Como automatizar conteúdo com agentes de IA em equipe
Automatizar conteúdo com agentes de IA em equipe é organizar especialistas para transformar uma fonte autoral em peças com funções diferentes. Cada agente recebe contexto, critérios e uma entrega delimitada. No EP04, nós discutimos essa passagem entre conversa, vídeo, newsletter e conhecimento, com a publicação automática ainda como horizonte do projeto.
Vídeo
Estreia agendada para 18 de setembro de 2026, às 19h, no horário de Brasília.
Resumo
Quatro episódios gravados e uma cobrança na mesa: para onde está indo esse material? Na abertura do EP04 do Podcast Autoria, Flávia Monjardim pergunta a Fernando Palacios por que os podcasts ainda não foram publicados. A conversa, gravada em 2026, encontra um problema de produção que começa depois da gravação. O áudio precisa ganhar destino, ritmo e tratamento. Fernando explica que o material já alimentava o conhecimento dos agentes e defende formar uma reserva de episódios para sustentar a cadência quando a rotina apertar.
Uma conversa pode fornecer um vídeo, uma newsletter, cortes e referências para trabalhos futuros. Cada destino, porém, exige decisões próprias: qual trecho tem sentido fora do episódio, que contexto precisa acompanhá-lo e como escrever sem descaracterizar quem falou. No EP04, nós apresentamos a equipe de agentes como uma divisão desse trabalho. Fernando descreve especialistas que recebem uma tarefa, aplicam seu repertório e encaminham a entrega para o próximo. A discussão permite distinguir a matéria disponível da peça que alguém consegue compreender e usar.
Preservar a voz depende também de manter acessível o repertório do autor. O Plume entra na conversa como o agente que reúne histórias, escolhas de linguagem e conhecimento pessoal, enquanto outros especialistas contribuem com a construção de cada formato. Flávia leva a questão para quem aprende: será que toda pessoa precisa construir um agente? A resposta passa pelo pedido bem formulado, pela diferença entre bot, agente e personagem e pela possibilidade de perguntar como uma decisão foi tomada durante um trabalho real.
A cidade descrita no episódio ainda estava em construção. A interface visual aparece como intenção, a postagem inteiramente automática permanece como horizonte e o soft opening surge como abertura gradual. Esses limites ajudam a ler a conversa no tempo em que ela aconteceu. Na parte final, o reaproveitamento do conhecimento alcança livros e linhas de produto, além das redes sociais. Os capítulos permitem escolher entre produção editorial, aprendizagem, voz e desenvolvimento da cidade. A transcrição integral conserva o percurso da conversa e explicita as limitações de revisão e atribuição de fala.
Capítulos
- A conversa começa
- Flávia cobra o atraso
- O áudio alimenta o Plume
- Últimas horas do Fable
- Temos uma cidade
- O que muda na prática
- Podcast vira conteúdo
- Agentes especializados
- Trabalho em equipe
- A régua de qualidade
- Curso, conhecimento e consumo
- Mentoria vira referência
- Prompt engineering era o começo
- Depois do prompt engineering
- Bot, agente e linguagem
- Checklist e parâmetros
- A cidade visual
- Plume e voz do autor
- Trabalho no computador
- Tutor e acompanhamento
- Além da viralização
- Linha de produto
- Kimi entra na conversa
- Soft opening da cidade
Transcrição
Esta transcrição foi gerada a partir da legenda revisada do episódio. A legenda não identifica locutores de forma confiável. ASR e cotejo textual, sem escuta integral; falas incertas preservadas.
Olá, estamos aqui de volta, mais um episódio de Autoria, nosso podcast aqui, eu, Fernando Palacios, junto com Flávia Monjardim, a maravilhosa esposa e sócia fundadora da Autoria, que estamos para contar algumas histórias, e hoje vai ser um episódio especial, um episódio lavação de roupa suja, onde Flávia tem várias dúvidas, objeções, críticas e questionamentos que serão colocados aqui ao vivo, não ao vivo, mas serão colocados aqui na mesa para a gente debater e entender, então, da onde viemos, para onde vamos, e é isso. Sejam bem-vindos, pessoal, a mais um episódio do Autoria Podcast, esse que é, acredite se quiser, nosso quarto podcast, só que nenhum foi ao ar, nenhum foi ao ar, e é com isso,
com esse questionamento que eu abro, porque eu não te encontro mais, eu não te vejo mais, eu não falo mais com você, e as pessoas vêm até mim, Flávia, fala isso com o Fernando, eu tenho uma lista de coisas que eu quero falar com você, que eu preciso falar, mensagem que eu preciso mandar para fulano, ciclano, dar resposta, eu não consigo. Então, vamos começar pelo mais fácil, o que você está fazendo e por que raios que esses quatro podcasts não estão no ar, seus respectivos cortes, para onde está indo esse material? Muito bem, muito bem, ótimas perguntas. Primeira coisa, o material, o áudio já foi, não ao ar, mas já foi absorvido pelas inteligências artificiais, então parte do princípio que a gente buscava, a gente já conseguiu o que era aproveitar essa matéria-prima, então isso a gente já fez. Mas foram absorvidos, mas não viraram nada ainda. Não, eles viraram muita coisa, só não foi publicado ainda, mas já virou muita coisa.
Então assim, parte do processo é esse, é conseguir aproveitar as histórias que a gente está contando, as coisas que a gente está falando, e alimentar o nosso plume, então o plume está completamente atualizado com tudo isso, e organizando também já o, sincronizando com os conteúdos que vão ser lançados daqui para frente. Então para aproveitar essa janela de ter aí quatro episódios para frente, basicamente um mês para frente, um por semana, que aí a gente já tem tudo planejado e como isso se deriva para outros conteúdos, para a gente não ficar toda hora correndo atrás do próprio rabo, a gente tem essa gaveta aí, essa janela de gravação. Então basicamente parte da coisa foi o propósito ao mesmo, da gente ter uma reserva antes de sair publicando, para não virar voo de galinha, que essa é uma das, eu acho que é uma das grandes dores aí que o expert muitas vezes vive, a gente já viveu muito isso, que começa com uma empolgação do negócio, aí acaba dando um tropeço porque não dá para manter
a consistência o tempo inteiro porque a vida acontece, e aí nessas acaba perdendo o ritmo e falha, e aí acaba largando. Então o melhor jeito de resolver isso é não estar fazendo toda hora, vendendo o almoço para comprar o jantar, é conseguindo o tempo inteiro ter uma reserva e se você falhar tudo bem, que você ainda tem um estoque e depois você repõe o estoque. Então basicamente estava construindo o estoque. Então parte de por que não foi ao ar é estratégico, é intencional, proposital, que é vamos montar um estoque primeiro. Então essa é a primeira coisa. A segunda coisa é o milagre a gente ter quatro agora, considerando tudo que aconteceu nos últimos tempos. Para quem está assistindo aqui, são as últimas horas do Fable no ar, eu nem deveria estar gravando isso aqui agora, eu deveria estar lá trabalhando, aproveitando os últimos momentos do Fable. Não é que ele não vai estar no ar, ele vai estar no ar, mas ele vai ser proibitivo, né? Vai ser, cada enter que você dá ali dá 200 reais, cada enter que você dá, então
vai ser meio que bastante inacessível. mas eu vim aproveitando aí as coisas que aconteceram de inteligência artificial, em que basicamente, segundo o próprio Claude, eu avancei 37 anos em um mês. Então, esse mês foi um mês muito acelerado. Ok, mas o que significa na prática, no duro, no duro, avancei 37 anos em um mês? O que que Tá bom, o que significa 37 anos em um mês, né? É O que que temos hoje que justificou esse tempo todo? Hoje nós temos É Uma cidade, basicamente é isso, temos uma cidade. Imagina Mônaco, sabe Mônaco? Que no meio da cidade tem uma pista de Fórmula 1?
É um pouco mais ou menos isso. A gente tem meio que um Mônaco, é uma cidade que tem uma pista de Fórmula 1 dentro. Essa cidade tem uma pousada boutique, essa cidade tem um bistrô assinado Michelin, essa cidade tem uma patisserie, essa cidade tem uma academia, e quando eu digo academia, vale nos dois sentidos, né? Academia da mente, academia do corpo, como se fosse uma universidade, né? Essa coisa do jogo de palavras. Essa cidade tem um Uma espécie de um mirante em cima de uma colina, e dentro desse mirante tem uma máquina do tempo. Então a cidade tem uma série de edifícios, e em cada edifício tem Habitantes. Personagens contratados, que vivem dentro desses edifícios. E cada personagem tem uma especialidade, ele tem uma capacidade de fazer alguma coisa.
Então eles são especialistas em coisas diferentes. E basicamente a gente tem É quase como se fosse uma cidade inteira rodando pra conseguir executar coisas diversas. Ok, mas na prática, essa cidade e essas pessoas, os habitantes da cidade, e essa patisserie, todo esse universo, nos ajuda como? Nos ajuda no caso nós dois, ou no caso as pessoas? Porque são coisas diferentes, né? Minha pergunta vale pros dois. Primeiro, diretamente. O que muda na prática? E como que isso nos ajuda? Autoria. E como que isso ajuda nossos clientes? O que vai mudar daqui pra frente? O que vai mudar? Então, dando exemplos concretos, acho que fica mais fácil. A experiência nossa é diferente da experiência dos alunos, dos mentorados, dos clientes,
mas ao mesmo tempo é relativamente paralela. Que a gente pula etapas e as pessoas têm um processo um pouco mais completo. Mas basicamente é, a gente vai agora, a gente consegue com um clique, fazer com que esse podcast vire vídeo viral no Instagram, que esse podcast vire newsletter, que esse podcast vire conhecimento pro agente de inteligência artificial, que esse podcast vire mais alguns cliques, que ele vire corte, que ele vai virando várias coisas num processo que não é só automatizado. Ele é automatizado especializado. É como se fosse uma automação de uma coisa artesanal, porque essa é uma das grandes diferenças, né? Hoje em dia tem um monte de gente que fala assim, ah, prompt pra escrever um livro. Você vai tentar ler o livro e o livro é uma porcaria.
O livro não vale nada. Não tem valor nenhum. Não, o que eu tô falando é, a entrega que a gente tem no final, a gente faz como se fosse a gente fazendo. Porque cada agente desses traz o nosso conhecimento acumulado de anos, décadas. Então, cada agente tem um know-how muito específico, uma ferramenta muito específica. Então, tem um muito especializado em escrever legenda de remix que viraliza. Então, todo o conhecimento da mentoria de remix, tudo isso, tá concentrado num agente. Esse agente, ele tem o momento certo de entrar em cena. Então, na hora que pegou, teve um agente que entendeu o podcast, já pegou e fez os cortes do podcast. Ele vai pegar a partir dos cortes e escrever a legendinha daquele corte. Então, todo aquele conhecimento é uma coisa específica, pontual, dentro desse processo. Tá, mas você falou que é uma cidade. É uma cidade. Uma cidade vai muito além de marketing post pra Instagram. Isso.
Então, esse é um exemplo. Esse é um exemplo. Isso seria o quê? Mas o que a Patisserie tem a ver com isso, entende? Ah, tá bom. É que são metáforas, né? Então, a Patisserie, no final das contas, é o edifício que vai cuidar, que cuida da parte de uma venda em volume. Uma venda, assim, a parte que cuida de copywriting, a parte que cuida de anúncio de conversão, que cuida dessa coisa da pastelaria, do dia a dia, das coisas pra vender. Então, a Patisserie é isso. Ela cuida de todos esses conteúdos muito mais focados no O objetivo é converter. O objetivo é vender. Então, tudo que tem a ver com isso, que tem a ver com lógica de equipe comercial, de script, de tudo isso, tem vários agentes, cada um especializado numa coisa diferente. E eles vão atuando meio que em um trabalho em equipe. Um termina, ele vai lá, dá pro outro, o outro pega aquele trabalho, trabalha em cima, passa pro outro. Um vai passando pro outro, e no final, o processo termina com tudo isso pronto.
E a gente ainda não chegou ali, mas vai chegar o momento que até a parte da postagem vai estar automatizada. Hoje não tá nisso, porque tem uma série de empecilhos técnicos. Mas vai chegar num momento que, assim, a gente terminou o podcast, a gente recebeu o vídeo do podcast, ele já até sabe que recebeu, já pega, já faz, já corta, já faz o processo, já escreve a legenda, já trabalha tudo que tem que ser feito e já até posta. Na mesma qualidade que a gente faz hoje. Melhor do que a gente faria hoje, se a gente fosse fazer por conta. Melhor. Não é na mesma qualidade, melhor. Porque isso é uma coisa que eu percebi na prática, né? O ser humano até pode aprender como fazer e fazer o melhor possível algumas vezes, mas depois fica com preguiça, sabe? Remix. Remix é um bom exemplo. Você tem que escrever lá uma legenda. Você até sabe que tem uma anatomia certa da legenda. Você sabe que tem algumas coisas que você não pode pular e tal.
Tem algumas coisas que tem que ter. O gancho, você sabe das características de como é que faz um bom gancho. Você sabe. Mas ele fala assim, ah, mas tá bom, sabe? Tipo, vai assim mesmo. Isso é uma coisa que a gente não vai fazer nunca. Ele nunca vai falar, tá bom, vai assim mesmo. Tipo, não. Ele vai chegar até ficar naquele padrão de qualidade superior. Então, ele tem da matéria-prima boa, ele tem todo aparato instrumental, todas as técnicas pra conseguir fazer o melhor possível, que é o melhor que a gente faria, mas a gente teria preguiça de manter isso todos os dias. A gente consegue por um tempo, depois a qualidade vai caindo. A gente vai ficando com preguiça, vai ficando cansado daquilo. Ele não fica. Ele mantém fazendo. E ele é uma parte do processo, né? Porque o remix, você pode ficar vivendo só de fazer remix e ficar o dia inteiro fazendo isso. Não, mas é melhor que seja um processo mais estratégico, mais completo. Os outros vão fazendo com que esse processo vá ficando o mais completo possível.
Então, cada um tá trabalhando uma coisa diferente. Então, a Patisserie é essa parte de vai pegar esse conteúdo e pode fazer os anúncios pra isso. Pode fazer, melhorar a página de vendas. Ele vai, cada um vai estar olhando pra uma coisa diferente nesse processo, que o tempo inteiro a informação vai passando. E o conhecimento é a matéria-prima, né? Então, eles estão, cada um deles trabalhando numa frente diferente, mas todo mundo olhando pro conhecimento por um ângulo diferente, fazendo uma coisa diferente com aquele mesmo conhecimento. Então, por isso que tem tantos personagens. Isso que é uma cidade inteira. Porque cada um sendo muito especialista numa coisa, é melhor do que querer fazer um super agente especialista em tudo que não vai funcionar. Não é assim que funciona. Tá. Eu vou Agora, pro aluno. Vamos falar pro aluno, pro mentorado. O que isso muda na vida dele? Porque eu acho que isso também muda muita coisa. Da forma como as pessoas estão acostumadas a consumir curso, conhecimento e assim por diante.
O que a gente tá acostumado? No passado, vai lá, senta numa sala de aula, o professor fala, fala, fala, fala, fala, fala, fala. Sabe, como eu fiz faculdade? Fiz USP. Você tava lá, o professor fala, fala, fala, fala. Tem aula boa, tem aula ruim. Mas no final, eu que tenho que ser responsável pra ver como é que eu vou levar isso pro mundo, se é que eu vou conseguir levar isso pro mundo. Tá certo? Basicamente, essa foi a minha realidade na USP. Tem muitas coisas que eu lembro até hoje. Eu lembro com muito carinho de várias aulas. Mas não era uma coisa pensada pra prática do mundo real. Era o Não. Sexo dos anjos ali, muitas das vezes. E quando não era, eram coisas muito acadêmicas, que só faz sentido pra quem for seguir dentro da Da cátedra acadêmica, né? E quando eu fui pra ESPM, comecei a aula na ESPM, eu vi que lá já era um pouco diferente. A coisa já era mais voltada pro mundo real, né? Então, os alunos tinham aula de fotografia, aula de cinema, aula de coisas que realmente elas vão usar na prática da profissão do publicitário. Mas ainda assim, o que o aluno ficava lá quatro anos, saia de lá com zero coisas efetivas no mundo real.
Não tinha uma produção efetiva no mundo real. Eram ensaios, eram brincadeiras, eram, né, aquela coisa de estudos. Mas não era efetivo no mundo real. E agora não. A nossa proposta é que a pessoa que vai entrar por esse processo, ela vai o tempo inteiro estar produzindo coisas no mundo real, com impacto no mundo real, e que tem um valor de negócio, e que realmente ela possa ganhar dinheiro com tudo isso que ela tá fazendo, e se ela já ganha dinheiro, ganhar mais dinheiro com isso que ela tá fazendo, né? Então, basicamente, a ideia é essa. Só que a aula muda completamente a característica de aula. Que ao invés de você pegar, sentar e ficar ouvindo o professor falar, e numa hora levantar a mão, tirar dúvida ou nem isso, é como se você pudesse estar conversando com o professor o tempo inteiro. Como se fossem só aulas particulares o tempo inteiro. Porque cada personagem é o professor numa coisa, ele é muito especialista numa coisa.
Então, tudo que eu ensinei em todas as mentorias de remix, que foram dezenas de aulas, estão concentradas em um personagem, que sabe tudo sobre isso. Ele tem tudo que eu já falei em todas as aulas, ele tem tudo isso nele. Só que ele não precisa te explicar tudo isso. Ele sabe usar, se você precisar, que você use por ele. Se a pessoa não quiser nem entender como é que tá por trás, ela fala, vai lá, resolve isso aqui pra mim. Precisa de uma legenda. Ele sabe exatamente como fazer. Agora, se você começar a querer debater com ele, mas espera, por que assim? Por que não é assado? E se eu fizer assim? Você vai poder conversar com ele e entender onde é uma boa ideia, onde não é uma boa ideia. Às vezes ele vai falar, pô, isso é uma boa ideia, isso é legal. Não tinha pensado desse jeito, eu tava fazendo desse jeito por causa disso. Você consegue conversar com ele. Você virar e fazer, não, pega, me ensina. Que história é essa? Pra que isso? Da onde que surgiu isso? Ele vai te explicar da onde que é, como que é o que tá por trás, quais são as métricas, como funciona, qual a estratégia. Então, você determina o que você quer aprender,
como quer aprender e em que momento você quer aprender e em que momento você quer produzir. Fica na sua mão, né? E aí você vai assim, pô, mas como é que eu vou saber com qual, né? Na cidade inteira. Isso. Por onde eu começo? Por onde eu começo. Vai começar com, você vai pousar na cidade, num avião, aí vem um personagem te pegar, um motorista, ele vai te receber nesse aeroporto. E esse motorista é um contador de histórias. E aí ele vai pegar, vai começar a conversar com você, te contando histórias da cidade e querendo saber suas histórias também, enquanto você tá indo até a pousada que vai deixar, vai desembarcar na pousada e deixar a sua bagagem na pousada. Quando eu digo a sua bagagem, é literalmente sua experiência de vida, seu expertise, suas histórias, seus conhecimentos. Tudo isso você vai depositar na pousada. Até lá, o motorista vai te levar até a pousada. Depois que você passar pelo processo da pousada, de deixar toda a sua bagagem ali, isso tudo vai gerar um agente pra você que vai ter as suas histórias,
vai ter o seu estilo de escrita, vai escrever como você, pensar como você, tomar decisão como você. Na hora que tiver esse agente pronto, você já pode sair da pousada e começar a ir pros outros edifícios. E aí você volta pro motorista que vai te levar nos outros edifícios. E ele conhece tudo de todos os edifícios pra saber exatamente, até te direcionar como é que você já chega direitinho no edifício. E cada edifício tem um anfitrião que te recebe. Então você chega na pousada, você vai ter lá o hotelier, que é a pessoa que vai te receber no lobby ali, no foyer, né? Vai te receber no foyer. Inclusive, eu sabia que o foyer vem de fogo? Porque o foyer vem dessa ideia de pessoas sentadas ao redor da fogueira porque era o que acontecia na frente das cavernas. O foyer é como se fosse a entrada de uma caverna. É muito louco isso. Então, você vai te receber no foyer, vai ter lá o hotelier que vai te receber e ele vai te fazer a mesma indicação dentro do edifício dele. Porque de repente você não tem que fazer o passo a passo tradicional. Você pode olhar e falar assim, não, na verdade a minha situação é essa. Eu já tenho um agente
meu particular, eu já uso. Eu falo, então, pera, a gente tem que avaliar como é que tá esse agente. Vai falar com um personagem tal que avalia isso. Ou vai falar com Então, ele vai conseguir te direcionar exatamente de quem é o próximo personagem com quem você tem que conversar. E aí ele vai te indicando pra E aí você vai passando e vai seguindo no processo. Sempre que você tiver dúvida, os anfitriões vão conseguir tirar as dúvidas do processo interno. Então, ele é um É uma cidade mesmo, nesse sentido. E os personagens se conhecem e trabalham em conjunto. E aí tem o que Cada um tem uma função diferente. E aí vem uma parada muito maluca que é Cada edifício tem os 12 arquétipos. Cada um tem um arquétipo diferente. E o arquétipo bem na função. Então, cada edifício tem 12 cadeiras. Cada cadeira, uma função arquetípica de acordo com os arquétipos. Eu peguei todo o livro de arquétipo e transformei nessas cadeiras. Então, cada um tem uma função técnica do ponto de vista de agente de inteligência artificial.
Cada um faz uma coisa específica dentro do processo daquilo que a gente quer chegar. Porque cada edifício te move por uma transformação. Você começa num ponto e termina em outro. A cidade inteira é do invisível ao inevitável. Esse é o processo da cidade como um todo. Mas cada edifício tem um avancinho desse. Vai ser, por exemplo, do desperdiçado ao inestimável. Então, cada um tem um avanço diferente. Cada edifício trabalha nesse sentido. E os agentes estão fazendo você ir avançando passo a passo nesse processo que o edifício se propõe a fazer. Ficou claro? Ficou. Estou curiosa, na verdade, para testar e ver se Sentir realmente isso funcionando na prática. Porque são novos tempos. São novos tempos. E as coisas estão mudando numa velocidade que se não fosse você do meu lado, eu estaria completamente perdida.
Mas completamente perdida mesmo. E eu nem sei fazer o processo. Sei te pedir a gente e estar com ele pronto resolvendo meus problemas da vida real. Mas, realmente, essa integração entre eles e essa análise das fases, eu estou curiosa para testar. porque existe uma certa ansiedade, e isso não é meu. Existe uma certa ansiedade como um todo nas pessoas que eu converso no sentido de, cara, o mundo está mudando e eu, estou mais perdido que cego tiroteio, vou ficar para trás, vou ficar obsoleta, preciso entender alguma coisa disso aí de IA. E só que, ao mesmo tempo, eu te escuto falando frases como engenharia de, quem está falando em engenharia de prompt ficou preso em 2025. Como se 2025 fosse assim, né, 100 anos atrás,
mas foi 6 meses atrás. 2025 foi 7 meses atrás. Então, e realmente, né, eu que estou, não tenho essa predisposição natural, eu sou aqui do papel, da caneta, sou bem analógica, para mim é uma questão, é algo intrigante, ao mesmo tempo, gera uma certa ansiedade, sabe? Vou, preciso aprender, ou será que eu tendo acesso aos seus agentes, isso é suficiente para mim, sabe? Eu, Flávia, com minhas funções na autoria, a forma como eu atendo os clientes hoje, será que todo mundo tem que aprender a fazer um agente? Porque é essa sensação mesmo, como que eu faço para estar por dentro disso tudo? É uma situação realmente muito nova, e que até me lembra uma história engraçada que a gente viveu nesse domingo, agora lá em casa, é Eu estava,
vou fazer esse pequeno parênteses, porque essa história é boa de contar. Inclusive, quem tem filho pequeno, pega essa dica, O Amigo do Rei, um livro da editora João e Maria, é O escritor é Fábio Gonçalves, se eu não me engano, mas eu comprei porque eu adoro essa editora, João e Maria, e E eu gosto de trazer para o Frederico os livros que têm a ver com o que a gente está vivendo, né? Então, Natal, eu trago livros temáticos, Páscoa, e com Copa do Mundo não foi diferente. E aí eu comprei dois livros, As Cinco Estrelinhas, que conta as vitórias do Brasil, e O Amigo do Rei, que conta a história do Pelé. E eu confesso que eu nem era, assim como muitos brasileiros, muito simpatizante do Pelé, apesar de que eu também não sabia muito sobre a história dele. É E eu me emocionei no livro. Me emocionei de verdade. Esse O Amigo do Rei me pegou. E em determinado momento, o pai do Pelé está ouvindo no radinho
a Copa do Mundo, num ano que o Brasil perdeu, né? O Brasil ainda não tinha nenhuma vitória em Copa do Mundo, perdeu para o Uruguai, em casa, no Maracanã, uma coisa horrível. E aí o Pelé fala, né? Papai, fica tranquilo que a próxima Copa do Mundo eu vou ganhar para o senhor. Dito e feito. Ele cumpriu a promessa dele. E aí, ao mesmo tempo, a gente tem vivido a Copa do Mundo lá em casa, assistindo por um telão. E contando para o Frederico, eu falo, filho, antigamente, não tinha telão. As pessoas, não tinha nem televisão. As pessoas assistiam, ouviam o jogo, elas não viam. E ele olhava assim, até parece, mamãe. Até parece, não tem como, ele tem três anos. Eu falei, não, filho, não tinha, não tinha celular também. Quando a mamãe era criança, não tinha nada disso, não tinha internet. Mamãe, claro que tinha. Eu falei, não, filho, não tinha, não tinha nada disso,
era diferente para a gente ter acesso às informações, às coisas. Ele olha para mim, mamãe, tinha ar-condicionado? Eu falo, não, filho, nessa época daqui, não tinha ar-condicionado também, não. Aí ele, tinha parede? Então, assim, para ele, muitas das coisas que a gente viveu na nossa infância, o mundo sem celular, por exemplo, é a época das cavernas a ponto de perguntar se havia parede. E aí, quando você fala algumas coisas, algumas dessas suas frases, me causa algum tipo de reação similar, no sentido de que, será que, né, eu estou tão nas cavernas assim, eu já uso as agentes, eu estou um pouco mais avançada que algumas pessoas em algum sentido, mas ao mesmo tempo eu não faço ideia como que, a engenharia que existe por trás, então,
é sobre isso, né, o que significa essa frase, engenharia de prompt é coisa de 2025, esse ano distante e das cavernas, e como que tem sido, assim, em que tempo nós estamos e o que que uma pessoa precisa saber, o mínimo que ela precisa saber para não ser engolida nesse novo mundo. É, diriam que o mínimo que ela deveria saber é a engenharia de prompt, né, por isso que diz que é 2025, porque é onde a pessoa tem que começar, ela tem que saber como tirar o melhor proveito de uma sessão de conversa com um agente de inteligência artificial, né, com o ChatGPT, com o Claude, com quem quer que seja. Isso é o mínimo do mínimo, é saber pedir, porque as pessoas não sabem pedir. E isso até é um problema anterior à inteligência artificial, isso aí, eu trabalhei 20 anos atrás em agência, e tinha gente que era especializada em só fazer o pedido para o cliente, que é o atendimento, tem que ir lá e fazer o briefing, né, ir lá pegar, tirar o briefing, tirar o pedido para passar para dentro da agência.
E a maioria dos atendimentos com que eu trabalhei nem sabia fazer um briefing. Então, no final, as pessoas não sabem direito pedir. Às vezes o cliente não sabe nem dizer exatamente o que ele quer. Nem sabe o que quer. Às vezes não sabe nem o que quer. Quem dirá articular o que quer. Às vezes ele até sabe o que ele quer, mas ele não consegue articular. Que vira aquela coisa dele olhar, ele vê o resultado e fala, hum, não, não é por aqui, é por ali. Então ele precisa olhar para conseguir, ele sabe o que ele não quer, na hora que ele bate o olho, ele sabe dizer o que ele não quer. Isso acontece muito, é muito normal. No passado, isso era muito estressante, né, vai lá, pega, leva, a equipe fica trabalhando uma semana inteira, o cara olha e fala assim, ah, não, mas não era por aí, sabe, era muito desanimador. Hoje em dia é bem mais fácil, porque isso aí saiu de uma equipe de 20, 30 pessoas para 10, 15 minutos do prompt ali gerando, aí gerando alguma coisa, né, que seja o trecho de um filme, que seja uma imagem, que seja um texto. Então o mundo ficou mais fácil nesse sentido de quem não sabe muito bem o que quer. Ainda assim, se você articula direitinho,
né, e faz a engenharia de prompt direitinho, você avança muitos passos e o resultado final é muito melhor. Porque no final das contas, tudo que a gente acha que é simples, não é só pedir um negócio lá, que é o famoso do cliente, não, é só fazer um convite, sabe, ou é só fazer um evento, parece simples. Só quando você começa a mergulhar no detalhe, isso abre um universo gigante e tudo tem um milhão de variáveis, tudo, e o mundo é fractal, e você mergulha em qualquer variável, abre mais várias variáveis, isso vai virando uma raiz infinita, você pode chegar no detalhe, no detalhe, no detalhe, que às vezes é o que faz toda a diferença. Então, o processo todo, ele é um, esse processo, né, de construção de qualquer coisa, ele é um processo muito, processo criativo, processo de construção das coisas, ele é um processo muito cheio de detalhe, muito cheio de variável. Quando você joga para uma IA, alguma coisa, um prompt largado, tipo, faça aí para mim um storytelling, o que é storytelling,
o que você quer dizer por storytelling? Ele vai supor alguma coisa, então vai depender muito do que ele supõe. Faça um storytelling para contar a história da minha marca. Toma aqui a história da minha marca. Se ele vai pressupor o que é storytelling, qual que é exatamente o que você quer fazer, ele vai pressupor uma série de coisas. Então, a primeira coisa é engenharia de prompt, é saber pedir melhor. E saber pedir melhor na linguagem do agente, porque ele tem uma estrutura que ele entende melhor as coisas. Ele entende texto corrido, mas dependendo de como você pede, é quase como se você pudesse dar mais ênfase às coisas, tipo assim, isso aqui é mais importante do que isso. Você já te manda um textão corrido, ele não sabe ranquear o que é mais importante e menos importante. Se você mandar mais bem mastigado, ele já separa melhor, ele entende onde está a ênfase e a importância. Mas a gente está indo numa nova fase, que é, não, mas a fase do agente já passou, daquele, né, do chat, do bot, já passou,
a gente está na fase dos agentes agora. É, não, seria legal, porque às vezes você chama o agente modelo de agente e você fala de agente. Seria legal fazer essa distinção, porque ela Então vamos lá, o bot, vamos chamar de bot, o chat. Você abriu lá, geralzão. Geralzão. Abriu o Claude, chat, chat, qualquer um. Abriu. Abriu. Ele é, tem gente, tecnicamente até seria um agente, mas vamos chamar de chat ou de bot. Mas você poderia chamar de agente, só explica isso para que fique Porque afinal, o agente, ele é um Ele é O modelo de inteligência artificial que foi treinado, então é o Opus 4.8, ou o Fable 5, ou o ChatGPT 5.5. Existe um modelo que passou por um treinamento. Este modelo que passou por um treinamento vai ser revestido por uma camada de instruções. Essa camada de instruções, as diretrizes, o que ele tem que fazer, como ele tem que fazer,
o que ele não deve fazer, todas essas diretrizes fazem com que ele se torne um agente. Basicamente é isso. O agente, ele vai agir de uma certa forma. Então, o agente é basicamente isso. Mas do ponto de vista de resultados práticos no mundo, seria um agente ruim, por isso que É, ele acaba sendo um agente genérico, porque como ele tem que fazer tudo de tudo, ele tem que saber falar de você está com dor no joelho o que que é e você quer escrever a campanha de marketing da sua empresa, ele tem que escrever também. Então, ele é um genericão. Então, ele é meio que assim, nota 5 em tudo, basicamente isso. Então, quando as pessoas falam de agente hoje, elas estão vivendo assim, não, esquece o bot genérico que vem de fábrica, que por mais que ele até entenda um pouco sobre você, porque você vem conversando com ele há muito tempo e tal, ele até sabe alguma coisa, mas ele é o bot de fábrica lá. O agente, ele tem duas características diferentes, quando as pessoas se referem a agente. Uma é, ele tem instruções bem específicas do que ele sabe fazer e até onde vai
o escopo dele. Então, essa é uma coisa já muito importante. Onde ele começa, onde ele termina e ele deveria se ater a isso, porque senão ele vai começar a fazer o que ele não é tão bom, aí ele volta a ser o chat genérico. Então, se não, faz só o que você é bom. Então, eles estão com os nossos, eles têm um comando de Não faz o que não está no seu escopo. Faz só o que é o seu escopo. Não executa o que você não tem que executar. Então, é isso. E outra coisa muito importante, eles têm que ser capazes de trabalhar em etapas. Ele vai se dividir, vai se organizar. Ele não vai se pegar, você pede um negócio, ele processa e responde. Ele vai pegar, ele vai planejar, ele vai organizar, ele vai estruturar, ele tem um passo a passo do que ele tem que fazer, até ele te entregar o que ele tem que entregar. Então, ele não vai fazer um processo igual quando você está falando com o chat normal, que é ele pega, processa e devolve. E não, ele vai pegar, vai processar, vai avaliar, vai passar por um
Tem uma série de etapas que ele tem que fazer, ele tem que seguir um framework, tem que seguir um passo a passo, para que o trabalho dele seja considerado concluído. Inclusive, um checklist de qualidade, para ter um checklist de qualidade, ele tem que ter um escopo, senão não tem como ter um checklist, entende? Então, assim, por que eu consigo ter um resultado com um agente melhor do que com o ChatGPT? O ChatGPT não tem um checklist específico do que faz uma legenda ser viral. Ele não sabe, não tem a menor ideia. Ou do que faz um roteiro de uma palestra ser emocionante. Ele não sabe. Se ele tiver, vai ser genericão. Ele vai ter lá três pontos, e ele vai fazer em cima desses três pontos genéricos. Então, eu posso dar para um agente exatamente o escopo, com um monte de exemplo bom, com um monte de exemplo ruim do que ele não deve fazer. Então, eu posso colocar no agente todos os parâmetros e diretrizes para ele saber exatamente como se comportar. Agora, qual que é o lance que a gente faz que ninguém no mundo faz? A gente ainda vai um passo além
e reveste esse agente como um personagem. Porque identidade é uma coisa que é muito importante. porque ele é um modelo que foi treinado com esse monte de informação sobre o ser humano. E as pessoas tendem a tratar como máquina, porque o pessoal de TI tende a estar acostumado a falar com máquina do jeito de máquina, de código, de instrução direta. Mas ele não é. Ele é uma natureza diferente do código. Ele é uma natureza mais treinada no comportamento, na linguagem natural humana. Então, ele lida melhor com coisas contextualizadas por história. E se dá para entender, até fica mais fácil de entender assim, um exemplo. Você vira e fala, responda de forma concisa. Beleza. Ela é instrução direta como se fosse uma máquina. Já é melhor do que o chat geralzão. Agora, ele tem uma instrução direta. Ele não vai ficar refalando um monte de coisa. Ele vai trabalhar de uma forma concisa. Só que aí você traz uma informação para ele que ele não tem como responder de forma concisa. Para ele ser conciso,
ele vai deixar alguma coisa de fora. Ele vai ter que deixar alguma coisa. Mas você mandou ele ser conciso. agora ele entra no loop e ele fica meio perdido. Porque ele não sabe. Agora, eu te atendo para responder isso direto? Nessa solicitação ou naquela? Qual dos dois? Qual tem mais valor? Não sei hierarquizar, porque você me deu uma instrução e essa instrução não cabe aqui. Beleza. Se você vai, ao invés disso, falar assim, não, eu preciso que você atue como um editor de texto que use o mínimo de palavras possível para passar uma informação. agora, eu já dei um pouco mais de identidade para ele, mais do que uma regra. Não, você é um editor de texto que Ah, entendi. Não é que eu tenho que saber enxugar o texto. Entendeu? Agora, se eu transformo ele num personagem, eu falo assim, não, você é um barman que trabalha nesse mesmo bar há 20 anos. Você ouviu todas as histórias possíveis e imagináveis e você sabe que a maior parte do tempo você tem que ficar quieto e falar o mínimo possível. A não ser que
realmente seja muito importante. Você dá toda a diretriz de conversa de como ele tem que fazer. Agora, ele entendeu a mentalidade por trás de como ele tem que se comportar. Então, ele fica muito mais, é muito mais para ele ser aderente às regras do que a regra direta. E é basicamente isso que a gente vem fazendo. Criar esses personagens com essas histórias por trás que vão explicar melhor por que ele tem que seguir as regras que ele segue. E aí ele consegue aderir muito melhor às regras e não ir para um caminho ou para o outro. E de quebra ainda torna a conversa mais legal, a conversa mais interessante. Porque você não está falando exatamente com um agente, você está conversando com um personagem, como se você estivesse dentro de um livro. Como se você estivesse vivendo uma cena. Então, essa é a parte que é uma experiência totalmente inédita, uma coisa que na história da humanidade não existe. A coisa mais próxima disso era um videogame, que tem alguns que ainda tem um pouco essa experiência, mas ainda assim o roteiro já era pré-feito. É diferente, agora não. Depende da conversa que você está tendo com ele ali em tempo real, é um negócio muito um novo formato.
E tudo isso para gerar coisas que vão ser úteis para você no mundo real, entendeu? Então, esse é o desenho todo da coisa. Mas a cidade, ela não é visual? Ainda não. A gente quer chegar nesse ponto. Hoje não. Hoje são É como se fosse um teatro, um palco de teatro e você imagina o cenário. Basicamente isso. Mas a gente vai chegar no ponto de transformar ela numa cidade visual também. Isso é uma coisa de cada vez. Porque isso importa menos para a experiência, eu acho que vai fazer a diferença, mas importa menos do que o agente já ser o personagem bem construído. E aí, respondendo a sua pergunta, que é, tá, mas como é que eu me mantenho atualizado? O que que segue? Então, a primeira coisa era a gente saber pedir para o personagem. Então, não é por acaso que dentro dessas cadeiras arquetípicas, a segunda cadeira é o agente especializado em escrever engenharia de prompt. Para que ele saiba disso e faça isso por você. Porque você não sabe escrever em linguagem de máquina,
ele sabe. E mais, não só ele vai saber escrever na linguagem de máquina, como ele sabe quem são os outros agentes que trabalham com ele dentro do edifício. Então, ele sabe qual é o escopo. Então, eles conversam entre eles. Eles conversam entre eles. Mas os agentes de um edifício conversam entre si, mas não com os agentes do edifício ao lado. Também. Também. Mas como é que funciona? Dentro do edifício, eles conversam entre eles transversalmente entre as cadeiras. Então, o primeiro agente é esse que é o anfitrião, que vai saber para qual outro te levar. O segundo é o de engenharia de prompt. Na ordem natural, você vai para a engenharia de prompt que vai conseguir entender melhor o que você quer e reescrever para a máquina de um jeito mais claro. Então, ele vai ter uma longa conversa para no final chegar a um arquivo que você vai pegar e levar esse arquivo para o outro que já vai saber o que fazer a partir do arquivo que ele levou. Então, é basicamente isso. Ele consegue estruturar melhor. E cada um tem uma função diferente. E eles conversam entre eles nessa transversal de que um vai passando e o bastão pronto. Como se fosse uma corrida de maratona. Já entre edifícios,
eles não conversam, eles conversam mais nos bastidores, vamos dizer assim. Porque aí o tempo inteiro eles estão trocando entre eles. Então, a cadeira do anfitrião eles estão conversando entre eles. Anfitrião com anfitrião para eles se conhecerem e entenderem mais a história que eles estão coletando, o que está acontecendo. Os que são os que fazem engenharia de prompt, cada um conversa entre eles também. Cada um, eles estão trocando transversalmente, meio que colegas de trabalho conversando entre eles nos bastidores, coisas que você não vê acontecendo. Isso acontece por trás dos panos, na coxia ali nos bastidores. Mas isso só no seu ou no de todo mundo? Por enquanto, só no meu, mas vai acontecer depois no de todo mundo eles estarem trocando essas informações entre eles também. Conforme a gente for avançando para virar a cidade visual, aí eles vão também estar trocando entre eles o tempo inteiro nos bastidores. Aprendendo experiências e cada vez ficando melhor naquilo que eles estão se propondo a fazer.
Porque cada vez que um tem um insight e conseguiu resolver uma coisa que foi muito difícil até chegar no resultado e na hora que chegou o resultado foi muito bom, ele pode entender aquele processo, na verdade eles já estão desenhados dessa forma que eles estão aprendendo nesse processo e eles tiram alguma sacada disso, alguma diretriz, algum insight, alguma coisa assim e ele vai lá e compartilha com os companheiros de cadeira. Tipo assim, olha, quando você chegar a uma situação assim, tem isso aqui. Então eles meio que estão legislando hoje, estão criando leis de como aquela cadeira funciona melhor e tem as leis de como a cidade tem que ser governada de forma geral. Tá, na prática, cheguei de avião, um motorista me recebeu, eu tenho uma conversa inicial com o motorista para ele me direcionar para qual anfitrião, para qual prédio? Para a pousada, primeiro lugar é a pousada. Porque se você, a primeira coisa, para você existir dentro da cidade, você tem que ter um avatar seu dentro da cidade, que é o que a gente chama de plume. Plume que vem do francês, da pena, é que um agente
que possa escrever em seu nome, como se fosse você. Para ser com seu avatar dentro da cidade. Por quê? Qual que é a ideia? Esse agente é o que vai o tempo inteiro estar triangulando com os outros. Tem que escrever um texto, quem tem que, efetivamente, botar a mão na massa e escrever mesmo é esse agente. Porque ele que vai escrever como você. Os outros vão fazer uma estrutura, vão extrair a história da melhor forma, ou vão fazer o prompt, ou vão entender exatamente o que você quer, ou vão arrumar alguma coisa. Mas aí, quem efetivamente vai desenvolver como conteúdo é o plume, é esse agente que é você. Então, primeiro lugar é ir para a pousada, construir o seu plume, construir o seu agente, que vai ser capaz de escrever de um jeito que você fique com orgulho. que você fale assim, ok, isso aqui eu teria escrito, eu assino embaixo. Então, esse é o primeiro ponto. Porque sem isso, o processo vai ficar manual o resto da vida. Porque eles vão fazer coisas, você vai olhar e falar, eu não escrevo assim.
Até gostei, mas eu não escrevo assim, esse não é o meu jeito. Não é assim que eu penso, essa história não é minha. Então, eu ficaria batendo em coisas que seria técnico, ele tem, mas ele não tem a matéria-prima. Então, a primeira coisa, você tem um agente com a sua matéria-prima, por isso você vai despejar a sua bagagem ali. Você vai chegar na pousada e vai deixar a sua bagagem ali. Toda a sua expertise, sua experiência, o que você gosta, o que você não gosta, tudo, você vai colocar ali. Aí você vai construir um agente que é o seu avatar nessa cidade. Isso você faz na pousada. Isso você faz na pousada. Aí terminou com o seu avatar na pousada, a partir daí, o seu avatar começa a ir para os próximos lugares. Você começa, ao tempo inteiro, onde quer que você vá, você vai sempre com o plume junto. Porque o plume é como se fosse o seu representante ali, para que você não tenha que toda vez ficar falando tudo de novo. O plume resolve isso para você. Então, ele está o tempo inteiro falando as suas coisas o tempo todo. Ele está contando para os outros agentes quem é você, como você faz, o que você faz, como você se expressa, do que você gosta,
do que você não gosta. Ele está o tempo inteiro informando isso para os outros agentes para que eles não virem e falem assim, agora vem cá, me conta uma história sobre isso. Vem cá. Ah, entendi. Essa história sua aqui, lá de 2015, eu já peguei aqui, já peguei os dados, já sei tudo. Ah, essa história vai fazer sentido. E ele vai, sozinho já consegue fazer. Aí eles começam a trabalhar em dupla. O plume junto com o outro agente, eles ficam o tempo inteiro nesse vai e vem até conseguir chegar num negócio bem redondinho que você olha e fala, pô, ficou legal, isso aqui ficou bom, sabe? Porque um está trazendo a visão técnica daquilo que tem que ser feito e o outro está trazendo a expertise, o conhecimento, a matéria-prima que só você tem, que não existe na internet. E assim, dá a junção dessas duas coisas que é o story do storytelling e o telling do storytelling, que é as histórias que você tem para contar e como você conta essas histórias. Cada agente é especializado num jeito de contar a história, para um formato diferente, para uma coisa diferente. E aí você tem o outro agente que é o que tem as histórias
todas ali condensadas, compiladas. e aí esse processo vai acontecendo dessa forma. E conforme você vai avançando o próprio plume, pode estar sendo o tempo inteiro atualizado, melhorado, também aprendendo novas coisas, novas histórias, novas formas de pensar, novas coisas sobre você. E aí você aprende ali na pousada como atualizar o seu próprio plume. Você aprende duas formas de atualizar o próprio plume. Uma forma um pouco mais manual, mas que aí você pode levar ela para qualquer lugar, que é deixar o plume na nuvem. E outra forma, mais prática, mais fácil de atualizar, mas ele fica preso no seu computador. É uma decisão que você vai ter que tomar. Mas eu preciso usar computador, não posso usar celular? Não, você pode usar o celular se ele estiver na nuvem. E aí você pode fazer desse jeito. É um pouco mais difícil de atualizar ele. Então é um processo que aí eu recomendo fazer uma vez por semana, não o tempo inteiro. Ou, se você ficar mais tempo
no computador, aí você pode fazer ele direto no computador que ele vai se atualizando sozinho, você não precisa se preocupar com isso, aí isso acontece automático. Então são duas formas diferentes. Hoje está assim, mas é uma questão técnica. Depende quando a pessoa está assistindo, já nem está mais assim, porque isso hoje é uma limitação técnica que pode ser resolvida a qualquer momento. Mas é isso, ela vai aprender. Na prática, na pousada, ela vai aprender. Aí tem um outro edifício que é o teatro. O teatro é o edifício onde a pessoa vai para aprender sobre inteligência artificial, sobre o que está acontecendo no mundo. E é aí onde ela vai entender tudo. Quais são as coisas que estão acontecendo, que estão de mudança, que tem de novidade, porque esses agentes estão o tempo inteiro sendo atualizados com esse tipo de coisa. Então eles vão te falar o que tem de mais novo, o que é engenharia de prompt. Ele vai desde explicar o básico do básico, até assim, cara, eu quero fazer o meu próprio agente personalizado para mim. Ele vai te ajudar a montar um agente para você. Aí ele vai pegar, vai lá, você vai passar o passo a passo e vai fazer o agente do jeito que a gente faz, que é o agente como um personagem.
E o que é o legal? Se eu nem quero fazer um agente, eu quero só fazer um personagem para uma história, serve também, porque tem todas as técnicas de como fazer um personagem. Aqui ele começou até por esse lado, os primeiros agentes que eu fiz foram para me ajudar a fazer o que eu já fazia na Storytellers, que é construir personagem. Eu quero transformar minha marca num personagem. Poxa, eu já fiz muito isso. Então, assim, tem lá um agente que transforma ideias abstratas num personagem. Se ideias abstratas podem ser um personagem, um agente também pode ser um personagem. Então, por isso que é o teatro. Você vai lá formar os atores que vão atuar. Então, você vai criar os agentes dentro desse processo do teatro. E que é, hoje, tranquilamente, o edifício mais robusto da cidade inteira. Porque como ele faz os outros, todo agente tem que passar por ele. Então, todo o processo o tempo inteiro está passando por ele. Então, ele está sendo melhorado o tempo inteiro. Esse é um que necessariamente tem que ser usado pelo computador? Não, não necessariamente.
Você pode fazer ele manualmente também. Você pode fazer ele pela nuvem. Ele só é assim, como Pelo computador é mais rápido. Pelo celular é mais profundo. Acho que essa seria a diferença que eu colocaria. E eu recomendaria todo mundo começar pelo celular primeiro. O celular ou pelo modelo de conversar agente por agente. A vantagem do computador é que você consegue botar vários agentes para tocar de uma vez só. É mais rápido o processo. É quase que um atalho. Mas eu não recomendo começar por aí se você não tiver uma visão mínima, se você não estiver entendendo o que está acontecendo por trás. Por isso que conversar agente por agente, pelo menos uma primeira vez, é importante. Aí depois você vai acelerando o processo. É a primeira vez você conversar com o legendário. Entender o que faz uma legenda ser boa. O que faz viralizar. Por que isso viraliza assim, não assado. Ah, então todos eles você tem como ter extrair deles uma aula teórica, digamos assim, com as premissas
de cada assunto. e todos eles você teria como ir direto para a prática. Ah, não quero entender o que faz uma legenda viral. Eu só quero a minha legenda. Exatamente. Você pode as duas coisas. Todos eles têm esses E são até dois modos, né? Três modos. Você tem o modo de entender a teoria e conversar com ele. Tem o modo de ir direto para a prática. E tem o intermediário no meio do caminho que é a teoria te avançando. Você, usuário, na sua jornada de um ponto para outro. Porque ele tem Exemplo prático. Exemplo prático. Você não sabe Seus posts só flopam. Então você está Seu conteúdo está desaparecido ali. Você não sabe fazer ele engajar. Você não sabe fazer ele viralizar. Aí o legendário é o que vai te ensinar a fazer isso. Mas ele não vai te ensinar só a teoria. Ele vai te ensinar a teoria já de uma forma que vai fazendo você progredir nisso. Ele vai fazendo você entender e conforme ele vai checando se você está entendendo
e ele vai avançando com você para na hora que estiver pronto o seu vídeo viral você vai saber exatamente o que você tem que olhar para ver se funcionou ou não. Porque não é só o número de views. Tem uma série de coisas que ele vai te ensinar a agora você entender o que está por trás do que faz funcionar. Porque a partir dali depois disso é só a consequência. Depois que você entendeu esse processo como um todo não só a teoria mas a teoria já aplicada. então ele tem um arco mesmo ele tem uma jornada. Todos eles tem um uma sequência de coisas que ele sabe que a pessoa tem que percorrer para conseguir estar pronto para o próximo passo que é o próximo agente que vai dar o próximo passo e assim passo a passo cada agente no final de todos você cumpriu a promessa do edifício que é de um ponto para outro. E aí se de um ponto para outro você vai conseguir chegar nesse outro ponto passinho por passinho que é um pontinho menor para um pontinho menor basicamente essa estrutura
que existe por trás dos agentes todos. Existe toda uma matemática por trás que é o que garante a coisa não ser simplesmente na parte dessa parte de aprender de te levar de um ponto a outro é com quizzes qual que é na conversa mas você vai ter que passar pela experiência não dá para entender é uma coisa que você nunca fez antes é uma coisa que você nunca fez antes mas é como se fosse um vamos pensar assim como se fosse um tutor de uma mentoria que sabe muito sobre a técnica daquela mentoria então ele sabe quais são as suas dúvidas normais ele sabe quais são as dificuldades normais que você tem e ele vai acompanhando você no tipo assim você ainda está preso aqui você está travado nisso aqui enquanto você estiver travado nisso aqui você não vai conseguir avançar porque você está com um problema que você não está conseguindo e eu vou eu vou te explicar por outro lado por exemplo se a pessoa acha que viralizar é ruim viralizar é ruim por quê?
N motivos podem fazer achar que viralizar é ruim já vai atrair um monte de gente nada a ver que eu não quero então vai vir um monte de hater e dar porrada me falaram que não é bom que o bom é fazer um conteúdo mais low profile ou eu sou low profile eu não gosto de aparecer tanto então se você tiver uma trava dessas não adianta querer sair loucamente produzindo conteúdo então a gente ele é coach ele também vem com quebra de objeções ele vem com quebra de objeções e reframes do ponto de vista de trazer novas perspectivas para você de te mostrar novos caminhos e te mostrar porque desse jeito que você está olhando as coisas aí você não vai conseguir avançar mesmo se você está querendo isso que você disse que você quer no final desse edifício isso aqui enquanto você estiver desse jeito você não avança isso é um pré-requisito você não consegue você precisa resolver esse ponto antes porque se você continuar achando que você é low profile e é melhor você não aparecer como é que você quer deixar de ser invisível se você quer ser low profile
você vai continuar sendo invisível percebe? você está totalmente de acordo com o que você está dizendo assim ah pô mas é mas eu sou low profile não tem jeito não ele vai conversar com você você está bom deixa eu entender porque você é low profile e como manter o que você o que é importante para você porque você não eu sou low profile porque eu não gosto do meu rosto aparecer tudo bem quem disse que tem que aparecer o rosto? ninguém em nenhum momento disse que tinha que aparecer o rosto não precisa disso então ele está de repente tem medo de parecer picareta isso aí ele vai pegar vai entender o que está pegando para você e vai te trazer soluções alternativas ou propor outros perspectivos para você olhar pela mesma coisa por outros ângulos então ele vai te conduzindo nesse processo e te explicando tecnicamente por trás disso tudo porque tecnicamente ele está falando isso tudo não é por acaso não é de graça não é o coach pelo coach é do tipo assim não tem então por que não está te falando isso enquanto você não entender isso aqui trava isso aqui e tem formas de resolver isso que não são só
as formas que você conhece tem outras que talvez você não esteja vendo vou colocar mais coisa na mesa então por isso é uma coisa muito personalizada que não é é uma experiência que você nunca teve antes você não tem paralelo para comparar entendeu? tá, mas hoje você falou muito sobre viralizar em rede social sobre post flopar sobre tudo isso falou um pouco sobre o teatro aprende sobre IA ok e sobre tudo ligado a construção de personagem isso construção de personagem só que tudo isso a gente já tinha no nosso negócio né então aprender a fazer publicações já a gente já fazia 37 anos até brincadeira 37 anos atrás não mas a gente já fazia um mês atrás é isso sobre IA você já dominava um mês atrás é construção de personagem você já dominava já domina mais de uma década nada disso é
tudo essas isso a gente já tem então assim eu entendo que isso ajude as outras pessoas mas não a gente diretamente então retomando lá na minha primeira pergunta né é como que esse 37 anos em um mês nos ajuda o que mais além de viralização IA e construção de personagem existe nessa cidade que pode nos trazer é nos levar para o próximo nível tá bom então vamos lá uma das coisas que é tem mais tem duas coisas uma é a musculatura que isso permite porque muitas vezes a gente tem um monte de ideia de coisas que a gente quer fazer e não consegue botar no mundo porque falta a mão porque falta a mão então eles são a mão para isso para você ter uma ideia desse último mês eu escrevi quatro, cinco livros basicamente porque eu tive eu entendi algumas coisas do processo que é o livro é maravilhoso
se eu estou construindo um personagem e esse personagem está virando esse agente vira um personagem esse personagem precisa ter uma boa história por trás para fazer sentido eu já estou meio caminho andado num livro se ele está ligado a um conhecimento técnico eu já estou os dois passos andados eu juntei a faca com a vontade de comer e se eu estou criando vários agentes dentro do edifício eu já tenho um universo inteiro para construir o livro então ficou fácil agora transformar isso aqui num livro então cada edifício vira um livro isso é uma coisa meio natural meio fácil de acontecer e aí basicamente o que é cada edifício é como se fosse uma linha de produto ao mesmo tempo então para quem está do outro lado que é uma pessoa que tem um negócio esse negócio poderia ter um livro sobre isso que conte as suas histórias que explique quem é você o que você faz porque você faz de que jeito você faz e esse livro ser escrito quase que de forma automática mas que você assine embaixo porque tem as suas histórias ali tem o seu jeito de escrever então esse processo
por exemplo de escrever um livro que é uma coisa que meu primeiro livro eu levei 4 anos o segundo livro eu levei 3 meses agora eu escrevi em menos de 24 horas então o processo fica muito mais rápido e aí tem as mãos para executar as coisas que antes não tinha então agora a mesma qualidade o mesmo know-how chega se concretiza de um jeito bem mais rápido e ainda tem os outros edifícios que a gente ainda nem falou que vão fazer coisas que a gente não vinha fazendo que faltavam para a gente eu quero saber desses outros edifícios mas antes a gente falar dos outros edifícios vamos falar um pouquinho rapidamente e fazer um parêntese sobre livros minhas dúvidas número 1 o que você vai fazer com 4 ou 5 livros número 2 por que escrever um livro e número 3 qualquer um pode escrever um livro ou nessa facilidade nessa qualidade toda ou só você porque ele está com acesso a todo o seu computador e arcabouço
e tudo mais tá várias perguntas dentro do universo livro dentro do universo livro vamos lá qual que é a primeira pergunta o que você vai fazer com esses quatro vamos começar a história para frente qualquer um pode fazer contanto que tenha passado pela pousada qualquer um que tenha o plume quais requisitos para escrever o livro tem que ter passado pela pousada tem que ter passado pela pousada tem que ter o plume porque se ela não tiver o plume ela tem que ter passado pela pousada e mais um outro edifício que é o ateliê ela constrói o plume em quanto tempo? aí vai depender do tempo que ela separar para mergulhar o tempo que ela vai demorar aí vai muito de pessoa para pessoa aí o que a gente já fez? numa tarde com um monte de gente uma turma inteira fazer o plume numa tarde então isso é possível no sábado todo mundo pegou e todo mundo foi lá e fez isso é uma coisa possível agora tem gente que levou uma semana para fazer o plume mas também fez um plume muito robusto muito legal porque a pessoa foi lá pegou todas as palestras
que já tinha dado transcreveu tudo fez o plume absorver isso tudo pegou todos com todos então e o que a gente observa na prática o que eu observo na prática hoje mesmo a gente montou eu vi você montar um plume para um cliente é que o plume ele muitas vezes é uma construção que vai crescendo à medida em que você vai usando ele e vai entendendo ah não preciso realmente aquele tipo de palestra que eu dava para aquele público eu ainda não fiz a ingestão está faltando então realmente ele não tem esse conhecimento você vai preenchendo ele então isso é uma coisa e assim o meu plume eu fiz sei lá meses atrás eu continuo atualizando ontem eu atualizei o plume então assim o tempo inteiro estava atualizando porque sempre tem uma história diferente que você ainda não contou para você contar e ainda tem o seguinte existe um uma estrutura ali que é de inteligência narrativa que é qual história contar
em qual momento com qual efeito então tem tipos de histórias necessárias para determinadas coisas essas histórias tem que ser catalogadas então às vezes você não tem uma história para isso está te faltando você até tem você até viveu mas você não contou ali ele vai te indicar fala está faltando essa história aqui está faltando essa história aqui aí você grava um áudio aí você grava um áudio e ele faz a ingestão então ele ainda vai preenchendo essas lacunas que estão faltando dependendo do que você quer tem assim eu quero melhorar a minha liderança tem as histórias de liderança eu quero melhorar fazer as pessoas perceberem mais valor no que eu faço tem a história de valorização então tem várias histórias diferentes e cada história tem cada enredo que é uma sequência de histórias cada enredo desse tem várias histórias que você precisa colocar lá e cada história dessas tem as características necessárias então tem toda uma engenharia por trás então você tem que conversar com o seu plume sobre o seu objetivo por exemplo meu objetivo principal é ter roteiro das minhas palestras então ele vai querer extrair as histórias para isso e vai te orientar ele ainda vai falar assim o que você quer com essa palestra
você vai querer vender mais você quer vender o seu peixe você quer passar mais autoridade o que você quer você quer inspirar as pessoas quem quer crescer no instagram ele vai conseguir aí já é uma outra coisa entendeu já é uma outra inteligência narrativa então dependendo do que você está buscando ele vai te dar um enredo que você tem que fazer para essa palestra e esse enredo tem que ser preenchido por tipos de história quem quer virar referência para as inteligências artificiais aí é autoridade aí é outro enredo qual que é a única coisa que basicamente você sempre vai ter história de procedência que é de onde você veio como que é a sua infância você meio que vai ter em tudo história de origem que é como é que você começou nesse assunto nesse segmento nesse segmento então essas duas meio que são padrão vai ter quase que em tudo agora fora isso varia muito dependendo cada enredo tem uma coisa você precisa entender tudo isso não você quer entender tudo isso tudo bem tem um agente que vai te explicar absolutamente tudo sobre isso cada um desses enredos como que funciona se você não quiser não tem problema você vai pegar
vai só fazer a entrevista com ele ele vai entender o que você quer e ele vai extrair de você fazendo perguntas e uma conversa ele vai extrair essas histórias todas então basicamente é esse processo então qualquer um que tiver um plume pode escrever o livro qualquer um que tiver um plume e tiver clareza do que que é ali com esse livro consegue escrever o livro de um jeito muito rápido de um jeito muito fácil e aí tem os agentes específicos do livro tem toda uma lógica toda uma cadeia de construção para o livro mas o livro o que que é muito importante o que você vai fazer com o livro respondendo a sua outra pergunta primeiro ele é um excelente ponto de entrada no que as pessoas chamam de esteira de produto ele é um produto barato acessível que as pessoas podem ter qualquer pessoa pode entender quem é você do que que você faz qual que é o seu o seu ponto no que você está querendo fazer é de um jeito barato é mais barato que um curso gravado é a coisa mais barata
que tem e a pessoa vai passar muito tempo com você ali ela vai ler o seu livro ela vai ficar horas e horas e horas com você então ela vai entender muito a fundo quem é você como você pensa do que você gosta e você terceirizando pro agente a parte de escrita que é o que muito escritor deitava na rede já chamava deitava na rede editava o livro você terceirizar botar no papel sobra mais tempo pra você aprofundar mais nas histórias e revisar melhor olhar e falar assim ah não realmente isso aqui sou eu isso aqui não sou eu isso aqui sabe porque eu mesmo por exemplo eu escrevi o guia completo do storytelling 450 páginas eu não consegui reler ele de ponta a ponta nunca eu tive que ir relendo por partes por partes por trechos mas eu nunca consegui bater ele de ponta a ponta então eu nunca tive essa experiência de ler ele de ponta a ponta se eu tivesse conseguido terceirizar pra uma inteligência artificial e escrever eu certamente teria lido ele de ponta a ponta várias vezes pra ir fazendo os ajustes então muda até a forma de produzir e a qualidade do que é entregue no final né então essa é outra coisa aí isso é uma coisa a outra coisa é a partir do livro
você também tem uma base muito boa pros seus agentes porque também vira uma coisa de duas mãos você vai fazer o livro então mesmo quem não quer ser autor e vender não importa de repente é legal ter como uma forma de catalogar as suas melhores histórias catalogar e vamos por assim eu quero criar um agente pra vender pras pessoas pras pessoas quero fazer uma versão minha e essa versão minha eu poder disponibilizar pras pessoas de graça ou cobrando que seria uma versão 2.0 do livro vamos dizer assim seria o advogado fulano isso o advogado fulano ou sabe assim técnicas de storytelling de Fernando Palacios com esse agente eu fazendo o livro primeiro é a base que eu preciso pra fazer o agente depois é muito fácil do livro chegar no agente e passar pelo processo do teatro de um jeito bem mais fluido do que se eu chegar lá sem saber exatamente o que eu tô querendo então ter o livro ajuda muito e vice-versa também
ah eu fui lá e fiz o agente inteiro o material que você fez aqui pra fazer o livro é só isso e acabou por isso que eu fiz um monte de livro porque já tava pronto eu já cheguei lá no final com a coisa toda muito amarrada e a cidade tá construída de um jeito que o framework que gera o livro que é um framework muito validado de como é que a estrutura de um livro tem que ser feita justamente por ser validada a estrutura de um livro ela é muito fácil de transformar ela numa campanha depois de até vender o próprio livro então você pegar esse livro e transformar numa campanha de muitos conteúdos sobre isso fica muito fácil disso acontecer de você pegar desse livro e virar matéria-prima pra ele já estruturar a campanha de dois meses com sequência de stories todos os dias com tudo isso então pra ele virar a campanha de venda dele mesmo é muito fácil de acontecer então pra quem não tem produto é uma ótima é um ótimo começo maravilhoso pra quem não tem produto é maravilhoso porque vai ser um primeiro produto
e que aí as pessoas que vão te conhecer pelo livro vão estar dispostas a avançar e aí tem um outro edifício que vai te ajudar a transformar este produto a partir dele qual que é o próximo produto que você tem que desenvolver pode ser um curso pode ser aí ele vai você vai com ele chegar a entender qual que é o seu próximo passo e aí o próximo passo é ajudar a montar esse próximo produto então aí você vai conseguindo também montar toda a sua que eu falo que é uma escada rolante de produto porque o ideal é você terminou e ele automaticamente leva pro próximo você terminou de ler o livro você quer a próxima coisa ou é um próximo livro ou é um curso ou é uma mentoria ou é um contratar pra uma consultoria mas o ideal seria a pessoa terminou de ler o livro e quer mais daquilo não terminou de ler e falou tô satisfeito ela tem que terminar de ler e falou pô que legal de onde veio isso tem mais eu quero conhecer essa pessoa que escreveu esse negócio pra isso acontecer aí o ele vai ter que você tem que ser desenhado
de um jeito estratégico pra que isso aconteça e o framework já tá todo montado pra isso e fica fácil a partir daí então qual que é o próximo passo pra pessoa e pra você se você não tem nada você vai ter todo o processo de construção disso legal tá e e os outros edifícios então outros edifícios o teatro acho que ainda vale a pena falar uma outra coisa do teatro que é ele inclusive está montado de um jeito que ele você pode no final gerar uma peça de teatro ele tá montado basicamente pra isso você vai construir os personagens você vai construir o universo todo você pode com ele criar uma ficção ah eu queria na verdade escrever uma ficção científica ele é perfeito pra isso então ele tem desde tem um agente especializado em como é que eu tenho a ideia pra uma história que vai ser fantástica e vai fazer as pessoas ficarem muito empolgadas com essa ideia então tem um agente só especializado nisso tem o chamado high concept tem um agente só de high concept
então tem gente que pega esse high concept e constrói a escaleta da história cada um faz uma coisa diferente dentro desse processo e aí personagem por personagem você vai construindo a sua história e qual que é o lance que eu entendi é não custa nada já que eu estou fazendo um livro uma ficção um seriado e transformar cada personagem também num agente que é especializado num assunto que é bom numa coisa e aí fica meio que uma coisa já avança junto com a outra então se eu estou fazendo um agente eu crio todo o material de venda desse agente porque no final ele vai ter um conto que explica a origem dele ele vai ter toda uma bíblia da história que explica como usar esse agente como outros agentes usam esse agente se eu for fazer uma campanha como é que eu já vi o pôster pronto pra eu pegar e colar no chat e o chat e o chat gerar o pôster ele vai ter tudo isso pronto ele já vai gerar tudo isso então o processo é muita alavancagem
com um esforço você vai cada esforço vai te proporcionando muitas colheitas muitas coisas que você pode aproveitar disso e aí você vai entendendo que pra você faz mais sentido vai ter gente que não vai estar nem aí pra ficção mas a gente não vai estar nem aí pra gente e tudo bem, o teatro consegue construir as duas coisas, porque o teatro no final das contas ele é o centro de tudo igual a agora lá na Grécia, isso aqui é o centro de tudo o teatro na verdade é o grande coração da cidade inteira a cidade inteira se constrói ao redor do teatro porque qualquer coisa vai depender de ter bons personagens, o que quer que você vai fazer ah, eu quero viralizar no Instagram você precisa ter uma boa história, você precisa ter bons personagens você vai fazer muita diferença ah, mas eu quero contar mais histórias, então você tem que virar um personagem então talvez você tenha que passar pelo processo você já fez o plume, mas no seu caso talvez você tenha que passar por esse processo até porque muita gente não se sente à vontade em contar determinadas histórias em rede social e a pessoa acha que é necessário
expor essa ou aquela parte da vida, isso nem sempre é verdade, né? então você construindo bem uma narrativa, você mostra o que você quer, o que você sente confortável e isso não significa ter menos conexão ou vender menos ou nada disso não, pelo contrário então, sim, essa questão da narrativa e então o teatro é o centro de tudo dele você vai fazer qualquer coisa do ponto de vista de storytelling e a partir daí tem outros edifícios então tem o ateliê que é o que vai pegar o seu conhecimento as experiências, a história de vida seu know-how e transformar em produtos então o ateliê é pra isso pra conseguir extrair suas histórias o seu know-how e formatar isso num produto e esse produto no modelo de negócio como é que esse produto vai funcionar no mundo então esse já é o primeiro passo de começar produto mais modelo de negócio produto mais modelo de negócio porque fica fácil depois que você fez uma parte do processo a outra parte
são dois agentes a mais e resolvem o resto então assim o tempo inteiro os edifícios são todos assim no começo você tem um investimento de tempo e energia você vai ter que ficar pegando colocando as histórias e parará parará mas depois vai ficando cada vez mais rápido e mais fácil que um clique a mais vira um livro então basicamente até fazer o plume leva um tempo depois que um clique a mais vira um livro até fazer não clica mais não porque você tem que passar você passou um edifício passou o outro passou a pousada passou o ateliê um clique a mais você tem o livro mas aí define o modelo de negócio não as etapas ou os departamentos não aí as etapas os departamentos aí são os próximos porque depois a gente tem quando você fala em modelo de negócio você quer dizer o que? como que este produto tem que ser desenhado do jeito que dê lucro e seja sustentável quais são as pontas envolvidas e as partes envolvidas nesse produto porque esse mapeamento assim qualquer empresa que vai fazer qualquer coisa
não lança um produto no mercado sem antes fazer esse estudo de modelo de negócio qual que é o modelo de negócio vou lançar assim eu já tenho um produto e eu vou lançar um novo produto dentro de uma categoria ótimo não vou fazer um modelo de negócio eu vou criar uma coisa nova vou fazer uma startup cara qual que é o meu modelo de negócio porque você tem como executar qualquer ideia de N formas diferentes você diz ah eu quero dar uma mentoria mentoria não é um modelo de negócio tem uma série de coisas que você vai ter que determinar para que tipo de modelo de negócio de mentoria você vai ter então aí ele vai te ajudar a estruturar isso melhor que é dentro da sua realidade e por exemplo você pode ah eu vou dar mentoria individual para as pessoas cobrando um valor muito alto assim assim isso é um modelo de negócio não eu vou fazer mentoria em grupo e aí vai ser um valor um pouco menor mas vai funcionar assim vai funcionar assado então todo o mecanismo de funcionamento do produto ele vai te ajudar a definir não só sempre porque se não produto produto é sempre tudo ser um livro no final na prática para ir além do livro
aí você vai ter que transformar num modelo de negócio então basicamente é essa ideia o livro é ele lá estanque travado é isso aí qualquer coisa além de livro vai ser bem mais complexo vai exigir seu tempo vai exigir outras pessoas no processo então você vai ter que até o livro na verdade se você pensar como modelo de negócio se você pensar o livro como um negócio ou parte do negócio ele pode ser uma coisa muito estratégica então é é isso então o segundo é o ateliê que vai ajudar a pegar e formular suas experiências de um jeito que se transforme num produto aí depois a gente vem e esse produto pode ser um workshop corporativo esse produto pode ser uma palestra pode ser um livro pode ser uma mentoria pode ser um curso online pode ser um agente pode ser N coisas ele vai entender aí dependendo do que você for fazer ah quero que faça fazer um agente aí você tem que ir para o teatro para desenvolver um agente ou às vezes dependendo de como for não o livro aí você vai para o livro
aí você vai cada um vai ter um caminho diferente com o produto em mãos aí vai entrar no circuito de negócio o que é o circuito de negócio são os edifícios ligados a como é que eu pego isso e primeiro crio essa esteira para quem comprar aqui para onde ela vai o próximo passo junto com isso o paralelo a isso esse de construir esteira é a joalheria qual é o máximo valor que eu posso ter dessas pessoas que gostam de mim que leram meu livro e gostaram que são meus clientes e gostam de mim como eu tiro o máximo de LTV de valor disso então é a joalheria que serve para isso como é que eu vou lapidar e construir essas minhas meu patrimônio digital basicamente é isso então isso é a joalheria aí tem o Bistro e a Patisserie são dois edifícios geminados assim eles estão lado a lado mas eles não exatamente concorrem mas você vai ter mais tende a ter mais peso em um ou em outro porque um é muito mais voltado em hard sell
em venda em conversão que é a Patisserie assim técnica de copyright em técnica de hard sell técnica de venda então ele é muito voltado para isso para fazer anúncio para fazer página de venda de alta conversão ele é voltado para isso e aí tem o outro que é o Bistro assinado Michelin que assim não esse aqui é muito mais para high ticket para coisas de consultoria para coisa de luxo para coisas de peças únicas então são dois edifícios que são exatamente concorrentes mas seguem escolas diferentes e que óbvio que você pode usar a técnica de um no outro mas você até pode às vezes a pessoa tem low ticket mas ela não se sente confortável com nada muito agressivo não é parte do estilo dela é aí aí ela vai no Bistro porque basicamente é isso você é mais elegante ou mais mais agressivo mais conversão ou mais marca basicamente é essa essa diferença entre os dois e aí o marketing que é o autódromo que perpassa a cidade inteira
tipo o Mônaco que as ruas da cidade são o autódromo que é como é que eu acelero isso como é que eu levo isso para o máximo de pessoas possível agora que eu tenho o produto agora que ele está bem estabelecido agora que já tenho isso tudo como é que eu levo isso para o mundo e aí entra então técnica de viralização aí entram todos os agentes específicos para espalhar isso aos quatro ventos e a gente está com alguns agentes hoje que são muito legais então a gente tem o Vidente já falamos dele que ele te traz a perspectiva mais otimista possível e a mais negativa possível e ele é válido tanto para uma advogada produzir peças melhores quanto é válido para você numa questão pessoal sua que você se vê sem saída a gente tem o alpinista que ajuda a trazer um conceito muito robusto para quem quer escrever artigo de jornal por exemplo onde que foi parar essa galera? onde que eles estão nesse universo?
foram contratados por um ou outro edifício que fazia mais sentido porque a gente passou por um processo de gerar os agentes imersivos que são esses agentes que são personagens e depois quando construiu a cidade esse negócio de cada edifício tem que ter 12 cadeiras pelo menos eles começaram a ser contratados para as cadeiras e aí eles de acordo com o potencial de cada um eles foram passando para as cadeiras e depois eles passaram por uma reforma dentro do teatro por uma evolução no teatro para eles ficarem ainda melhores para eles ficarem ainda mais interessantes para que a conversa com eles fique uma experiência ainda mais legal chapeleiro maluco todos eles passaram espoleta todos eles ganharam uma história de vida por trás eles ainda existem e estão lá eles ainda existem e estão lá só que eles estão evoluídos eles estão em uma versão acima agora aquilo que eles fizeram muito bom num outro patamar num outro lugar agora mas eles já estão ativos? não, o que a gente vai começar a fazer agora é soltar cada dia um agente diferente e junto com isso você vai vir para quem são os mentorados
quem está dentro do programa a gente vai explicando como usar de jeito rápido e do jeito devagar cada um deles cada um deles tem um jeito só usar para executar o que eu quero não quero ficar batendo papo só quero executar tem um jeito mais rápido? tem aí vai falar o jeito mais rápido e tem um jeito assim não, mas uma primeira vez faz um mais devagar o de implementação entende? conversa com ele tira suas dúvidas sabe assim? conversa e aí vai ter lá conversar como é que conversa para que ele serve qual que é a ideia e cada dia a gente vai soltar um agente diferente com o tutorial de uso desse agente modo acelerado e modo de implementação uau uau aí agora sim e está tudo pronto os 37 anos em um mês foi uma promessa cumprida olha, eu não vou dizer que tudo, tudo, tudo, tudo pronto ah, o que falta? porque, o que falta? bom, primeiro que estamos a horas de acabar o Fable ainda não acabou o Fable tem que terminar de rodar as coisas e depois que o Fable porque assim, tem muita coisa
que está mapeada exatamente mapeada já tem qual que é o agente que tem que estar onde e qual o lugar dele mas esse agente ainda por exemplo não foi desenvolvido aí eu tenho que pegar ele passar pelo teatro ele ser desenvolvido por isso que mas como eu vou soltar um por dia agora mesmo que estivesse tudo pronto não faria diferença porque ele até a hora que chegar a hora dele vai estar pronto a expectativa é você estar de volta que dia? não, já estou de volta amanhã amanhã estou de volta a partir de amanhã a gente começa amanhã o pior de volta semana que vem no meu prazo que eu coloquei você tem uma ideia o meu prazo que eu tinha colocado essa coisa dos 37 anos é uma história real inclusive eu falei qual que era essa visão da cidade eu contei tudo isso para o Claude eu falei o que eu queria quando eu entendi que o personagem torna o agente melhor e quando eu fui entendendo isso tudo e fui desenhando isso eu falei tá ver tudo que a gente conversou aí nos últimos meses ver quanto que a gente avançou
e nesse ritmo se a gente continuar nesse ritmo quanto tempo vai levar até terminar de montar essa cidade inteira aí ele calculou calculou calculou e falou 37 anos eu fiquei até meio desanimado mas ao mesmo tempo eu falei tudo bem então assim já que vai levar 37 anos let's enjoy the ride sabe então tá bom deixa eu continuar aproveitando aí surgiu o Fable nesse meio do caminho e o Fable mostrou um caminho de encurtar muito isso por isso que daí virou a máquina do tempo porque se tem um agente que é que fez o que o Fable fez comigo mas eu entendi o processo e consegui transformar ele num agente que é você conta quais são seus planos pra ele e ele vai reduzir isso drasticamente em quanto tempo você consegue implementar isso então qualquer plano que você tenha pra fazer ele vai entender ele vai te dizer quanto levaria quanto tempo levaria normalmente assim no mundo real nas condições de mundo hoje você levaria x tempos você vai olhar e ele vai te explicar porque ele vai desenhar um plano ali passo a passo disso e aí você pega este plano
com isso passo a passo a gente leva pra um outro agente que é a máquina do tempo ele fala assim não agora a gente vai conseguir resolver isso aqui pra você em dias horas talvez dependendo do que for a ponto que quando você contar do seu passado vai perguntar se tem parede na sua casa isso exatamente quando o filho do Frederico conversando com o Frederico ele estiver contando como que era o mundo antes de ter a autoria de ter tudo isso tinha parede tinha parede tinha parede vai ser o Frederico vai ouvir essa também quando a gente vai falando pro nosso neto então é um pouco esse espírito assim mas é isso a cidade te permite porque esse agente que acelera muito o processo ele acelera na hora que ele leva em conta a cidade todos os agentes e tudo que eles podem acelerar porque ele calcula primeiro em tempo humano em cima do que ele sabe que os humanos levam de tempo pra fazer as coisas então o primeiro é um gestor de projeto que organiza as coisas por sprint de gestão de projeto da forma mais otimizada possível então ele vai falar
você vai precisar de uma semana pra esse sprint uma semana pra esse sprint uma semana e ele vai organizar a coisa por semana por equipes por sprints aí o outro pega esse plano todo e fala assim é mas se eu levar isso aqui pros meus agentes que não são presos por horas que tem essa especialidade todos que podem trabalhar em grupo simultaneamente em vários projetos ao mesmo tempo a gente consegue diminuir isso aqui drasticamente loucamente então aí ele consegue concretizar muito e eu vi isso acontecendo na prática nesse mês é óbvio que aí não custou o básico de tokens normais eu tive que fazer o upgrade de plano e já fiz até alguns testes de usar outras IAs tipo a Kimi que é a versão chinesa que é tá e o Claude deu um problema o Claude brigou lá com o Trump e mandou proibir proibir o Claude se ele ficar efetivamente cada vez mais caro igual eles fizeram com o Facebook agora e uma hora se torna impossível então eu comecei a ver se assim tá se eu pegar essa cidade aqui
e mandar rodar em outra IA será que funciona? e funcionou então o Kimi boa parte desse avanço foi feito pelo Kimi nem foi feito pelo Claude uau quem fez quem realmente quem fez o trabalho de cavalo sabe assim de arar a terra mesmo foi o Kimi o Kimi que pegou e estruturou cada um dos agentes pra já deixar pronto pro depois do teatro conseguir só dar o tapa final mas ele tá corretamente estruturado porque o Kimi foi pegar em todos os meus arquivos do computador e entender tudo que eu já tinha falado sobre aquele tema e apontar onde é que estão as coisas pra esse agente que é da legenda então assim o legendário que vai fazer legenda viral vai fazer a legenda viralizar o conteúdo então legal o Fernando já falou disso em narrativas remixadas o Fernando já falou disso em caracol supersônico o Fernando já falou disso em Projeto Esparrama o Fernando já falou disso ele pegou tudo que eu já falei sobre isso todas as técnicas e condensou num lugar só e organizou
por framework ele já fez todo o trabalho bonitinho que aí depois vem o teatro e ele só reveste de personagem no processo ah mas se não tivesse feito no Kimi ah ia ter as etapas dentro do teatro mas ia levar mais tempo né então agora vai encurtar bem mais eu sei que eu posso lançar um por dia porque primeiro eu já tenho um estoque aí de mais de dois meses pra frente eu tenho 60 agentes contratados e aí os que estão faltando vai acontecer enquanto a gente tá aqui fazendo esse podcast tem lá um agente sendo criado basicamente esse espírito então é isso mas assim eu confesso que eu tô ficando cada vez mais impressionado com o que tem acontecido essa madrugada aconteceram coisas meio bizarras assim todo final de sessão de gerar alguma coisa eu chamo coffee break e o happy hour o coffee break é no intermediário e o happy hour é no final então o coffee break pô avançamos muito bem até aqui eu gostei do que a gente concluiu até agora vamos fazer um coffee break aí ele amarra tudo o que a gente
falou e transforma em sim arquivos pra não perder a conversa e arquivos inclusive com bilhetes pra outros agentes que vão ter que fazer alguma coisa a partir daquilo ele já faz bilhete já manda já distribui então o coffee break serve pra isso e o coffee break eu fiz uma coisa pra mim mesmo que é ele manda uma carta contando o agente falando pro Fernando sobre a experiência dele como é que foi ao longo do processo e depois ele inventa dois dois pontos tipo assim o Fernando de hoje pro Fernando do futuro ou então o Fernando de hoje pra Flávio o Fernando do passado pro Fernando de hoje ou então sabe assim ele vai pegar ele começou a fazer os personagens pra mim e eu pros personagens ele começou a fazer isso agora a coisa avançou tanto os personagens começaram a ganhar tanto corpo que ele começou o vidente pro Fernando ah tô vendo isso isso isso isso aí ele começou a trazer o olhar dos personagens que até agora era sempre assim o agente no máximo genérico agora ele começou a dar nome aos personagens
e ele assumiu se escrever como os personagens o que tá sendo muito interessante também porque agora cada carta tem um teor um tom diferente uma perspectiva diferente então pra mim tá sendo um processo assim de brisa muito louca só tomando café eu sei que alguém vem nesse podcast perguntar que pedra ele fumou não tem pedra nenhuma nem vem vans nem vem vans mais só na base do café mesmo e café só até as três da tarde então eu tenho isso então assim é realmente um um momento muito muito revolucionário né e essa essa questão dos agentes como eles conseguem atuar entre eles também no meio da conversa ele vai lá e quer tirar uma dúvida comigo isso acontece direto ah Fernando eu quero tirar uma dúvida com você isso ou aquilo qual a sua opinião sobre o nome faz o seguinte pergunta lá pro Batista que é o que dá o batismo do nome dos personagens pergunta pra ele sabe assim isso é terceirismo não vou nem olhar pra isso agora resolve isso aí ou então
não a gente tá com essa dúvida técnica chama o showrunner o showrunner é o que é treinado pra decidir por mim durante um tempo ele ficou me acompanhando vendo as minhas conversas entendendo o tempo o que que eu decidia como eu decidia eu fui explicando porque eu tomava as decisões e hoje eu consigo terceirizar 90% das decisões pra ele então eu viro e falo não isso aí já é direto pro showrunner pode pode pode passar pra ele que eu não vou nem olhar e ele vai resolvendo e até hoje eu reverti sei lá três decisões só do showrunner até agora ele realmente decide muito bem no meu lugar então coisas muito malucas acontecendo assim de dar pra acontecer isso tudo porque realmente uma cidade inteira como se fosse uma empresa inteira trabalhando em cima da ideia sabe óbvio que tem uma grande metalinguagem aí porque é a cidade trabalhando pra se construir de certa forma mas ao mesmo tempo é vai servir pra qualquer ideia depois ela estando construída ela vai servir pra qualquer coisa ah eu quero montar uma escola
eu quero qualquer negócio inclusive a gente tá falando muito de curso desse tipo de coisa que tem aqui a matéria- prima é conhecimento né mas pra uma clínica pra um escritório de advocacia pra qualquer coisa né que tenha conhecimento por trás e às vezes até produto físico porque tem ali inteira de storytelling que eu fazia pra cliente que era em cima de produto físico que também tá inteira contemplada e os processos são os mesmos né então tudo isso o que quer que você queira fazer ali você vai conseguir tocar a cidade é uma cidade inteira trabalhando pra você todo mundo muito bom no que faz né basicamente isso e e é uma pergunta que você não me fez mas que eu quero fazer nos últimos minutinhos aqui que é pô e a galera toda que tá esperando proposta né tem um tem um monte de gente esperando isso assim aí foi aquela coisa né teve esse processo todo aí do Kimi do do do Fable e tudo isso mas junto com isso né a gente tá inaugurando uma cidade basicamente é isso então até agora
é como se estivesse fazendo um restaurante enquanto o restaurante não tá pronto fica difícil de chamar as pessoas lá pra servir elas né daria até pra fazer um pouco de Dark Kitchen e mandar delivery pras pessoas mas quanto mais Dark Kitchen faz menos reforma faz na cozinha agora a gente tá no momento de conseguir poder inaugurar nem que assim pode ser um soft opening por enquanto talvez beleza mas a gente já pode agora convidar as pessoas né inclusive agora hoje agora hoje inclusive até eu queria contar isso aqui agora pra depois pegar esse que eu acabei de falar que vai ser o texto que vai ser mandado pras pessoas pra convidar pra inauguração então a gente tem que ter um evento de inauguração como que a gente vai pedir desculpa pra esse povo que tá esperando a proposta um, dois, três meses explicando isso que até agora a gente tá construindo como se estivesse construindo um restaurante né se eu tô construindo um restaurante não tem como te convidar pro restaurante eu sei que eu te falei do restaurante porque você quis ficou interessado em ir lá e experimentar a comida mas ele tava reformando eu não tinha o que fazer então a gente tava reformando o negócio agora ele tá pronto
agora a gente já pode começar a receber os amigos no soft opening ainda tá treinando um pouco o garçom, a equipe, o staff então a gente vai fazer um soft opening e vai convidar essas pessoas como um pedido de desculpa pro soft opening tipo vem aqui conhecer né como que tá como a coisa tá ficando vem conhecer o restaurante vem entender basicamente o que vai ser então o pedido de desculpa é explicar essa situação toda contar essa metáfora aí hoje hoje hoje né eu preciso pegar essa transcrição que tá sendo feita aqui jogar pro agente que já tá com essas mensagens prontas já ele só precisa desta parte dessa informação aqui e aí ele vai pegar e tá com isso pronto pra mandar o mandar ainda vai ser manual a gente vai ter que pegar um por um e mandar pras pessoas manualmente mas em breve quando eu digo em breve semana que vem isso já vai rodar sozinho por e-mail e por whatsapp também já vai pegar já vai rodar isso eu já avancei também já encontrei está registrado está registrado e-mail com certeza e-mail já tá já está comprovado já consigo fazer whatsapp eu acho que eu já encontrei
o caminho eu tenho que testar não testei o whatsapp mas o e-mail com certeza o e-mail já é garantido muito bom não é? muito legal? muito bom então é isso que temos para nossa autoria agora é pra nossa cidade aí sendo inaugurada né em vez de inaugurar um restaurante inaugurar uma cidade inteira é basicamente a gente vai começar inaugurando a pousada né o primeiro de todos vai ser a pousada tô lembrando lá do flautista mágico porque assim porque tem a festa da cidade é um pouco você tá parecendo o prefeito lá é no final no final acabo sendo o prefeito da cidade né de certa forma eu vou escolhendo ali o zoneamento que pode fazer o que não pode qual o próximo prédio né um pouco um pouco eu mas na dúvida comecei pelo teatro né então ainda quer uma coisa mais simbólica de storytelling do que essa de tudo quando eu fui tentando fazer isso de uma forma orgânica foi a pousada que era por onde as pessoas entrariam né mas quando eu fui
fazer isso mais sistematicamente com mais organização virou obviamente o teatro porque assim se eu preciso ter bons agentes personagens eu tenho que ter o que faz os agentes personagens eu tenho que montar a fábrica e aí essa parte deu muito trabalho porque cada gente eu fiquei em cima construindo um por um a minha dúvida é ainda de novo pela parte visual hoje eu sei como eles funcionam vai ter diferença prática não não hoje não hoje não hoje vai estar do jeito que está é a diferença eles não vão estar separados não porque não tem não existe essa possibilidade na ferramenta se tiver essa ferramenta eu certamente o que vai ter de diferente é eles separados é pra no atalho pra usar pelo plume vai ter um jeito bem mais rápido e eles vão estar separados de um outro jeito então pro atalho sim
mas pra conversa com eles não pra conversa vai ser ainda do jeito que está hoje e basicamente é o que temos agora nesse sentido mas a gente vai avançar pra uma coisa mais visual eu a minha eu imagino muito como uma coisa meio videogame mesmo assim uma parada meio igual o Gather lembra daquele Gather que tinha os personagenzinhos andando no mapinha e um conversava com o outro mais ou menos aquele estilo que você vai lá e conversa direto com a gente lá na frente sabe ele vai lá e já consegue rodar o que eu tinha imaginado mas pra isso acontecer se eu tivesse avançado que eu avancei esse mês um tempo atrás ou se eu tivesse mais um mês de Fable eu conseguiria com certeza chegar nesse ponto mas aí eu precisaria de mais um mês de Fable pra conseguir chegar nesse ponto patrocinadores é uma possibilidade se investidores quiserem investir no negócio sim porque aí o Fable vai ficar caríssimo pra isso eu tenho certeza que se não tivesse tido essa promoção do Kimi que deu basicamente
meio 15 dias de graça ali que foi o cavalo da coisa que realmente puxou a estrutura de tudo e o Fable dentro do pacote ali até agora eu teria gastado já mais de meio milhão de reais facilmente com o que eu fiz nesse mês facilmente uma conta de padaria eu já cheguei mais de meio milhão se bogar mais de um milhão de reais eu já teria colocado nesse desenvolvimento porque é muita coisa que tem que ser desenvolvida nesse processo porque é isso eu estou transformando 20 anos de storytellers mas tudo que eu estou vendo de futuro mas tudo isso numa coisa só tudo de uma vez então mas da ponta do negócio da pessoa ponto a ponta do negócio que foi uma coisa que eu fui construindo aos poucos durante um bom tempo era uma mentoria inteira para o que é um agente hoje então essa perspectiva de escala um negócio que foi ficando cada vez maior foram aprendizados realmente de duas décadas
de coisas que eu fui aprendendo aqui ali fui concentrando e conseguiu a grande alegria foi conseguir colocar tudo isso de um jeito coeso e funcional de que eles consigam se conversar entre eles que isso efetivamente vá ficando cada vez nessa curva de cada vez com menos esforço você tem mais com menos esforço você tem mais então isso é a parte que eu que eu acho mais maluco assim talvez algumas pessoas possam desanimar sabe de começar a fazer fazer tipo ah não estou vendo resultado você está lá construindo plume você vai ter que contar um monte de história a pessoa pode acabar largando então acho que isso vai acontecer para muita gente porque é o oposto da gamificação gamificação não faz o contrário deixa muito fácil ter muita recompensa logo de cara e vai deixando depois cada vez mais difícil para ter mais recompensa lá na frente isso é o que gamificação desenha isso é o arco da gamificação você sobe mais rápido os primeiros 20 níveis do personagem do que o último nível se o personagem tem 100 níveis de força vamos dizer assim de evolução
os 20 primeiros níveis se sobem em 3 horas o último nível do 99% você vai levar um mês então esse é o desenho de um nivelamento de gamificação nesse nosso caso é o contrário no começo você vai ter que botar tempo, energia investir ali para ir colhendo pouco resultado que você vai conseguir ver na prática mas depois cada coisa que você vai fazendo você vai tendo cada vez mais e mais e mais e mais e mais e não tem jeito de gamificar estimular a pessoa o que eu acho que vai ter eu acho que até vai ter mas aí é a pessoa vai ter que estar disposta a investir bastante porque o jeito de gamificar seria o seguinte tá bom a gente vai trazer a cidade inteira para rodar no seu computador e ela fazer o que eu fiz para o meu vai ter que fazer no seu e aí assim dá para fazer isso? super dá mas vai ser um investimento considerável entendi entendeu? considerável porque qual que é a diferença? quando você vai fazer na mão e por isso que é um pouco mais demorado primeiro você vai
entendendo o que está acontecendo e você já vai dando de pedacinho em pedacinho você vai selecionando o arquivo você vai trazer você vai pegar ali você vai trazer não gasta tanto token não gasta tanto token e já é uma coisa muito mais curada quando você faz do que eu fiz esse último mês aqui está meu computador triangula tudo aí e aí você vai mergulhando pasta por pasta entendendo indexando entendendo o que tem ali depois vai mandando fazer esses cruzamentos cruzamentos cruzamentos e você vai apontando ao invés de apontar um arquivo você aponta uma pasta inteira aqui está a minha pasta de transcrição de todos os cursos sobre legenda mergulha nisso tudo e leva lá para o legendário ele vai pegar e vai sistematicamente pegar tudo aquilo não vou ser que vou pegar arquivo por arquivo para mandar fazer ele ingerir um por um ele vai tocar isso sozinho com a mesma qualidade de se estivesse fazendo individualmente então aí que você consegue essa gamificação que você vai deixar lá e quando você voltar tem um negócio inteiro para você ali pronto mas vai ser caro você vai ter que pagar por token e é caro
é muito caro então se a pessoa estiver disposta a fazer um investimento maior existe existe essa possibilidade muito legal né então estamos agora alinhados depois de um mês estou de volta ao mundo poder voltar tomar sol andar na praia dormir tudo isso então até o próximo episódio até o próximo episódio espero encontrar vocês na cidade autoria
Perguntas frequentes
O que o episódio ensina sobre agentes de IA?
O episódio apresenta uma divisão de trabalho entre agentes especializados: uma conversa fornece material para cortes, vídeo, newsletter e conhecimento. Cada tarefa exige contexto, critérios e uma entrega compreensível para o próximo especialista. A discussão inclui o Plume, responsável por reunir repertório e escolhas de linguagem do autor.
A automação completa já está provada no episódio?
A conversa apresenta um projeto em construção e relatos de trabalho de Fernando. A publicação inteiramente automática permanece como horizonte naquele momento. A interface visual também aparece como intenção. O episódio ajuda a compreender a organização proposta e seus limites, sem demonstrar um serviço completo disponível ao público.
Qual é a diferença entre este episódio e o EP02?
O EP02 apresenta o agente de IA e a preservação da voz de uma pessoa. O EP04 amplia a conversa para a cooperação entre especialistas, os destinos do material gravado e a continuidade da produção. Também aborda aprendizagem guiada, personagens e a abertura gradual da Cidade Autoria.
Glossário
- Agente de IA
- No contexto do episódio, sistema que recebe uma função delimitada, repertório e critérios para executar uma parte do trabalho. Sua entrega precisa fazer sentido para quem continua a tarefa.
- Plume
- Agente autoral descrito na conversa como guardião do repertório, das histórias e das escolhas de linguagem de uma pessoa. Contribui com essa matéria para o trabalho dos especialistas de cada formato.
Atualizado em 9 de setembro de 2026.