal das pessoas, ele consegue acessar menos. GPT vai mais, né? Ele traz pra mim um relatório, né? Aí eu vou lá, compilo esse relatório que eu aprendi aqui com o meu amigo, eu peço um arquivo MD, né? Que é pra gastar menos crédito da IA, entendeu? Aí ele dá um arquivo, eu pego esse arquivo e jogo no espuleta. Aí eu falo, espuleta, ó, o que tá rolando é isso aqui, né? O que eu quero falar hoje é isso aqui.

E aí, como que a gente conecta isso? E ele faz os ganchos. E ele não traz uma opção. Ele traz quatro, cinco, dez opções de você fazer conexão com o assunto e te pergunta, qual faz mais sentido pra você? Não é não? Aí você fala, gente, né? Você nunca, você fala assim, eu, sozinha, Ráigna, jamais ia pensar nessas conexões. Que isso saiu da cabeça maligna da Flávia. A pessoa que treinou esse, a gente chama Flávia. Entendeu? Flávia é muito grande. Mas ele é fantástico, ele é fantástico. Então, assim, e dá muito certo. E aí, quando você coloca que você publica o conteúdo, o efeito disso nas pessoas é muito diferente. O impacto. É totalmente diferente. É totalmente diferente. Entendeu? Então, além de você fazer mais rápido, você faz coisas que você não faria. eu já te falei, a primeira vez que eu sentei pra Porque agora também tem o YouTube, gente. Né? A gente, eu tô produzindo conteúdo para o YouTube.

Então, essa semana eu gravei 12 trilhas de um mesmo produto. 12 trilhas, ou seja, 12 vídeos, vamos falar assim, né? Trilhas é como usar gente em chão. 12 vídeos de um mesmo produto. Ou seja, 12 ângulos diferentes. 12 maneiras, 12 públicos, 12 dores. senta você sozinho pra falar de uma coisa e pensa, Fernando, em 12 maneiras. Você não vai fazer isso. Você vai fazer quatro, três, talvez. Você não consegue. A gente não Uma cabeça só. Entendeu? Então, assim, essa Essa diversidade, né? Isso tudo só é possível com os agentes. Né? Então, quando eu centro lá com o maestro pra ele me ajudar a redigir os roteiros do YouTube, ele já tem lá dentro toda uma informação ali do que eu preciso fazer pro YouTube, de como fazer,

do tempo adequado, a narrativa, as palavras-chave, o SEO, os subtítulos, né? Tudo bem. Eu sei isso, eu até sei, porque eu já estudei o negócio. Mas eu teria que lembrar. É muita coisa. Ou me preocupo com o meu texto, Fernando. Ou me preocupo com esse monte de regrinha que eu tenho que ter, porque não é só você gerar o conteúdo, ele tem que performar. Senão, afinal de contas, eu tô perdendo meu tempo. Tô falando com as parades. Só pra publicar na internet, não tem sentido, gente. Isso tem que ser uma informação viável, consumida e ranqueada. E a IA tem que ler essa informação, que é pra gente realmente estar fazendo um negócio direito. Ela não tem só que aparecer no Google, a IA tem que ranquear. Então, pra eu fazer tudo isso, eu preciso, eu, Raigna, me preocupo só com a informação. O agente faz o resto pra mim. E quando eu mando o arquivo lá pro pessoal da agência que vai postar no YouTube, que eu também não vou postar,

não vou subir nada, né? Ela sabe exatamente como que ela tem que botar o título, o subtítulo, a palavra-chave, né? Tá tudo lá mastigadinho e atualizado, porque essas regras também são dinâmicas. O que era no ano passado não é mais esse ano. Então, mesmo que você tenha uma puta de uma agência, ela tem que estar muito bem atualizada. O profissional tem que estar com a informação em dia. Senão, ele acha que tá fazendo certo e não tá. E a gente bota dinheiro no negócio e perde dinheiro. Então, assim, nesse Depois que eu entendi isso, né? Porque é aquilo que eu falei, a gente só entende quando a gente usa. É por isso que eu uso cada vez mais. Entendeu? Não faz mais sentido pra mim se eu vou gerar um conteúdo eu sozinha. Sabe aquela síndrome do ex-hus que eu faço melhor? Sim. A gente tem esse problema também. Não, peraí, eu vou fazer melhor. Eu consigo Eu vou botar uma informação aqui mais bem elaborada. Pode até ser tecnicamente. Mas olhando

pra todos esses parâmetros que a gente tem que olhar hoje, jamais eu conseguiria. Jamais eu conseguiria. Então, a gente precisa, sim, de ajuda especializada. Então, hoje, ó, vou falar pra vocês aqui, ó, eu tô usando, vou usar um novo agora. Vou falar pra vocês quantos agentes tem dentro dessa ferramenta mágica. Ó, os que eu mais uso são seis que eu uso habitualmente. Story Flower, Spin Doctor, o Plume da Heigna, que é o meu, o Garçom e o Spuleta, que eu uso. E o Maestro. O Maestro, exatamente. O Maestro. Esqueci, eu comecei do Story Flower, né? O Maestro é o primeiro, tá? É o primeiro da lista. Meus favoritos. Isso. Mas aqui, no nosso time, né, Fernando? Calma que eu vou achar. A gente tem mais um monte. Deixa eu achar esse que ele falou agora, eu vou botar nos meus favoritos. Peraí, gente, ó. Nós temos Gepeto, Legendário, Chapeleiro Maluco, Singelo, Bisturi, Alpinista, Cão Parejador, olha a quantidade. Detetive do Sucesso. Ah, os sites que não tá ainda.

Tô falando que não tá aqui. Não foi lançado. Gente, se tivesse aqui, eu já teria visto, porque eu sou boa nisso. Aham. O Espinho, eu já tô usando. O Vidente, o Dilema de Saci, o Espoleta que eu já falei, o Story Flower, o DNA Verbal, olha só. E aí, o Plume, o Garçom e o Maestro. Olha isso. Então, cada ferramenta dessa, ela é especializada numa coisa. Num tipo de narrativa. Num tipo, é isso aí. Né? Num tipo de narrativa. Ou em pesquisa, ou seja, em ajudar a gente a ser mais assertivo na informação que a gente quer transmitir. É fantástico isso aqui. É fantástico isso aqui. Agora, eu vou querer o site. Tá vendo, Fernando? Não tá aqui. Não tá aí, não. Pim, não conformidade. Fala, fala, fala, eu tinha certeza que eu já tinha subido. Não, é ruim que eu não ia ver, hein? Eu futuco. Não, é porque no sábado, a gente fez um encontro com a galera, né? E aí, o pessoal foi falando, não, sobe aí, sobe aí. Porque eu fui abrindo todos que eu tô, porque assim, isso é o que tá disponível agora. O que eu tô construindo

que tá no meu computador já tem mais de 100. Aí, eu fui mostrando pra galera, não, esse aqui a gente quer, esse aqui a gente quer, esse aqui a gente quer. Ah, então eu vou querer uma sessão dessa que eu vou futucar no computador do Fernando pra falar qual a gente que eu quero. Ah, entendi. Eles estão em desenvolvimento ainda. Mas a gente pode desenvolver a 4 nós. Pode, claro, claro. A gente vai treinando ele. O site, eu já tô validando bastante ele, que ele é pra isso, ele é pra pegar, o Zeitgeist, o que tá acontecendo no momento, e eu dei muitas especificidades de como, quando, onde, exatamente como pegar. E ele tá trazendo coisas, assim, fantásticas. Mas realmente ele, eu não subi, então Pra ele peneirar bem a informação. Garimpar bem. Pra ele garimpar bem, ele fazer realmente coisa de trendwatching. Ele tem um banco de dados dele que tá o tempo inteiro mapeando tendências que tão Que tão Marginais. E ele começa a pegar sinais.

Ele tem todo um treinamento de Que eu estudei A minha carreira, eu comecei lá atrás, na publicidade. Você tem que ser bem sensível nesse negócio. Isso. E eu comecei lá, tá? Quando eu descobri o storytelling, foi Eu atuava como trendwatcher. Eu tava Eu trabalhava em agência monitorando tendências. Então eu aprendi como é que ele lê os sinais do que vai virar tendência. E aí eu ensinei esse processo de trendwatching pra ele. Eu tô gostando. Eu tô gostando. E aí ele tá sendo alimentado com as tendências que vão acontecendo. Ele tá Um processo todo de acompanhamento. Então ele já tá ligado. Ele Diferente do GTPT que Não vai ter esse acompanhamento do que vem rodando. Ele vai ter um acompanhamento pra você. Do que tá rodando no seu segmento. E aí ele vai começar a pegar tendências do que tem de acontecer no seu Em nível mundial. Em nível local. Sim. Esse é um É um baita de um agente. Mas ele está em fase de desenvolvimento. Mas eu já vou querer. Então tá bom. Tá? Já vou querer. Requisitado ao vivo. Requisitado ao vivo.

E aí é isso. Assim, essas sessões ao vivo estão engraçadas também, né? Porque É Aí, ó Inclusive, talvez, quando as pessoas forem ver, né? Talvez já esteja online. Quando a pessoa já tenha subido, né? Quando o episódio for ao ar. É porque a gente tem, né? Essa margenzinha aqui entre gravar e soltar. Mas é isso. Então o O Zayt, ele tem as características. Mas tem vários outros agentes. E cada um vai ter uma Todos eles surgiram de uma necessidade específica De alguém. De alguém. Minha ou de alguém. Então, eles todos têm um porquê de existir. Talvez você não use. Mas pra alguém pode ter certeza que ele é muito útil. Sim. Então isso é uma coisa muito legal também. Que assim Nem todo mundo Eu acho que ninguém vai usar todos os agentes. Nem tem essa pretensão. Nem acho que é por aí. Mas eu acho que vão ter os seus agentes preferidos. Do mesmo jeito que você usa muito espuleta, por exemplo.

Tem gente que não usa. Que acha que nada a ver o espuleta. Mas que Acho que assim Um dos poucos que Todo mundo usa é o maestro. O maestro, ele tem uma natureza um pouco diferente. Ele é o meu conhecimento de 20 anos de storytelling. Basicamente o maestro é isso. Com todas as técnicas que eu juntei ao longo de 20 anos. Trabalhando com as maiores marcas. Que eu aprendi com as marcas. Que eu aprendi lendo mais de 300 livros de roteiro. Tudo que eu coloquei. E eu fui colocando isso tudo em arquivos. Ele absorveu esses arquivos todos e criou. E eu primeiro Eu criei o primeiro modelo de parâmetro. Cheguei a criar 20 réguas de como eu acho que aquilo tem que ser. Tipo assim Tecnicamente falando. Qual que é a nota da capacidade de prender a atenção desse conteúdo. Então assim Nota zero. Não tem nada. Nota um. Só tem uma técnica básica. E eu fui montando essa régua. Montei várias réguas.

Usei pro livro que eu tava escrevendo primeiro. Então eu sempre sou o paciente zero de tudo. Aí depois que ele tava muito validado. Muito funcional. Aí eu fui usando a IA pra me ajudar. E criando as outras. Hoje tem Já estão 160 réguas. Que ele vai ter. E ele não vai aplicar todas ao seu Ao que você tá colocando. É. Eu já percebi. Ele fala bem assim. Aqui são aplicadas É Midas. Não sei o que. Ele vai dando Ele vai escolhendo de acordo com o que você precisa. Você vai assim. Tá. Isso aqui Eu vou usar pra isso. Ele não precisa de todas as réguas. Ele precisa que tenha a ver com aquilo. Isso. Ele tem todas as réguas na mão. E isso na verdade Ele surgiu tecnicamente. O maestro surgiu de um workshop que eu dei presencial. Pra médicos inclusive. Que eram keynote speakers de farmacêutica. Eles falaram assim. A gente quer que você avalie a performance das pessoas que vão pro palco. Né? Uhum. E a gente não quer que você seja bonzinho. A gente quer que você seja técnico. Então se a pessoa tiver nota 3. Você tem que dar nota 3.

Eu falei Cara, esse é um papel ingrato. Sabe assim? Uhum. Tipo Então no mínimo eu vou ter que desenvolver Uma justificativa de por que eu te dei 3. E pro outro eu dei 8. Não pode ser porque eu gostei ou não gostei. Tem que ter parâmetros. Tem que ter parâmetros. Tem que ter critério. Sim. E aí eu como especialista comecei a pirar na coisa dos critérios. E aí eu fui desenvolvendo uma régua pra isso. Aí depois eu apliquei essa régua pro meu conteúdo. Eu vi que funcionava muito bem. Eu falei Cara, isso aqui é muito legal. Aí eu escrevi um livro inteiro e fui melhorando essa régua. E aí depois foi assim que surgiu o maestro. E aí hoje ele tem esse monte de régua. Ele tem um monte de coisas que ele consegue. E ele é desenhado pra medir aquilo que todo mundo acha que não dá pra medir. Uhum. Então assim Ele quantifica ali e te dá um score. Ele te dá um score. Tipo assim Quão interessante é o seu conteúdo. Se você Ah, não sei subjetivo. Subjetivo nada. Não. É totalmente técnico e ele tem todos os critérios pra te E se for nota 4, ele vai te dar nota 4. Falar porque é 4.

Isso. E dar o passo a passo de melhorar. Sugerir as melhorias. As melhorias. Ele vem Tipo assim Pra você avançar um passo, você tem que fazer isso. Pra você avançar Pra ficar nota 10, você tem que fazer isso, isso, isso, isso, isso e isso. Exato. Aí se você quiser ajuda, pega isso aqui e você pede pro próprio a gente implementar. É. Não, é fácil porque ele vai É isso que eu falo. Ele vai direcionando a gente. Ele pergunta assim Eu preciso de um fato específico pra colocar aqui. Você tem esse fato? Você tem essa informação? Aí me conta. Aí você fala, tem, não tem? Não sei, não lembro. Você dá a sua resposta, não sei. Aqui você acha que você deveria fazer essa frase, deveria ser escrita dessa maneira. Posso ajustar? Ele vai perguntando. Ele não é pra frente invasivo, né? Não, é isso. Mas ele vai Ele orquestra. Ele orquestra. Exatamente. Ele vai direcionando tudo que você deveria fazer pra melhorar a qualidade daquele texto. E aí com o uso, você também vai ficando mais

Mais ligado, claro. Mais ligado. Por exemplo, em muitos momentos aqui das minhas Meus papo cabeça aqui com eles. Eu falo bem assim, mas aqui, você errou isso, né? Porque outro dia você me falou que tinha que fazer um negócio assim. Mas aqui você não fez. Entendeu? Aham. Aí ele fala, realmente, eu priorizei tal coisa e não fiz tal coisa. Entendeu? Aham. Mas a gente pode fazer as duas. Aí ele vai, entendeu? É isso. Então, você vai entendendo. Você vai É uma ferramenta muito gostosa de usar. Muito gostosa de usar. E assim, se eu tô com um pouco mais de tempo Aham. Pra fazer aquele determinado conteúdo, a gente vai No papo cabeça. Conversando mais. Aham. Se eu tô comendo sempre, eu falo bem assim, olha, resolve aí. Me dá a sua melhor versão. Falo bem assim, rodas maestrias. Não me dá um texto cru, não. Rodas maestrias, já me dá um texto lapidado.

Uma versão publicável. Aí ele já vai lá no Vral. Ele pula essa etapa, eu já falei pra ele. Não quero saber hoje, não dá pra conversar com você. Desse jeito que eu faço, tá assim? Tô ensinando aqui, ó. Não dá pra conversar com você hoje, me dá uma versão direta. Ele já vai sozinho. Ele pega o que você quer dizer e já faz esse atalho. Então assim, ajuda muito. Agora, quando a gente Quando eu tenho mais tempo que eu posso ir seguindo, eu gosto inclusive de rodar cada uma das correções em separado. Porque, por exemplo, se ele propôs cinco correções, vamos supor, na minha narrativa. Eu posso rodar cinco de uma vez. Ele faz assim. E eu posso rodar uma a uma. Né? Eu já percebi que quando a gente roda uma a uma É melhor. Ele evolui mais. No final, a gente chega num resultado que nem ele tinha projetado inicialmente. Você entendeu? Mas aí tudo depende de como é que tá o seu dia ali, como é que, né? A sua cabeça, enfim. Uma série de coisas. Mas ajuda. De qualquer forma, ajuda muito.

Ajuda muito. Ajuda muito. É, então. Aí esse de um a um, aí entram aquelas As skills que ajudam a já fazer um pouco disso de jeito mais automático. Aham. Fala aí, vai. Aí tem a versão disso Porque no final das contas é isso. Cada rodada de conversa, ele tem uma quantidade de informação que ele consegue processar. Você tá. Né? Então, assim, se você fala faz tudo de uma vez, ele fala, beleza. Ele vai ter que priorizar algumas Ele vai economizar um pouquinho. Ele vai economizar. Ele vai olhar e falar assim, tá, qual que é o 80 a 20 do negócio? O que vai trazer mais resultado? É isso aqui? E o resto ele deixa de lado. Ele não prioriza tudo. Se você dá de pedacinho em pedacinho, ele vai fazendo mais mastigadinho, mais bonitinho. Então, eu fiz algumas habilidades que, se eu não tô com tempo, mas eu quero que ele faça de pedacinho em pedacinho, a habilidade faz isso. Vai fazer de pedacinho em pedacinho. Só que aí as habilidades são por maestria, né? Então, assim, se eu quero que fique mais interessante, tem mind skill. Ele vai pegar e colocar todas as coisas que tornam o texto mais interessante.

E em rodadas, cada rodada um negócio. Vai criar vários arquivos. Vai jogar sobre um arquivo versus arquivo. Ele tem todo um processo pra fazer isso. Nesse meu desenvolvimento foi um grande avanço quando eu consegui chegar nessas skills. Mas é isso. O maestro, ele é o De certa forma, o grande professor. Porque ele tem todo o conhecimento técnico. É isso mesmo. Ele é o regente da orquestra. Ele é o regente da orquestra. Ele é o regente do conteúdo como um todo. E como ele tem todas as réguas técnicas. E todas as réguas técnicas tem É muito legal de pegar e ler a régua. Porque as réguas são muito legais de serem lidas também. Elas vão lá e Não sei se você já teve essa curiosidade de ler uma maestria ou ler uma régua. Já. Algumas. Algumas. Me mostra o que é essa maestria. Ele vai lá e ele conta tudinho. Né? Como que é? Como é que não é? Por que que é? E tal. Ele traz tudo. E é bem interessante. Porque a gente vai entendendo.

E aí você consegue depois pedir especificamente aquilo. Aquilo lá, exatamente. Busca aquilo. É. Prioriza isso. Isso. Né? Mas assim, são muitas, né, gente? A gente não consegue ler todas. Mas eu já li algumas. Algumas. Umas Sei lá. Umas 20, eu acho que eu já li. Ah, legal. Eu acho que eu já li umas 20. Então, isso aí você vai aprendendo. Porque eu acho que esse tem um lado. Igual o vibe coding. A galera que não manjava nada de código. Começa a fazer vibe coding. Depois de um ano, começa a saber um monte sobre programação. Porque naturalmente, você vai entrando em contato com a linguagem. Com a lógica. Você vai se deparando com problemas que tecnicamente tem solução. E aí você começa a aprender soluções técnicas. Então, você vai, na prática, aprender o negócio. É a mesma coisa. Você vai conversando com o maestro. Ele vai te falando coisas. Ele te dá uma nota baixa e te fala por quê. Fala, cara, tá faltando um gancho. Aí você fala assim, mas o que ele quer dizer com gancho? Você não ouviu o contato. Isso. Aí você pergunta. Aí você pergunta. Ele vai te falar, não, o gancho é o que vai começar. Que tem que assim. Ah, tá. Tá bom. Então, coloca esse gancho. Ele vai colocar assim.

Ah, entendi. Realmente. É, propõe você. Eu já fiz muitas vezes. Eu não sei o que é isso que você tá me pedindo. Propõe você. Ah, ele vai lá e coloca. É. Aí quando você vê o antes e o depois, você fala. Ah. Isso. Aí fala, não, isso eu não posso falar porque isso não tem a ver comigo. Mas eu posso falar outra coisa. É isso aí. Você vai entendendo. Seu mestre mandou, né? Seu mestre mandou. Exatamente. Maestro, né? Maestro. Seu mestre mandou, Maestro. Ué, a gente já brincava disso, ó. Entendeu? Muito tempo. Só que agora a gente brinca na IA. É. Mas é incrível mesmo, assim. Eu gosto bastante. Quando eu tô Tem um pouquinho Às vezes, assim, que eu tô viajando, sabe? Esperando voo. Aham. Entendeu? E você tem Né? Vou ler aqui. Vou aproveitar esse tempo. Aham. Me interar mais, né? Aham. Ficar mais íntima da ferramenta. Isso. Né? E aí é isso. Então, assim, tem que O IA e outra agente que eu acho que é fundamental é o plume. Que aí cada um tem o seu. Né? Porque Aí entra essa parte que é

Um Um conteúdo no final é essa Principalmente a inteligência artificial. Pra ela fazer um bom trabalho, ela precisa de contexto. Metade do contexto é técnica. E a outra metade é você. É isso. Você, suas histórias, o que você acredita, seus valores, seu jeito de escrever, as expressões que você usa. Isso. A sua A sua variação, né? De parágrafos grandes com parágrafos curtos. Quando você vira pro chat e APT e fala, me faz um Me escreve aqui um storytelling. Ele vai escrever do jeito chat e APT de escrever. Ele foi treinado pra escrever e tem aqueles vícios todos, né? Do tipo, não é sobre isso, é sobre aquilo, né? Então tem um monte de vícios, tem um monte de coisa que é cara de chat e APT. Não é do seu jeito de escrever. Então aí o plume é Ele vai pegar os seus conhecimentos, tem lá todo o passo a passo de montar. E aí você monta o seu que vai escrever como você, do seu jeito, conhecendo suas histórias. Então às vezes o maestro vira e fala, ó, tá faltando uma história assim assada.

Aí você pega e joga pro plume. E fala, plume, busca aí no No cofre de histórias. Das informações. Das informações todas. E o que a gente tem sobre isso? E aí ele vai virando essa dupla entre os dois, né? Eles trabalhando juntos. Aí boa parte do processo, digamos assim, de operário, né? As coisas do operário, do texto, você pode terceirizar pra IA. Se você tiver feito bem, feito sua lição de casa, de montar o seu plume direitinho. E tiver entendendo como o agente funciona, o agente técnico funciona. Aí realmente é isso. Você vai lá, você conta o que você quer falar, pede pra ele adaptar. Ele vai trazer coisas. E você vai e joga pro seu, que já tá treinado com as suas informações. Você vai virando essa coisa de No final, o maestro mesmo é você, né? Você vira o diretor da história, né? Você vai virando Tem o maestro, mas você vira o showrunner, né? Você tá conduzindo essa história que você vai querer fazer. E você vai direcionando aqui e ali. Mas você vai tendo os agentes como ferramentas pra ti.

É. E isso que você trouxe agora do contexto, Fernando, é uma coisa que eu percebo muito. Porque quando você pede uma coisa, quando você tá ali fazendo um prompt, eu preciso fazer isso, isso, isso, isso, né? Se você só diz o que você quer, a resposta é de um jeito. Quando você diz o que você quer, com qual objetivo, o que que tá acontecendo, né? Tipo assim, trazer contexto. Olha, nós estamos aqui hoje, eu e o Fernando, gravando um podcast, né? Num estúdio novo que a gente nunca tinha visitado, né? E o nosso assunto hoje é pra falar sobre os agentes. Você tá E quando você pede pra ele te devolver um resultado, é completamente diferente. Completamente diferente. Então, isso é uma coisa que eu percebo muito no dia a dia. Então, quando tem mais contexto ou mais tempo de você ficar conversando com a inteligência pra trazer essa informação pra ela, ela já tem lá um histórico todo, mas a informação

daqui do dia, né? Realista, do momento, da última semana e tal, ela gera um resultado muito melhor. Muito melhor. Então, realmente, aí passa pela coisa que você falou, mas chamou vibe, né? Vibe, Vibe. Vibe. Aham. Porque não parece um prompt. Não parece um prompt. Parece uma conversa. Exatamente. Né? Eu estou conversando com um amigo, contando pra ele o que aconteceu comigo nos últimos três dias, né? E a partir dali, esse amigo tá me entendendo. Aham. Ele tá fazendo uma leitura do que eu tô falando. Quando eu peço pra ele devolver pra mim essa redação, né? Redige aí sobre isso, ele me devolve de uma maneira muito mais rica, muito mais envolvente, muito mais atraente, né? Muito mais sexy, como a galera gosta de falar, né? Na linguagem do digital, né? Que aí o que você faz tem que ser sexy. Sexy. Então, é isso com certeza. Quando a gente usa, a gente vai percebendo isso muito claramente. Muito claramente.

É isso. E aí a vantagem disso, né? De você estar usando o tempo inteiro, é que o contexto, ele vai começando a ficar cada vez mais natural, porque Isso. Já tá lá, né? Já tá lá. Eu escrevo com ele todo dia, ele já vai Ele tá me acompanhando. Ele tá te acompanhando. É. Que é o que, de certa forma, muita gente acha que assim, ah, mas beleza, eu já converso há muito tempo com o chat-EPT, ele me entende. De certa forma, até um pouco do seu contexto, sim, mas ele não tem, da memória natural dele, ele não tem nem capacidade de absorver tudo que ele teria que absorver. Desde, primeiro, extrair o seu estilo de escrita, depende de um processo que não tem nada a ver com simplesmente você ir conversando com ele. E, além disso, de ter todas as suas histórias organizadas, tem um processo aí de absorver informações que não vai acontecer só na conversa do dia a dia. Ele até meio que tá te acompanhando, sabendo E ter algumas memórias de algumas coisas. Mas essa memória dele é diferente de quando você senta pra estruturar isso passando os arquivos, passando por um processo de estruturação e tal. E a outra coisa é, a outra metade, que é o conhecimento técnico específico daquilo

que você quer fazer, que aí ele vai fazer genérico, né? Depois você vai dizer, ah, tá bom, adapte para o YouTube. Beleza, ele tem lá mais ou menos um passo a passo de Só que é diferente de você ter passado as técnicas que mais funcionam, que já foram validadas em cima de Com certeza. Totalmente diferente. Com certeza. Então, a diferença do agente é essa. Ele ter aquele conhecimento de silo, né? Específico. Começa aqui, termina aqui, a fronteira é essa. E isso aqui vai fazer muita diferença o fato de você estar fazendo direcionado pra isso. E no caso, os agentes todos que a gente tem são muito voltados pra experts. Pessoas que são autoridades no mundo real de um jeito ou de outro. Então, seja o executivo de uma empresa que tem um conhecimento específico da empresa, do segmento, ou a pessoa que tem um conhecimento, né? Um palestrante, um médico, enfim. É uma pessoa que sabe muito sobre um campo de atuação.

E é muito em cima disso que ele tá estruturado pra transformar em conhecimento, transformar em conteúdo, transformar em narrativo. É. É bem isso mesmo. Mas assim, eu acho que você precisa falar uma coisa que você não falou. Ah? Como é que as pessoas fazem pra poder usar isso? Porque a gente tá dentro, eu hoje eu tô dentro de uma conta empresarial, né? Isso. Uma conta profissional. Aham. O Fernando vai explicar. Do Fernando. Então, ele me coloca lá como se eu fosse uma pessoa da empresa dele. E aí eu consigo ter acesso aos agentes que ele criou. Então, explica um pouco disso, pras pessoas entenderem como acessar essas ferramentas. Hoje tem que ser assim, isso é a única forma que eu consegui encontrar rápido de dar o acesso, né? Porque, basicamente, o que eu fiz, eu tinha, eu primeiro criei essa conta empresarial pra minha equipe, né? E pras pessoas poderem ter acesso às ferramentas que eu usava pra mim. Porque no final, tudo nasceu de eu fazer pra mim. Então, assim, tá, até aqui vamos começar. E veio de coisa, inclusive, alguns até, tipo, as meninas fazendo lá os textos pra vocês,

e você falou assim, cara, isso aqui não tá legal, sabe? Tipo, não tá no meu estilo, não tá E eu Tem que corrigir muito. Ficou a ideia de ficar muito em cima, e eu falei assim, cara, tipo E aí eu ficava olhando, e eu falei assim, cara, isso aqui, de verdade, sabe? Eu já resolvi isso aqui anos atrás, sabe? Isso aqui já meio que tá mapeado, e tipo assim, tá, e a verdade é que eu mesmo já não faria isso aqui na mão, isso aqui eu botaria um agente. Então eu comecei a organizar os agentes pra que a equipe pudesse começar a usar. Aí eu comecei a ver que E aí foi muito por sua causa também, né? Que é, se eu pegasse esses agentes e desse na sua mão e você operar eles, o resultado era muito melhor do que eu dar na mão da minha equipe pra fazer por você. Porque você tendo a conversa direta, na hora que ele vira e fala assim, ah, eu tô precisando desse dado aqui. Você fala, eu tenho, tá aqui. Então assim, em 10 segundos resolver uma coisa que se fosse pegar, passar pra pessoa, pra voltar Aí começa a virar uma burocracia que é bem mais rápido resolver por você, né?

Então assim, a pessoa própria operar, o resultado é muito melhor. E E aí começou a vir esse E eu achava que não. Eu achava que não. Você achava que não? Eu achava que não. Eu te falei isso várias vezes. Eu achava que eu ia ter mais trabalho. Eu não sabia como ia funcionar. Ah, verdade. Hoje eu tô bem convencida, mas no começo quando ele falava isso pra mim, eu falava, nossa, mais eu pensava Mais um trabalho pra mim. Mais um trabalho pra mim. Não, você vai entender, você vai usar, você vai fazer isso fácil. Ele falava. Você vai tirar isso de letra. Ele falava pra mim, eu falava, ai meu Deus do céu, lá vem o Fernando. Não, mas foi fácil, não foi? Foi super. Foi super. Foi super. Mas a gente, né? A gente, dá licença, eu sou um ser humano normal. A gente tem recusa das coisas novas. Mas sabe o que eu percebo? Assim, da minha experiência com a gente. Porque eu tô num outro patamar, né? Então hoje eu converso com 40, 50 agentes ao mesmo tempo. Coisas acontecendo muito. E eu tenho que coordenar vários em coisas diferentes, né? E o que que eu gosto de trabalhar com a gente?

Eu gosto de trabalhar com pessoas por um motivo. Eu gosto de trabalhar com a gente por outro motivo. O que que eu gosto de trabalhar com a gente? Não tem ego envolvido. Então você vira e fala assim, você fala assim, cara, isso ficou um lixo. Faz de novo. Ele não vai ficar bicudo. Ele não vai ficar, sabe assim? Não vai só de pirraça. Não tem pirraça. Não tem briga. Você também briga com os agentes? Eu brigo pra caramba. Ah, eu também brigo. Eu brigo. Eu coloco eles pra brigar entre eles também. Então assim, eu começo Eu tô arquitetando agora. Eu tenho uma Achei que era assim. Uma e a chinesa, que é o Kimi. Que é tipo o Cloud chinês. Já ouvi falar. Tô usando muito o Kimi. Inclusive, hoje o Kimi lançou o K3, que é a versão Fable deles. Tô ligada, tô acompanhando. Então, eu tô usando o Kimi, o chat EPT, o Cloud e o Grock. Os quatro ao mesmo tempo. E eu dou a mesma tarefa pros quatro. E falo, vocês estão em concorrência entre vocês. Eu quero ver quem faz melhor. E aí eles começam a brigar e tá. E como começa a ler o arquivo que o outro tá escrevendo.

É muito legal ver o processo deles. Tipo hacker. Tipo hacker. Não, não, não. Porque como eles estão em acesso ao meu computador, toda vez que um escreveu o arquivo, o outro já pode ler. Então tem os que começam a ter estratégia de não botar o arquivo Ele coloca num temporário pro outro Tipo assim, eles começam a ter esse tipo de coisa. É muito engraçado ver. Mas no final eu falo, mas agora eu quero que vocês trabalhem em equipe. Em equipe. Que vocês trabalhem bem juntos. Aí tá tudo certo. Aí eu começo a falar que o outro foi generoso em fazer. Começa a abrir o arquivo. Então é muito engraçado, né? Essa coisa como eles se adaptam à cultura que você coloca. Se você coloca uma cultura de pressão e competitividade, eles ficam competitivos. Se você fala pra eles se darem bem, eles se dão bem. Então isso eu gosto muito de brincar, de experimentar. E só precisa falar uma vez, né? E só precisa falar uma vez. Ah, isso que é ótimo. Isso é maravilhoso. Não é igual a gente. Você fala uma vez. E diz assim, cara, eu gosto disso desse jeito. Pronto, aqui pra frente é só desse jeito que ele vai fazer. Então isso é uma coisa que eu acho muito legal. E aí Quando eu empacotei isso tudo, eu falei, tá, agora como é que eu tenho isso?

Tudo tá preso no meu computador. Como é que eu vou dar acesso às pessoas? Então eu encontrei esse jeito de criar uma conta corporativa no cloud, que ainda é disparadamente o melhor pra lidar com texto e conteúdo. Ninguém chega perto, não adianta. E aí pega o cloud e coloca as pessoas como colaboradores da empresa. Então é como se você estivesse trabalhando na empresa, só que ao invés de você usar pra mim, você usa pra você. Você pega os agentes e usa pra você. Então, hoje essa é a forma que tá acontecendo. Hoje eles estão usando julho de 2026, não sei quando a pessoa vai assistir, né? Mas tem até um projeto de avançar isso além do cloud, isso realmente se tornar uma coisa independente. Independente. Então, isso tá no roadmap aí pra avançar pra isso, mas hoje é isso. E no cloud eu tenho uma limitação de até 150 contas que podem ter lá dentro. Então também na hora que estourar isso, eu não sei como é que eu vou fazer isso. Eu vou abrir uma outra conta corporativa, ou sei, aí eu vou travar nos 150 e dali só na hora que eu arranjar uma outra saída. E a ferramenta avança antes. A gente vai ter uma nova possibilidade.

Quantas pessoas você tem hoje? Hoje tá em 20. Ah, então. Acho que vai dar tempo. Acho que dá. De avançar, né? É. Não, mas sabe que não, porque aí é o modelo de negócio. Na verdade é o contrário. O que eu percebo? Que cada vez mais a tendência é, e isso o cloud tem feito assim constantemente, é diminuir cada vez mais o acesso que é subsidiado. Por que acontece? Por que eu fiz a conta desse jeito? Porque ela é subsidiada. Essa conta, essa conta Teams, né? Que ela é intermediária. Ela não é a conta individual, mas ela não é a conta corporativa. Ela é a conta intermediária. A conta corporativa já foi como essa conta do Teams, que é, você tem uma cota de uso, e pararam. A corporativa não tem mais a cota de uso, acabou. Você tem que pagar por token. Então é muito mais caro. É assim, quando eu digo muito mais caro, é 20 vezes mais caro do que quando você usa dentro dos limites da cota. Sim, aí você inviabiliza por outro lado. Você inviabiliza e fica expressivamente mais caro.

Então, eu falo assim, que dependendo do enter que você der, vai custar mil reais um enter. Literalmente, eu já dei enter e custaria mais do que mil reais. Assim, dá. Dá pra acontecer esse tipo de coisa na hora que acabar essa cota de subsídio. Essa é outra coisa. Eu não sei como é que vai estar daqui a um ano, porque eu não sei como é que vai estar. Essas políticas todas. Como é que vai funcionar? Isso. Da parte comercial. Da parte comercial. Então, assim, o que eu sei é a tendência maior é cada vez mais aumentar o custo de uso dos Cada vez mais eles ficam mais capazes e melhores, mas cada vez mais também fica mais caro usar. Então, uma coisa vai meio que E aí tem alguns lendo tendências, os sinais periféricos. O que o Cloud desenhou de modelo, o Kim e o ChatGPT já embarcaram juntos. Então, o ChatGPT lançou O Sol. O Sol agora. Eu tô acompanhando.

Tá acompanhando, tá acompanhando. Ah, ele lançou o Sol e junto com o Sol, ele copiou o modelo do Cloud, que é Tem o limite de horário. Aí ele primeiro copia igualzinho, o limite de 5 horas, janela de 5. Ele melhorou muito a qualidade de texto que ele gera. Ah, ele tá bem melhor. Melhorou muito. Melhorou muito. Melhorou muito. Melhorou muito. Não é o Cloud, mas melhorou. Não é o Cloud, exatamente. Não é o Cloud, mas E o que eu vou perceber nesse, tem um avanço cada vez maior na capacidade deles, mas vai ficando cada vez mais caro. Então, hoje, pra você esgotar Antes, a sua cota de ChatGPT era, entre aspas, infinita. Cara, assim, usando o normal, era impossível você ficar sem ChatGPT. Hoje, um prompt bem estruturado no coworker ali do ChatGPT, um prompt acabou, só a cota da semana. Acabou. Eu acabei com um prompt, eu acabei a cota da semana. Então, assim, muda um pouco o jogo, ele fica mais capaz, mas ele gasta mais. Sim. Então, a gente tá nesse modo de não ser como vai ser no futuro,

mas hoje esse modelo tá muito legal. Entra lá numa conta corporativa, nessa conta Teams, né? Então, você entra como se fosse um funcionário. E aí, as pessoas, conforme vão usando, toda vez que você dá um enter, o investidor da Antropica tá pagando pra você, né? Você tá custando pro investidor da Antropica. Sim. Então, você tem alguém subsidiando isso. Como vai acontecer no futuro? Não sabe, mas por enquanto tem essa oportunidade. Eu acho que todo mundo devia aproveitar muito agora, no mínimo, pra estruturar os próprios agentes. Porque uma coisa é, se ficar tudo muito mais caro, você ter os seus agentes, você pode usar modelos menores e mais baratos. E você vai gastar menos. Porque você vai gastar menos tendo já uma coisa bem estruturada. Porque o que as pessoas talvez não percebam é, não é simplesmente jogar todos os seus conhecimentos de, ah, não, eu tenho aqui a minha tese de mestrado, eu tenho os meus estudos, eu vou jogar tudo aqui. Ele não, ele não sabe. E ele é preguiçoso. E ele começa a ler e ele para de ler,

ele larga na metade, ele esquece. Sim. Então, você tem que estruturar esse conhecimento de um jeito que fique útil pra ele. Se você não fizer isso agora, vai ficar cada vez mais difícil fazer. Fazer. Então, eu acho que isso deveria ser uma coisa que todo mundo já está olhando. Igual, sim, pra quem veio acompanhando e olhou pra prompt, porque engenharia de prompt era um negócio muito, e continua sendo importante, mas menos, porque mais importante do que um bom prompt é ter um bom agente, bem estruturado, que nada mais é do que um prompt bem, muito bem montado, com um monte de arquivos juntos que apoiam aquele prompt. Então, ele é um super prompt na prática, né? Sim. Um agente é isso. Não deixa de ser uma pasta com um monte de arquivo, mas são arquivos que têm que ser muito bem estruturados pra que eles fiquem o mais efetivo possível e gastem o mínimo de token possível pra ter o máximo de acesso sobre quem é. Você, o que você gosta. O melhor resultado. O melhor resultado. Melhor performance possível de escrever em seu nome e conseguir efetividade

do que você busca, da informação que você quer passar, do seu jeito, nas suas regras, porque aí entra muito as pessoas falam assim, pô, mas Eu vejo até meio que o movimento, né? Primeiro a pessoa, ele fala assim, ah, eu uso o chat EPT normal. É, que bom, já escreve. Já faz. Aí depois, um tempo, ela fala, cara, mas não resolve o meu problema, porque eu começo a velhinha, eu tenho tanto trabalho de ficar arrumando, acertando, até ficar do jeito que eu gosto, que é mais fácil eu pegar e escrever. Então a pessoa já meio que passou de fase. Aí o próximo, a fase é, cara, mas se você montar um agente que você explica bem direitinho, umas duas, três vezes, e ele aprende, depois você não precisa mais fazer, aí você passou de fase. Então basicamente a gente é isso, é você explicar muito direitinho quem é você, de que jeito você faz, dá os arquivos que ele vai te pedir, né? Então, por isso que o processo, eu acho que assim, o primeiro passo é, você vai entrar na conta e o onboarding começa com, você vai montar seu agente, a primeira coisa é, você monta o seu agente, que vai poder escrever

qualquer conteúdo no seu nome, seja o seu site, que hoje é muito importante, porque você tem que ter alguma coisa pra sear saber em quem é você, então o seu site, ou o episódio do YouTube, se você é do YouTube, ou a newsletter, ou o conteúdo de Instagram e TikTok, o que quer que você vai escrever, outros agentes podem te ajudar, mas você precisa ter quem que vai, assinar no seu nome, a sua voz, a sua voz, eu falo que, eu falo que o plume, é a minha voz narrativa, é assim que eu defino ele, é isso aí, a sua voz narrativa, o plume é a minha voz narrativa, eu estou, certíssimo, é isso aí, ele tem que ser aquela coisa, que você assina embaixo, no final, ele tem que escrever, você assina embaixo, você falou, é isso aí, é assim que eu falo, exatamente, não é assim, se eu tivesse parado pra escrever, era exatamente isso que eu teria escrito, isso, então é isso, a engenharia do plume, na verdade, eu creio também, pra mim, pra que eu pudesse escrever, mais posts de blog, mais rápido, porque eu comecei a entender, a importância disso, e eu comecei a ver, que eu não podia ficar,

mais que nem no passado, eu podia me dar o luxo, de ficar uma hora e meia, escrevendo um post de blog, bem estruturado, não dá mais, agora eu posso gravar, um áudio de cinco minutos, passar pra ele, e eu, daqui dez minutos, eu volto, pego e posto, isso, né, então, é um outro processo, até eu chegar nisso, eu levei um baita tempo, mas eu levei nada muito longo, até entender o que tinha que ter nesse agente, o plume é, o resultado disso, assim, quando eu entendi o caminho das pedras, eu, assim, tá bom, vou te conduzir por esse processo, tem um agente que vai te conduzir, no final você vai ter o seu agente também. Isso, aí a gente chega lá, e aluga, um lugarzinho nessa conta, como se a gente estivesse alugando uma caixinha, na cabeça do Fernando, né, como se estivesse no cérebro dele, umas caixinhas, a gente ocupa essas caixinhas, entendeu? A gente usa e convive todo mundo muito bem, nessa comunidade. Essa comunidade. E aí é isso, né? Tá dando super certo. Tá dando certo. Todo mundo que eu encontro, por exemplo, encontrei Carol essa semana, Carol Guerra, primeira coisa que ela falou comigo, Raigna, eu tô amando usar os agentes.

Você é? Ah, que legal. Sentei, na hora que eu cheguei, Raigna, eu tô amando usar os agentes do Fernando, eu falei, realmente, eu também sou fascinada, quanto mais eu uso, mais apaixonado, né? Então, eu acho que, só tem um jeito, não gostar, se não usar. Se não usar, não vai gostar, exatamente. Porque se usar, se usar vai gostar, exatamente. Exatamente. E quanto mais usar, mais vai gostar. É isso aí, é verdade, é verdade. Entendeu? E a doutora Ju também, que é dentista, ela tá tendo muitas, ela tá viralizando várias coisas, de uma semana pra cá, ela tá arrebentando, também, porque ela começou a, tá, eu vou mergulhar neste agente, esse aqui, este um, eu quero entender esse aqui, começar a conversar muito bem com esse aqui. Com ele. Que é o legendário, que é o do, como você vai fazer textos virais pra Instagram. Ela mergulhou nesse agora, ela tá arrebentando. Então assim, eu acho que esse é o processo que, que é legal, você encontrar o que vai funcionar pra você. Isso, cada um tem um objetivo, e é daquele momento, a estratégia que tá ali, né? Aham. E funciona, funciona muito, assim, viu? E aí o que,

o, o, o, se a política da IA mudar lá, o negócio, você arruma um jeito. Não, eu tô ligado em tudo que tá acontecendo e testando tudo, porque até o que eu já fiz, é, eu não tô mais preso à antrópica, se acontecer alguma coisa, eu já tenho como migrar pra qualquer um dos outros. Eu fiz com que hoje, eu consiga trabalhar com qualquer um deles, e a qualquer momento, eu consiga migrar pra qualquer outro. Transacionar pra lá e pra cá. Eu tô conseguindo fazer essa, essa, essa brincadeira. Graças a Deus, entendeu? A gente tem que ir lá. Então assim, estamos tranquilos nisso, mas assim, o que eu acho muito, é, o que eu acho muito, divertido, é, essa, essa possibilidade, até quase que de um, de um novo formato, de, porque, ele junta coisas em ângulos diferentes. Eu tô desenhando as coisas de um jeito, não deixe de ser uma experiência quase que literária, você conversar com a gente, é quase como se você estivesse lendo um livro, em que você faz parte do livro, né, então tem um pouco disso também,

que eu quero cada vez mais colocar. Então tem umas coisas que eu tô puxando de storytelling, que é assim, do ponto de vista de storytelling, seria muito mais legal, se fosse assim, se ele fosse um personagem, se a conversa dele fosse mais, um diálogo, então, e eu vou puxando essas coisas, e agora eu vou colocando uma nova camada, que quando era só pra mim, não precisava, sabe assim, tipo, é só pra mim, ou a gente pode ser seco, duro, o tanto que ele faça bem feito o trabalho dele. Sim. Agora que tá indo pra outras pessoas, você fala, não, tá bom, então agora, vamos colocar uma nova camada, pra deixar ele mais legal. Ontem eu tava conversando com uma advogada, a Maria Luiz, né, e ela tá, tem um processo lá, que assim, depois de uma longa conversa, se você quiser, você pode ter um, você fala assim, eu quero coffee break agora. O coffee break, ele vai resumir aquela conversa que você teve, aí ele vai escrever, bilhetes pra você mandar pra outros agentes, que é basicamente o prompt de início de uma nova sessão, e pra qual agente você tem que mandar aquilo, e ele vai escrever uma carta, duas cartas, uma carta é o,

o Claudio falando com você, ele contando como foi a experiência dele daquela sessão, ele vai contar pra você, e foi aí muito que, nessas cartas que eu aprendi até como melhorar, coisas do sistema, dele me contando como foi a sessão, e eu fazendo ajuste, e a outra ele vai criar uma carta surpresa, que pode ser, você pra você do futuro, você de hoje pra você do passado, você do passado, você do futuro, o agente pra você, você pro seu sócio, ele vai, do que ele sabe sobre você, ele vai criar uma carta surpresa, que é uma experiência muito legal, é, essa, ela achou que foi a coisa mais fantástica, e tudo isso é essa carta, que a gente pegou, e usando o co-work, juntou, 200 arquivos que ela tinha perdido no computador dela, numa pasta só, e transformou essa pasta, numa pasta agêntica, inteligente, que consegue, fazer coisas, né, e aí a carta dela, falando com esse, cara, a gente tá trabalhando nesse, nesse projeto, há três anos, e tava perdido, e é isso, e no download, tarará, tarará, e agora, ela começou a ficar emocionada, de ler a carta,

assim, porque ela realmente, é isso mesmo, sabe, tipo, isso tudo que tá falando, é o que eu diria pra mim, nesse processo, então, então, coisas assim, muito bacanas, que tão acontecendo, dessa, dessa camada, humana, dentro da IA, sabe, de botando as técnicas, de storytelling, pra, pra, pra, pra, mexer nessa camada humana, acho que isso tá, tá curioso, mas, enfim, assim, é isso, né, acho que, já estouramos aqui nosso tempo, ah, tamo bem, uma hora e quarenta, tá bom, conversamos bastante, conversamos bastante, e, bom, muito obrigado, fiquei muito feliz até de saber, ah, eu que, eu que agradeço, mais uma vez, tá aqui no Autoria com você, não, você, pode convidar, você vai ser sempre, sabe, quero vir uma vez com a Berta, eu e a Berta, vai ser, vai ser divertidíssimo, eu vou ser a Berta, eu acho que tem que ser, só vocês duas, né, a gente faz um encontro, o que que você tá usando, o que que você tá usando, o que que você fez com esse agente, o que que você fez com esse outro, entendeu? Vai ser muito legal, pensa nisso, quer dizer, a Berta não é de São Paulo,

né, então, ela vai ter que, ela tem que vir, ou então ela grava lá, a gente grava aqui, depois a gente, pode ser, a gente pode fazer uma live, pode ser uma live, uma live podcast, dá certo não? Dá, acho que dá, acho que dá, mas é isso, a gente tem, tem que fazer um encontro, fim de ano, alguma coisa assim também, você já falou disso, já falou disso, já falei, tem que organizar isso, promover o encontro da autoria, acho que tem que fazer sim, tem que fazer porque, porque vai ser, vai ser uma experiência muito legal, acima de tudo, vai ser uma experiência muito legal, né, porque, quer queira, quer não, é um processo muito pioneiro, em muitas coisas, tem muita coisa que eu sei, que eu estou fazendo aqui, que vocês estão fazendo, por tabela, que não tem ninguém no mundo fazendo, e por conta disso, eu sei que tem uma experiência aí, que é diferente, né, então é legal trocar, com quem está passando por isso também. Com certeza, eu ia adorar. Não, vamos fazer a construção, vai rolar, vai rolar. Então bora, até a próxima. Até a próxima. Obrigada. Obrigada.

FAQ

Perguntas frequentes

Preciso ser da área de tecnologia para usar agentes?

A experiência de Raigna mostra um caminho de uso fora da área de tecnologia. Ela parte do conhecimento da farmácia e de tarefas reais, como escrever colunas e organizar conteúdo. Os agentes apoiam a execução, enquanto ela avalia o resultado com a experiência que já possui no negócio.

Como adaptar conhecimento técnico ao público?

Escolher a profundidade e o canal ajuda a tornar o conteúdo consumível. Raigna relata a tendência de acrescentar informação por conhecer muito o assunto. A conversa desloca a atenção para o leitor: a mensagem precisa fazer sentido para quem recebe, além de estar correta para quem domina o tema.

O que diferencia o PLUME de um prompt isolado?

Na conversa, o PLUME é apresentado como um agente que trabalha com o contexto e a voz de uma pessoa. Fernando relaciona esse uso à possibilidade de reconhecer o próprio modo de escrever no resultado e de assinar o texto, em vez de apenas obter uma resposta genérica.

Glossário

MAESTRO
No contexto do episódio, agente que Fernando descreve como o seu conhecimento de 20 anos de storytelling organizado em réguas. Ele dá nota a um texto e indica o que falta para melhorá-lo.
PLUME
Agente dedicado ao contexto e à voz narrativa de uma pessoa. Reúne histórias, valores e jeito de escrever para que o texto final soe como quem o assina.
Vibe storytelling
Expressão usada na conversa para criar histórias com apoio de técnica narrativa incorporada ao agente, sem que a pessoa precise ser roteirista.

Glossário completo da casa

Atualizado em 25 de setembro de 2026.

Todos os episódios