Episódio 2 do Podcast Autoria, gravado em junho de 2026, num estúdio em Vitória.
Agente de IA é uma pasta de arquivos organizada no lugar certo e do jeito certo, cada arquivo com uma função, que dá a uma inteligência artificial personalidade, contexto e persistência para conversar com o especialista e usar skills como ferramentas. Ele vai além do prompt, que é só um comando, e além da skill, que executa uma tarefa e vai embora.
O episódio inteiro no YouTube: https://youtu.be/8oaJwporeFs. O vídeo está no ar desde 4 de setembro de 2026.
Neste segundo episódio do Podcast Autoria, Fernando Palacios e Flávia Monjardim conversam sobre agentes de inteligência artificial e sobre o que muda para o especialista quando um agente passa a falar em seu nome. A conversa parte de uma conta: Fernando perguntou à IA quanto tempo levaria para passar aos agentes os 20 anos de método da Storytellers, a primeira empresa de storytelling do Brasil, e a resposta foi 37 anos. Na semana da gravação, a conta virou: os agentes passaram uma madrugada inteira trabalhando sozinhos, e se ensinando entre si. O 37 é o símbolo do episódio: a conta que a IA fez naquele dia.
A resposta central do episódio separa três coisas que muita gente ainda chama de prompt. Prompt é um comando, e comando bom precisa de contexto estruturado, porque a IA é preguiçosa como gente: lê o cabeçalho e descarta o resto. Tarefa que se repete pede uma skill, que aplica a técnica e vai embora. Conversa que continua pede um agente, com personalidade, contexto e persistência. Fernando descreve o MindSkill, a skill que reescreve um texto com as técnicas de prender a atenção, e o Plume, o agente que aprende as palavras que o especialista usa e as que ele não usa. Segundo ele, todo expert tem uma caixa de ferramentas na cabeça e, por trás dela, um método que nunca documentou.
O meio do episódio é sobre storytelling: o que é, por que a técnica é um veículo emocional, se os roteiristas de Hollywood estão mesmo desempregados e por que ela serve a médicos e advogados tanto quanto a escritores. Dali a conversa vai para o site. Livro e Instagram seguem importantes e já não bastam, porque em 2026 é preciso ser referência para as inteligências artificiais, o tema que abriu a série no EP-1, que também está no ar no YouTube. Flávia entra pela porta da descrente que virou, e pelo Espoleta, o agente que ela criou para fazer a pirueta entre o assunto do momento e o tema técnico.
No fecho ficam a história do prêmio na Índia que parecia golpe, com o e-mail do World HRD Congress que Fernando deletou antes de descobrir que era verdade, a comparação entre agência e agente e a pergunta sobre o que esperar dos próximos 37 anos.
Cada minuto abre o trecho no YouTube.
Os capítulos acima levam ao minuto exato da conversa. A transcrição completa entra nesta página depois da conferência de quem fala em cada trecho.
Na definição do episódio, uma pasta de arquivos no lugar certo e do jeito certo, cada um com uma função, que dá à inteligência artificial personalidade, contexto e persistência. O agente conversa com o especialista, debate de igual para igual e aciona as skills como ferramentas: é o que separa o estagiário da dupla criativa.
O prompt é a instrução, e só rende com contexto estruturado ao lado. A skill guarda um processo de várias etapas para a tarefa que se repete: aplica e vai embora. O agente fica: tem personalidade, estilo e contexto próprios, conversa com o especialista e aciona as skills como ferramentas.
Porque ela poupa energia e token, como qualquer pessoa. Um arquivo grande chega truncado, e a máquina lê só o começo para decidir se o resto tem a ver com o pedido. Sem uma abertura que diga o que o arquivo é e quando cada parte vai servir, ela joga fora contexto que importava. A solução é estruturar o arquivo com um índice na abertura.
Com um agente pessoal montado a partir de uma pasta com as suas histórias e os dados certos sobre elas, as suas técnicas e visão de mundo, e o seu jeito de contar, com as palavras que você usa e as que nunca usa. Esse agente pega até um texto do ChatGPT e reescreve como se fosse você.
Plume é o nome que a Autoria dá ao agente pessoal do especialista: o que fala em nome dele e escreve no estilo dele, reproduzindo as palavras que ele usa e evitando as que ele nunca usaria. Segundo Fernando Palacios, é o único agente de que todo expert precisa.
Sim. Livro e redes continuam importantes e já não bastam: para ser referência para as IAs é preciso um site otimizado para as máquinas, com a história, o método e os resultados escritos de um jeito que os agentes leiam, inclusive na parte da página que o humano não vê, o schema.
Agente de IA é uma pasta de arquivos no lugar certo e do jeito certo, cada um com uma função, que dá à IA personalidade, contexto e persistência para conversar e usar skills como ferramentas.
Prompt é um comando, a instrução do que o agente deve fazer. Só funciona bem com contexto estruturado ao lado, porque a IA lê o começo do que recebe e decide dali se o resto interessa.
Skill é uma habilidade, o processo de várias etapas repassado uma vez para uma tarefa que se repete. Aplica a técnica e vai embora, sem personalidade e sem memória da conversa.
Plume é o agente pessoal que fala em nome do especialista e escreve no estilo dele, até nas palavras que ele usa e nas que não usa.
MindSkill é a skill que avalia e reescreve um texto com as técnicas de prender a atenção, como gancho, loop solto e cliffhanger.
Espoleta é o agente da pirueta, a virada que leva um assunto do momento ou uma história pessoal ao tema técnico do especialista.
World HRD Congress, Mumbai; prêmio atribuído ao fundador da Storytellers, Fernando Palacios. Registro canônico da Storytellers, 2026
Registro canônico da Storytellers, 2026
O bloco do Plume virou artigo na newsletter Storyskills, Ele aprendeu até a vírgula que eu erro, e a resposta longa sobre prompt, skill e agente está no blog da Storytellers, em agente de IA para especialistas.
Atualizado em 4 de setembro de 2026. Episódio gravado em junho de 2026, em Vitória.